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	Comentários sobre: Afinal, quando chega esse tal futuro?	</title>
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	<description>Paixão por Tecnologia</description>
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		<title>
		Por: Luciano Palma		</title>
		<link>https://lpalma.com/2010/08/06/afinal-quando-chega-esse-tal-futuro/#comment-297</link>

		<dc:creator><![CDATA[Luciano Palma]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Aug 2010 12:01:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://lpalma.com/2010/08/06/afinal-quando-chega-esse-tal-futuro/#comment-296&quot;&gt;Roberto A. Farah&lt;/a&gt;.

Verdade Farah! &quot;Carreira em Y&quot; no Brasil é outra coisa que sempre existe no discurso, mas na prática... :(
E essa questão de &quot;n pessoas embaixo de mim&quot; ainda está muito presente, infelizmente.
É como se as pessoas fossem objetos cujo valor é medido por peso - quem tem mais é mais poderoso. Tem até um departamento chamado &quot;Recursos Humanos&quot;. Recursos, como um projetor, um computador, uma cadeira. Se um falhar, troca. Afinal são todos iguais, duas pernas, dois braços, dois olhos...
O mais triste é que muitos colocam &quot;a empresa&quot; acima de tudo. O que é a empresa, afinal? O prédio onde os funcionários são confinados? As mesas, cadeiras, e demais &quot;recursos&quot;?
Na minha visão, a empresa é nada mais do que AS PESSOAS que a compõe. Você pode manter a mesma empresa, com as mesmas virtudes, trocando de prédio ou trocando os computadores.
Mas será que a empresa será a mesma se você trocar as pessoas?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://lpalma.com/2010/08/06/afinal-quando-chega-esse-tal-futuro/#comment-296">Roberto A. Farah</a>.</p>
<p>Verdade Farah! &#8220;Carreira em Y&#8221; no Brasil é outra coisa que sempre existe no discurso, mas na prática&#8230; 🙁<br />
E essa questão de &#8220;n pessoas embaixo de mim&#8221; ainda está muito presente, infelizmente.<br />
É como se as pessoas fossem objetos cujo valor é medido por peso &#8211; quem tem mais é mais poderoso. Tem até um departamento chamado &#8220;Recursos Humanos&#8221;. Recursos, como um projetor, um computador, uma cadeira. Se um falhar, troca. Afinal são todos iguais, duas pernas, dois braços, dois olhos&#8230;<br />
O mais triste é que muitos colocam &#8220;a empresa&#8221; acima de tudo. O que é a empresa, afinal? O prédio onde os funcionários são confinados? As mesas, cadeiras, e demais &#8220;recursos&#8221;?<br />
Na minha visão, a empresa é nada mais do que AS PESSOAS que a compõe. Você pode manter a mesma empresa, com as mesmas virtudes, trocando de prédio ou trocando os computadores.<br />
Mas será que a empresa será a mesma se você trocar as pessoas?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Roberto A. Farah		</title>
		<link>https://lpalma.com/2010/08/06/afinal-quando-chega-esse-tal-futuro/#comment-296</link>

		<dc:creator><![CDATA[Roberto A. Farah]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Aug 2010 07:19:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Muito bom artigo! Pura realidade.
Me recordo de alguns &quot;gerentões&quot; que tive no passado que se orgulhavam de dizer que tinham &quot;n pessoas embaixo de mim&quot;, reforçando essa idéia de hierarquia e poder.
Na minha opinião boa parte disso é cultural, basta ver a carreira no Brasil de engenheiros &#038; gerentes em grandes multinacionais e comparar com as mesmas multinacionais nos EUA por exemplo. As empresas que dizem que têm carreira em Y tem um Y assimétrico onde o lado mais baixo está sempre na carreira técnica e o mais alto em gerenciamento.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muito bom artigo! Pura realidade.<br />
Me recordo de alguns &#8220;gerentões&#8221; que tive no passado que se orgulhavam de dizer que tinham &#8220;n pessoas embaixo de mim&#8221;, reforçando essa idéia de hierarquia e poder.<br />
Na minha opinião boa parte disso é cultural, basta ver a carreira no Brasil de engenheiros &amp; gerentes em grandes multinacionais e comparar com as mesmas multinacionais nos EUA por exemplo. As empresas que dizem que têm carreira em Y tem um Y assimétrico onde o lado mais baixo está sempre na carreira técnica e o mais alto em gerenciamento.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Luciano Palma		</title>
		<link>https://lpalma.com/2010/08/06/afinal-quando-chega-esse-tal-futuro/#comment-295</link>

		<dc:creator><![CDATA[Luciano Palma]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Aug 2010 04:12:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://lpalma.com/2010/08/06/afinal-quando-chega-esse-tal-futuro/#comment-293&quot;&gt;João Marcelo&lt;/a&gt;.

Olá João Marcelo,
O tema deverá estar presente sim, pois como comentei na resposta ao Marchetti, a transparência é um dos maiores &quot;patrimônios&quot; que as Redes nos proporcionam. Através dessa transparência e da troca de informaćões e idéias, acredito que há muito crescimento pela frente (e de forma geral) para a sociedade. Não somente produzir mais, mas relacionar-se de forma mais justa e respeitosa, e [con]vivermos em um ambiente mais saudável, em todos os sentidos. A grande mudanća não está na evolućão da tecnologia em si, mas na evolućão que essa tecnologia pode proporcionar ao ser humano - como ser humano!
Talvez seja um bom momento para repensarmos nossos conceitos de sucesso. Sucesso é o cargo que você ocupa ou a imagem que as pessoas têm de você? (como ser humano). Sucesso é ter poder econômico ou ter amizades sinceras, que não se desmancham com o desmanchar de seu cargo em uma empresa? Sucesso é ser temido ou é ser respeitado?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://lpalma.com/2010/08/06/afinal-quando-chega-esse-tal-futuro/#comment-293">João Marcelo</a>.</p>
<p>Olá João Marcelo,<br />
O tema deverá estar presente sim, pois como comentei na resposta ao Marchetti, a transparência é um dos maiores &#8220;patrimônios&#8221; que as Redes nos proporcionam. Através dessa transparência e da troca de informaćões e idéias, acredito que há muito crescimento pela frente (e de forma geral) para a sociedade. Não somente produzir mais, mas relacionar-se de forma mais justa e respeitosa, e [con]vivermos em um ambiente mais saudável, em todos os sentidos. A grande mudanća não está na evolućão da tecnologia em si, mas na evolućão que essa tecnologia pode proporcionar ao ser humano &#8211; como ser humano!<br />
Talvez seja um bom momento para repensarmos nossos conceitos de sucesso. Sucesso é o cargo que você ocupa ou a imagem que as pessoas têm de você? (como ser humano). Sucesso é ter poder econômico ou ter amizades sinceras, que não se desmancham com o desmanchar de seu cargo em uma empresa? Sucesso é ser temido ou é ser respeitado?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
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		<title>
		Por: Luciano Palma		</title>
		<link>https://lpalma.com/2010/08/06/afinal-quando-chega-esse-tal-futuro/#comment-294</link>

		<dc:creator><![CDATA[Luciano Palma]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Aug 2010 04:04:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://lpalma.com/2010/08/06/afinal-quando-chega-esse-tal-futuro/#comment-292&quot;&gt;Rogerio Ferreira Marchetti&lt;/a&gt;.

É Marchetti... pelo seu sobrenome italiano talvez você já tenha ouvido a expressão:
&quot;Tra il dire ed il fare c&#039;é di mezzo il mare&quot;
Na minha tradućão literal: &quot;Existe um mar [de diferenća] entre o dizer e o fazer&quot;.
Infelizmente muita gente se contenta com o fingimento vocal e fecha os olhos para a realidade por comodismo ou por conveniência.
O que me faz ser apaixonado por Redes e acreditar que elas podem colaborar para mudar esse cenário  é que elas trazem um grau de transparência muito grande, tornando mais difícil sustentar mentiras, hipocrisias e máscaras.
Em breve, empresas que dizem uma coisa e fazem outra terão problemas de imagem e credibilidade, o que as levará a repensar seu comportamento.
Cabe a nós, enquanto consumidores, fazermos nossa parte e criarmos esta demanda por ética e transparência.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://lpalma.com/2010/08/06/afinal-quando-chega-esse-tal-futuro/#comment-292">Rogerio Ferreira Marchetti</a>.</p>
<p>É Marchetti&#8230; pelo seu sobrenome italiano talvez você já tenha ouvido a expressão:<br />
&#8220;Tra il dire ed il fare c&#8217;é di mezzo il mare&#8221;<br />
Na minha tradućão literal: &#8220;Existe um mar [de diferenća] entre o dizer e o fazer&#8221;.<br />
Infelizmente muita gente se contenta com o fingimento vocal e fecha os olhos para a realidade por comodismo ou por conveniência.<br />
O que me faz ser apaixonado por Redes e acreditar que elas podem colaborar para mudar esse cenário  é que elas trazem um grau de transparência muito grande, tornando mais difícil sustentar mentiras, hipocrisias e máscaras.<br />
Em breve, empresas que dizem uma coisa e fazem outra terão problemas de imagem e credibilidade, o que as levará a repensar seu comportamento.<br />
Cabe a nós, enquanto consumidores, fazermos nossa parte e criarmos esta demanda por ética e transparência.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: João Marcelo		</title>
		<link>https://lpalma.com/2010/08/06/afinal-quando-chega-esse-tal-futuro/#comment-293</link>

		<dc:creator><![CDATA[João Marcelo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Aug 2010 22:11:48 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://br.lpalma.com/afinal-quando-chega-esse-tal-futuro/#comment-293</guid>

					<description><![CDATA[Luciano, acompanho seus textos com frequência, conheço-o em sua fase &quot;pós-microsoft&quot;.
Eu penso neste assunto que trata seu texto de hoje há tempos. De fato há uma lacuna, uma distância muito grande entre o que está escrito nos livros e revistas de administração, sobre liderança, trabalho em equipe, dentre outros conceitos extremamente necessários para a gestão atual, e o que acontece na prática.
Isto não é um privilégio da empresa A ou B, mas me parece uma constante.
O fato é que as pessoas podem até ler sobre isto, ver palestras, ouvir professores, evangelistas, mas permanecer indiferentes no seu comportamento. Essa é a essência da educação, da aprendizagem. Essas pessoas não aprenderam esses novos conceitos, essas práticas, no seu dia a dia.
Esse tema é interessante e se puder voltar a ele no futuro será de grande valia, especialmente com o foco no nosso mundo de TI tão arcaico às vezes nessas questões.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Luciano, acompanho seus textos com frequência, conheço-o em sua fase &#8220;pós-microsoft&#8221;.<br />
Eu penso neste assunto que trata seu texto de hoje há tempos. De fato há uma lacuna, uma distância muito grande entre o que está escrito nos livros e revistas de administração, sobre liderança, trabalho em equipe, dentre outros conceitos extremamente necessários para a gestão atual, e o que acontece na prática.<br />
Isto não é um privilégio da empresa A ou B, mas me parece uma constante.<br />
O fato é que as pessoas podem até ler sobre isto, ver palestras, ouvir professores, evangelistas, mas permanecer indiferentes no seu comportamento. Essa é a essência da educação, da aprendizagem. Essas pessoas não aprenderam esses novos conceitos, essas práticas, no seu dia a dia.<br />
Esse tema é interessante e se puder voltar a ele no futuro será de grande valia, especialmente com o foco no nosso mundo de TI tão arcaico às vezes nessas questões.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Rogerio Ferreira Marchetti		</title>
		<link>https://lpalma.com/2010/08/06/afinal-quando-chega-esse-tal-futuro/#comment-292</link>

		<dc:creator><![CDATA[Rogerio Ferreira Marchetti]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Aug 2010 01:42:30 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://br.lpalma.com/afinal-quando-chega-esse-tal-futuro/#comment-292</guid>

					<description><![CDATA[Olá, mais uma vez Luciano Palma, Esse seu post me fez lembrar uma palestra que acompanhei na FIESP final do ano passado, Onde os diretores da Empresa de Delivery Domino&#039;s Pizza, foram questionados a respeito de se produzir uma pizza mais saudável, ou seja, com massa integral, ingredientes com menos calorias etc. A resposta deles foi mais ou menos assim:
“Nos Estados Unidos nós criamos uma pizza nesse formato, mas não deu resultando não tivemos boas margens de vendas que compensassem a produção. Parece que as pessoas pregam uma coisa, mas na pratica, no dia a dia delas, elas fazem outra coisa totalmente diferente.&quot; Então comparando ao seu post, no meu ponto de vista é isso fala se muito em discussão de ideias, novos talentos, etc. etc. etc., mas na prática é totalmente outra é essa realidade do manda quem pode, obedece que tem juízo. Um dos fatores pode ser que muitas empresas são do modelo familiar onde o dono é o pai e depois passa para o filho, depois vêm os funcionários cunhados, genros, primos e por ai vai. Pode ser do berço também, onde muitos filhos têm pais que comandam com mão de ferro e desde pequenos acostumados a obedecer aos pais sem questionar, pois se o fizer leva castigo, fica sem mesada etc. sendo assim inconscientemente as pessoas não questionam deixam pra lá e simplesmente executam, pode ser por medo (a &quot;famosa politica do medo&quot;, tema muito utilizado pela Dilma, onde ela acusa o PSDB de praticá-lo), medo de perder o emprego, de não acreditarem na própria capacidade, de comodismo com a situação, &quot;há é o jeito dele, não esquenta, é melhor fazer dessa maneira, pois chefe pode ficar irritado&quot;.
Esse contexto vai ser muito difícil de mudar.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá, mais uma vez Luciano Palma, Esse seu post me fez lembrar uma palestra que acompanhei na FIESP final do ano passado, Onde os diretores da Empresa de Delivery Domino&#8217;s Pizza, foram questionados a respeito de se produzir uma pizza mais saudável, ou seja, com massa integral, ingredientes com menos calorias etc. A resposta deles foi mais ou menos assim:<br />
“Nos Estados Unidos nós criamos uma pizza nesse formato, mas não deu resultando não tivemos boas margens de vendas que compensassem a produção. Parece que as pessoas pregam uma coisa, mas na pratica, no dia a dia delas, elas fazem outra coisa totalmente diferente.&#8221; Então comparando ao seu post, no meu ponto de vista é isso fala se muito em discussão de ideias, novos talentos, etc. etc. etc., mas na prática é totalmente outra é essa realidade do manda quem pode, obedece que tem juízo. Um dos fatores pode ser que muitas empresas são do modelo familiar onde o dono é o pai e depois passa para o filho, depois vêm os funcionários cunhados, genros, primos e por ai vai. Pode ser do berço também, onde muitos filhos têm pais que comandam com mão de ferro e desde pequenos acostumados a obedecer aos pais sem questionar, pois se o fizer leva castigo, fica sem mesada etc. sendo assim inconscientemente as pessoas não questionam deixam pra lá e simplesmente executam, pode ser por medo (a &#8220;famosa politica do medo&#8221;, tema muito utilizado pela Dilma, onde ela acusa o PSDB de praticá-lo), medo de perder o emprego, de não acreditarem na própria capacidade, de comodismo com a situação, &#8220;há é o jeito dele, não esquenta, é melhor fazer dessa maneira, pois chefe pode ficar irritado&#8221;.<br />
Esse contexto vai ser muito difícil de mudar.</p>
]]></content:encoded>
		
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