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	Comentários sobre: Twitter: minha segunda faculdade	</title>
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	<description>Paixão por Tecnologia</description>
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	<item>
		<title>
		Por: Luciano Palma		</title>
		<link>https://lpalma.com/2010/09/06/faculdade-twitter/#comment-341</link>

		<dc:creator><![CDATA[Luciano Palma]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Jun 2012 02:16:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://lpalma.com/2010/09/06/faculdade-twitter/#comment-339&quot;&gt;Matheus&lt;/a&gt;.

Obrigado Matheus. Curiosamente, estive há poucas horas com amigos falando sobre este assunto num happy hour...
Acredito que as empresas já estão começando a diferenciar os profissionais que &quot;tem faculdade&quot; e os que &quot;fizeram faculdade&quot; (e a mesma coisa se aplica a MBAs).
Não há mais margem para máscaras. Num cenário onde produzir é necessário, papéis sem lastro não garantem mais ninguém. Não por muito tempo...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://lpalma.com/2010/09/06/faculdade-twitter/#comment-339">Matheus</a>.</p>
<p>Obrigado Matheus. Curiosamente, estive há poucas horas com amigos falando sobre este assunto num happy hour&#8230;<br />
Acredito que as empresas já estão começando a diferenciar os profissionais que &#8220;tem faculdade&#8221; e os que &#8220;fizeram faculdade&#8221; (e a mesma coisa se aplica a MBAs).<br />
Não há mais margem para máscaras. Num cenário onde produzir é necessário, papéis sem lastro não garantem mais ninguém. Não por muito tempo&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Matheus		</title>
		<link>https://lpalma.com/2010/09/06/faculdade-twitter/#comment-340</link>

		<dc:creator><![CDATA[Matheus]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Jun 2012 00:25:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Infelizmente essa é a nossa realidade,,,]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Infelizmente essa é a nossa realidade,,,</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Matheus		</title>
		<link>https://lpalma.com/2010/09/06/faculdade-twitter/#comment-339</link>

		<dc:creator><![CDATA[Matheus]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Jun 2012 00:24:39 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://br.lpalma.com/faculdade-twitter/#comment-339</guid>

					<description><![CDATA[Concordo plenamente com a opinião do autor, que escreve muito bem diga-se de passagem...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Concordo plenamente com a opinião do autor, que escreve muito bem diga-se de passagem&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Luciano Palma		</title>
		<link>https://lpalma.com/2010/09/06/faculdade-twitter/#comment-338</link>

		<dc:creator><![CDATA[Luciano Palma]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Sep 2010 04:52:01 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://br.lpalma.com/faculdade-twitter/#comment-338</guid>

					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://lpalma.com/2010/09/06/faculdade-twitter/#comment-336&quot;&gt;Alexandre Lopes&lt;/a&gt;.

Olá Alexandre,
Só discordo com sua colocação que &quot;&lt;i&gt;MBA é um &#039;produto&#039; para ensinar ao pessoal de Exatas como trabalhar o lado Humanas&lt;/i&gt;&quot;.
O MBA trabalha o lado esquerdo do cérebro. Totalmente focado em produtividade, aumento de lucros, ficar mais rico, ter prosperidade financeira. Não há nada de &quot;Humano&quot; nisso. Os objetivos são totalmente materiais. Não acho a proposta nem um pouco &quot;humanista&quot;.
Só para dar uma idéia, fiquei chocado com um professor que introduziu o termo &quot;&lt;i&gt;o mundo é mau&lt;/i&gt;&quot;, repetido freneticamente por muitos alunos, e por ter &quot;ensinado&quot; que &lt;i&gt;quando se percebe que um projeto está fadado ao fracaso, deve-se procurar um &quot;trouxa&quot; para passar o problema adiante&lt;/i&gt;.
Não é muito humano, concorda?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://lpalma.com/2010/09/06/faculdade-twitter/#comment-336">Alexandre Lopes</a>.</p>
<p>Olá Alexandre,<br />
Só discordo com sua colocação que &#8220;<i>MBA é um &#8216;produto&#8217; para ensinar ao pessoal de Exatas como trabalhar o lado Humanas</i>&#8220;.<br />
O MBA trabalha o lado esquerdo do cérebro. Totalmente focado em produtividade, aumento de lucros, ficar mais rico, ter prosperidade financeira. Não há nada de &#8220;Humano&#8221; nisso. Os objetivos são totalmente materiais. Não acho a proposta nem um pouco &#8220;humanista&#8221;.<br />
Só para dar uma idéia, fiquei chocado com um professor que introduziu o termo &#8220;<i>o mundo é mau</i>&#8220;, repetido freneticamente por muitos alunos, e por ter &#8220;ensinado&#8221; que <i>quando se percebe que um projeto está fadado ao fracaso, deve-se procurar um &#8220;trouxa&#8221; para passar o problema adiante</i>.<br />
Não é muito humano, concorda?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Luciano Palma		</title>
		<link>https://lpalma.com/2010/09/06/faculdade-twitter/#comment-337</link>

		<dc:creator><![CDATA[Luciano Palma]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Sep 2010 04:41:35 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://br.lpalma.com/faculdade-twitter/#comment-337</guid>

					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://lpalma.com/2010/09/06/faculdade-twitter/#comment-335&quot;&gt;Fernando Fonseca&lt;/a&gt;.

Olá Fernando,
Obrigado pelo comentário e pelo seu depoimento.
Entendo sua colocação em relação à banalização causada pela indústria do diploma. É realmente frustrante e muito injusto com quem leva a coisa a sério (tanto para o professor quanto para o aluno).
Acredito que o mundo esteja passando por uma nova fase humanista (se eu fosse mais místico mencionariam a era de Aquário...).
O culto à produtividade desenfreada vem demonstrando sinais de desgaste. Muitas pessoas ficaram cegas (e doentes) por conta da neurose por números crescentes.
Para falar em sustentabilidade, temos que assumir que produzimos mais do que o necessário... e por ganância!
As mudanças também devem afetar a área da educação.
Com maior foco no que a pessoa É e menos no que ela TEM (no caso, diplomas adquiridos &quot;passando na prova&quot;), provavelmente teremos professores que exercem sua profissão acreditando no que fazem (e exercendo-a com paixão), e alunos motivados a adquirir conhecimento de verdade, e não pensando só num certificado para facilitar suas negociações com os RH&#039;s.
Ainda há esperança, e a próxima geração pode ser bem melhor do que a nossa. Cabe a nós ajudá-los e orientá-los para que não cometam os mesmos erros que cometemos.
Para passar um sinal dessa esperança, deixo um link para um artigo do excelente Don Tapscott:
http://www.dnaindia.com/world/interview_the-net-generation-is-the-smartest-generation-don-tapscott_1433231
Abraço!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://lpalma.com/2010/09/06/faculdade-twitter/#comment-335">Fernando Fonseca</a>.</p>
<p>Olá Fernando,<br />
Obrigado pelo comentário e pelo seu depoimento.<br />
Entendo sua colocação em relação à banalização causada pela indústria do diploma. É realmente frustrante e muito injusto com quem leva a coisa a sério (tanto para o professor quanto para o aluno).<br />
Acredito que o mundo esteja passando por uma nova fase humanista (se eu fosse mais místico mencionariam a era de Aquário&#8230;).<br />
O culto à produtividade desenfreada vem demonstrando sinais de desgaste. Muitas pessoas ficaram cegas (e doentes) por conta da neurose por números crescentes.<br />
Para falar em sustentabilidade, temos que assumir que produzimos mais do que o necessário&#8230; e por ganância!<br />
As mudanças também devem afetar a área da educação.<br />
Com maior foco no que a pessoa É e menos no que ela TEM (no caso, diplomas adquiridos &#8220;passando na prova&#8221;), provavelmente teremos professores que exercem sua profissão acreditando no que fazem (e exercendo-a com paixão), e alunos motivados a adquirir conhecimento de verdade, e não pensando só num certificado para facilitar suas negociações com os RH&#8217;s.<br />
Ainda há esperança, e a próxima geração pode ser bem melhor do que a nossa. Cabe a nós ajudá-los e orientá-los para que não cometam os mesmos erros que cometemos.<br />
Para passar um sinal dessa esperança, deixo um link para um artigo do excelente Don Tapscott:<br />
<a href="http://www.dnaindia.com/world/interview_the-net-generation-is-the-smartest-generation-don-tapscott_1433231" rel="nofollow ugc">http://www.dnaindia.com/world/interview_the-net-generation-is-the-smartest-generation-don-tapscott_1433231</a><br />
Abraço!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Alexandre Lopes		</title>
		<link>https://lpalma.com/2010/09/06/faculdade-twitter/#comment-336</link>

		<dc:creator><![CDATA[Alexandre Lopes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Sep 2010 20:09:16 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://br.lpalma.com/faculdade-twitter/#comment-336</guid>

					<description><![CDATA[Palma,
Tudo tranquilo? Seus posts sempre são interessantes e polemicos, tenho certeza absoluta que voce não tentou passar a verdade absoluta mas... Voce deixou claro que um MBA não servirá para nada nos próximos anos. Concordo e discordo em alguns pontos. No inicio, era necessário ter segundo grau completo e datilografia, depois nivel universitario, pos-graduação (alguem ainda faz???), MBA, PMP (alguem ainda se arrisca em fazer?), e outras sopa de letrinhas que, em grande parte, tem como objetivo ganhar dinheiro e/ou jogar dinheiro fora; depende do lado em que a pessoa se encontra.
Sempre achei MBA um &quot;produto&quot; para &quot;ensinar ao pessoal de Exatas como trabalhar o lado Humanas&quot;. A grande maioria das pessoas que eu conheço fizeram MBA por isso.
A banalização está em alta, hoje pedem estagiário cursando MBA. Outro dia fiquei na porta de um MBA esperando minha esposa me pegar de carro, e reparei a idade dos frequentadores: 80% tinham cara de recém saidos de uma &quot;facul&quot;. Alguns &quot;perdidos&quot;  nessa multidão eram &quot;senhores&quot; como eu e voce que buscavam um algo mais em suas carreiras.
Em determinados momentos, um MBA é feito mais por exigencia do crescimento financeiro do que crescimento profissional no que tange ao conhecimento.  Neste ponto, se obtém muito mais conhecimento em twitter, facebook, blogs, etc.. do que em qualquer sala de aula. &quot;Sala de Aula&quot; é um processo sincrono na maior parte das vezes: Aluno senta -&#062; professor divaga sobre um tema -&#062; fim de aula -&#062; ir para casa -&#062; fechar o processo. Dificilmente um professor está atuando em formato assincrono, &quot;chamando&quot; os alunos (ou aprendizes??)  para trocar idéias, experiencias, etc... afinal o professor (ou mestre - de Mestrado) não é o dono da verdade e senhor absoluto.
Resumindo, o problema não é o MBA; o problema é o ser humano que aprende de forma sincrona na maior parte das vezes. Ser autodidata é, na maior parte da vezes, um aprendizado eficaz mas... sincrono. Um aluno na sala de aula é, na maior parte das vezes,  um ouvinte sincrono quando tem toda a oportunidade do mundo para fazer um processo assincrono.
O dia que mudarmos esse formato de ensino e aprendizagem, certamente traremos para o MBA, Pos-Graduação, etc... o modelo ideal e perfeito de ensino aonde todos interagem e todos saem vencedores.
Abraços,
Alexandre Lopes]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Palma,<br />
Tudo tranquilo? Seus posts sempre são interessantes e polemicos, tenho certeza absoluta que voce não tentou passar a verdade absoluta mas&#8230; Voce deixou claro que um MBA não servirá para nada nos próximos anos. Concordo e discordo em alguns pontos. No inicio, era necessário ter segundo grau completo e datilografia, depois nivel universitario, pos-graduação (alguem ainda faz???), MBA, PMP (alguem ainda se arrisca em fazer?), e outras sopa de letrinhas que, em grande parte, tem como objetivo ganhar dinheiro e/ou jogar dinheiro fora; depende do lado em que a pessoa se encontra.<br />
Sempre achei MBA um &#8220;produto&#8221; para &#8220;ensinar ao pessoal de Exatas como trabalhar o lado Humanas&#8221;. A grande maioria das pessoas que eu conheço fizeram MBA por isso.<br />
A banalização está em alta, hoje pedem estagiário cursando MBA. Outro dia fiquei na porta de um MBA esperando minha esposa me pegar de carro, e reparei a idade dos frequentadores: 80% tinham cara de recém saidos de uma &#8220;facul&#8221;. Alguns &#8220;perdidos&#8221;  nessa multidão eram &#8220;senhores&#8221; como eu e voce que buscavam um algo mais em suas carreiras.<br />
Em determinados momentos, um MBA é feito mais por exigencia do crescimento financeiro do que crescimento profissional no que tange ao conhecimento.  Neste ponto, se obtém muito mais conhecimento em twitter, facebook, blogs, etc.. do que em qualquer sala de aula. &#8220;Sala de Aula&#8221; é um processo sincrono na maior parte das vezes: Aluno senta -&gt; professor divaga sobre um tema -&gt; fim de aula -&gt; ir para casa -&gt; fechar o processo. Dificilmente um professor está atuando em formato assincrono, &#8220;chamando&#8221; os alunos (ou aprendizes??)  para trocar idéias, experiencias, etc&#8230; afinal o professor (ou mestre &#8211; de Mestrado) não é o dono da verdade e senhor absoluto.<br />
Resumindo, o problema não é o MBA; o problema é o ser humano que aprende de forma sincrona na maior parte das vezes. Ser autodidata é, na maior parte da vezes, um aprendizado eficaz mas&#8230; sincrono. Um aluno na sala de aula é, na maior parte das vezes,  um ouvinte sincrono quando tem toda a oportunidade do mundo para fazer um processo assincrono.<br />
O dia que mudarmos esse formato de ensino e aprendizagem, certamente traremos para o MBA, Pos-Graduação, etc&#8230; o modelo ideal e perfeito de ensino aonde todos interagem e todos saem vencedores.<br />
Abraços,<br />
Alexandre Lopes</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Fernando Fonseca		</title>
		<link>https://lpalma.com/2010/09/06/faculdade-twitter/#comment-335</link>

		<dc:creator><![CDATA[Fernando Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Sep 2010 14:22:52 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://br.lpalma.com/faculdade-twitter/#comment-335</guid>

					<description><![CDATA[Palma,
Concordo com tudo que foi dito sobre as forma de obter e difundir conhecimento. Essa percepção de que não importa onde estou fisicamente está modificando todo meu modelo de vida.
Eu fiz 5 cursos de pós-graduação, trabalhei como professor de graduação e pós-graduação. Só tenho a completar que o outro lado (do professor) pode ser mais frustante ainda.
Imagine uma turma que não deseja nada a mais do que o diploma. Que no primeiro dia interrompe a apresentação da disciplina para perguntar como é a prova, e já emenda dizendo que trabalham o dia inteiro e que não tem tempo para fazer muitos trabalhos. Para finalizar, imagine ter que reprovar 1/3 dos alunos por plágio, por causa de um artigo de 3 páginas que foi anunciado no início do semestre...
Hoje o professor precisa ser um apresentador com vocação a comediante, além de apresentar algo realmente novo e intrigante aos alunos. Não é fácil manter a concentração das pessoas na sua fala e em alguns PPT´s uma vez que todos estamos acostumados a fazer 3 ou 4 coisas ao mesmo tempo.
Eu e alguns colegas temos recusado muitas aulas (e algum desesperado/despreparado as pega por um valor ridículo), e tirei a graduação dos meus planos. Enquanto tiver a sorte de encontrar os alunos que tenho encontrado continuarei ministrando aulas de pós. Se um dia não encontrar mais estes alunos, continuarei com os treinamentos, onde os alunos sabem que investiram bastante, que serão cobrados por aquele conhecimento assim que acabar o curso e que precisam se concentrar e dedicar às aulas somente por alguns dias.
Quanto aos filhos... é triste ver como as crianças sabem cada vez menos. Ainda espero me dedicar a essa questão em um futuro próximo.
Um abraço,
Fernando]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Palma,<br />
Concordo com tudo que foi dito sobre as forma de obter e difundir conhecimento. Essa percepção de que não importa onde estou fisicamente está modificando todo meu modelo de vida.<br />
Eu fiz 5 cursos de pós-graduação, trabalhei como professor de graduação e pós-graduação. Só tenho a completar que o outro lado (do professor) pode ser mais frustante ainda.<br />
Imagine uma turma que não deseja nada a mais do que o diploma. Que no primeiro dia interrompe a apresentação da disciplina para perguntar como é a prova, e já emenda dizendo que trabalham o dia inteiro e que não tem tempo para fazer muitos trabalhos. Para finalizar, imagine ter que reprovar 1/3 dos alunos por plágio, por causa de um artigo de 3 páginas que foi anunciado no início do semestre&#8230;<br />
Hoje o professor precisa ser um apresentador com vocação a comediante, além de apresentar algo realmente novo e intrigante aos alunos. Não é fácil manter a concentração das pessoas na sua fala e em alguns PPT´s uma vez que todos estamos acostumados a fazer 3 ou 4 coisas ao mesmo tempo.<br />
Eu e alguns colegas temos recusado muitas aulas (e algum desesperado/despreparado as pega por um valor ridículo), e tirei a graduação dos meus planos. Enquanto tiver a sorte de encontrar os alunos que tenho encontrado continuarei ministrando aulas de pós. Se um dia não encontrar mais estes alunos, continuarei com os treinamentos, onde os alunos sabem que investiram bastante, que serão cobrados por aquele conhecimento assim que acabar o curso e que precisam se concentrar e dedicar às aulas somente por alguns dias.<br />
Quanto aos filhos&#8230; é triste ver como as crianças sabem cada vez menos. Ainda espero me dedicar a essa questão em um futuro próximo.<br />
Um abraço,<br />
Fernando</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Carlos F P Rocha		</title>
		<link>https://lpalma.com/2010/09/06/faculdade-twitter/#comment-334</link>

		<dc:creator><![CDATA[Carlos F P Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Sep 2010 18:50:36 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://br.lpalma.com/faculdade-twitter/#comment-334</guid>

					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://lpalma.com/2010/09/06/faculdade-twitter/#comment-330&quot;&gt;Luciano Palma&lt;/a&gt;.

Palma,
isso já existe e faz tempo. De acordo com as normas do MEC, podes eliminar quaisquer disciplinas com base em conhecimentos prévios (adquiridos onde quer que seja), caro que as limitações aqui, são:
1) só consegues eliminar disciplinas do programa do curso, ou seja, não há como te certificares em assuntos que ainda não constem do programa;
2) este é um procedimento pouco divulgado, porque quando prestas as provas sem cursar a disciplina não pagas o valor dela.
Outra situação possível é a obtenção do título de &quot;notório saber&quot;, através do qual obténs o grau sem prestar provas, nem assistir a aulas, precisando apenas ser reconhecido por uma banca da universidade.
Um problema que vejo é a grande quantidade de instituições de ensino sendo aprovadas. Só poderia ter uma grande quantidade de &quot;caça-níqueis&quot; entre elas, pois são muitas e os profissionais bons são poucos. Sou do tempo que sem especialização era muito difícil alguém ser professor de graduação, na especialização então era quase impossível de entrar sem o mestrado. Hoje tudo mudou, pois já está ficando comum em algumas instituições se encontrar graduados ministrando aulas na graduação e especialistas na especialização.
De qualquer forma, em um país onde é proibido por lei de se ensinar os filhos em casa, será complicado o reconhecimento amplo e irrestrito de conhecimentos obtidos fora da &quot;academia&quot;.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://lpalma.com/2010/09/06/faculdade-twitter/#comment-330">Luciano Palma</a>.</p>
<p>Palma,<br />
isso já existe e faz tempo. De acordo com as normas do MEC, podes eliminar quaisquer disciplinas com base em conhecimentos prévios (adquiridos onde quer que seja), caro que as limitações aqui, são:<br />
1) só consegues eliminar disciplinas do programa do curso, ou seja, não há como te certificares em assuntos que ainda não constem do programa;<br />
2) este é um procedimento pouco divulgado, porque quando prestas as provas sem cursar a disciplina não pagas o valor dela.<br />
Outra situação possível é a obtenção do título de &#8220;notório saber&#8221;, através do qual obténs o grau sem prestar provas, nem assistir a aulas, precisando apenas ser reconhecido por uma banca da universidade.<br />
Um problema que vejo é a grande quantidade de instituições de ensino sendo aprovadas. Só poderia ter uma grande quantidade de &#8220;caça-níqueis&#8221; entre elas, pois são muitas e os profissionais bons são poucos. Sou do tempo que sem especialização era muito difícil alguém ser professor de graduação, na especialização então era quase impossível de entrar sem o mestrado. Hoje tudo mudou, pois já está ficando comum em algumas instituições se encontrar graduados ministrando aulas na graduação e especialistas na especialização.<br />
De qualquer forma, em um país onde é proibido por lei de se ensinar os filhos em casa, será complicado o reconhecimento amplo e irrestrito de conhecimentos obtidos fora da &#8220;academia&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Lucas Vieira		</title>
		<link>https://lpalma.com/2010/09/06/faculdade-twitter/#comment-333</link>

		<dc:creator><![CDATA[Lucas Vieira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Sep 2010 16:10:22 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://br.lpalma.com/faculdade-twitter/#comment-333</guid>

					<description><![CDATA[Palma,
excelente post. Achei muito interessante e sincero esse trecho: &quot;Vejo muita gente preocupada com a educação dos filhos e seu preparo para o futuro. Mas não se prepara alguém para o futuro olhando prá trás.&quot;
Concordo e acredito muito no que falou. A venda de &quot;papel&quot; por parte das &quot;universidades&quot; é preocupante. Particularmente acho até meio clichê o título MBA (que me perdõe quem tem), meio modismo.
Me considero um auto-didata e acredito na força coletiva e colaborativa que a web, através principalmente das mídias sociais, tem hoje em dia.
T+!
@contatolucas]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Palma,<br />
excelente post. Achei muito interessante e sincero esse trecho: &#8220;Vejo muita gente preocupada com a educação dos filhos e seu preparo para o futuro. Mas não se prepara alguém para o futuro olhando prá trás.&#8221;<br />
Concordo e acredito muito no que falou. A venda de &#8220;papel&#8221; por parte das &#8220;universidades&#8221; é preocupante. Particularmente acho até meio clichê o título MBA (que me perdõe quem tem), meio modismo.<br />
Me considero um auto-didata e acredito na força coletiva e colaborativa que a web, através principalmente das mídias sociais, tem hoje em dia.<br />
T+!<br />
@contatolucas</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Rogerio F Marchetti		</title>
		<link>https://lpalma.com/2010/09/06/faculdade-twitter/#comment-332</link>

		<dc:creator><![CDATA[Rogerio F Marchetti]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Sep 2010 16:04:13 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://br.lpalma.com/faculdade-twitter/#comment-332</guid>

					<description><![CDATA[Olá Luciano, Eu só tenho a agradecer os criadores do Twitter, Facebook, Orkut e muitos outros, Porque nunca tive tão perto de pessoas conhecidas, inteligentes e com tanto conhecimento para passar como agora. E não tem jeito quanto aos cursos precenciais e pagos por ai... é a aquela velha história quem faz a faculdade são os alunos, ou seja a interpretação que tenho dessa frase é o seguinte: Se nós (digo eu) não aprender a ser auto-didata não irei a lugar nemhum.
Se eu for ficar esperando professores para entregar o conteudo e esperar que eles relsovam tudo, estarei frito e não aprenderei nada.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Luciano, Eu só tenho a agradecer os criadores do Twitter, Facebook, Orkut e muitos outros, Porque nunca tive tão perto de pessoas conhecidas, inteligentes e com tanto conhecimento para passar como agora. E não tem jeito quanto aos cursos precenciais e pagos por ai&#8230; é a aquela velha história quem faz a faculdade são os alunos, ou seja a interpretação que tenho dessa frase é o seguinte: Se nós (digo eu) não aprender a ser auto-didata não irei a lugar nemhum.<br />
Se eu for ficar esperando professores para entregar o conteudo e esperar que eles relsovam tudo, estarei frito e não aprenderei nada.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
	</channel>
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