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	Comentários sobre: O que nossos filhos dirão de nós?	</title>
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	<description>Paixão por Tecnologia</description>
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		<title>
		Por: Luciano Palma		</title>
		<link>https://lpalma.com/2011/03/21/nossos-filhos/#comment-427</link>

		<dc:creator><![CDATA[Luciano Palma]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Apr 2011 19:25:21 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://br.lpalma.com/nossos-filhos/#comment-427</guid>

					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://lpalma.com/2011/03/21/nossos-filhos/#comment-426&quot;&gt;Edivan Santos&lt;/a&gt;.

Muito bom mesmo te &quot;rever&quot;, Edivan!
Sim, tem muita vida, muito coração, muita humanidade por trás da pectina corporativa. É só uma questão de darmos uma &quot;batidinha&quot; e quebrarmos essa casca que a tantos engessa...
Fico muito feliz de ler um comentário como o seu. É como se alguém batesse no ombro e me dissesse: &quot;você não está sozinho, meu irmão!&quot;. Dá muita força para continuar não só acreditando (isso nunca deixaremos), mas repassando as ideias.
Acredito que fazendo isso, meus filhos e seu filhos não cheguem a ouvir o que ouvi numa &quot;aula&quot; de MBA: que os médicos devem priorizar os melhores planos de saúde para maximizar seus lucros.
Só com um toque de humanidade conseguiremos expurgar esse raciocínio que coloca o lucro acima da vida humana. E temos obrigação de fazer isso, porque esse mundo vem ficando mais materialista de quando pusemos os pés nele até hoje, então precisamos fazer algo para deixar, se não um mundo melhor, pelo menos um mundo que não seja pior do que recebemos.
Tem muito chão, mas também tem muita energia e tem muita gente boa para recolocar o trem nos trilhos. Mãos à obra!
Grande abraço!
Luciano]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://lpalma.com/2011/03/21/nossos-filhos/#comment-426">Edivan Santos</a>.</p>
<p>Muito bom mesmo te &#8220;rever&#8221;, Edivan!<br />
Sim, tem muita vida, muito coração, muita humanidade por trás da pectina corporativa. É só uma questão de darmos uma &#8220;batidinha&#8221; e quebrarmos essa casca que a tantos engessa&#8230;<br />
Fico muito feliz de ler um comentário como o seu. É como se alguém batesse no ombro e me dissesse: &#8220;você não está sozinho, meu irmão!&#8221;. Dá muita força para continuar não só acreditando (isso nunca deixaremos), mas repassando as ideias.<br />
Acredito que fazendo isso, meus filhos e seu filhos não cheguem a ouvir o que ouvi numa &#8220;aula&#8221; de MBA: que os médicos devem priorizar os melhores planos de saúde para maximizar seus lucros.<br />
Só com um toque de humanidade conseguiremos expurgar esse raciocínio que coloca o lucro acima da vida humana. E temos obrigação de fazer isso, porque esse mundo vem ficando mais materialista de quando pusemos os pés nele até hoje, então precisamos fazer algo para deixar, se não um mundo melhor, pelo menos um mundo que não seja pior do que recebemos.<br />
Tem muito chão, mas também tem muita energia e tem muita gente boa para recolocar o trem nos trilhos. Mãos à obra!<br />
Grande abraço!<br />
Luciano</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Edivan Santos		</title>
		<link>https://lpalma.com/2011/03/21/nossos-filhos/#comment-426</link>

		<dc:creator><![CDATA[Edivan Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Apr 2011 18:54:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Olá Palma, maravilha te reencontrar após as &quot;baladas&#039; do Banco ABN, lembra?
Lendo esse teu pensamento me fez ver, que existe vida atrás dum badge... Vc já vivenciou isso também pelo que noto...
Invariavelmente o ser humano tem a tendência de seguir o bando, e infelizmente a maioria não tem parado pra refletir no que estão fazendo a suas próprias vidas: trocando felicidade verdadeira por algumas moedas...
Temos de olhar pra dentro, reparar em nossas convicções o que realmente queremos ser, sim, &quot;SER&quot;, não &quot;TER&quot;, e acreditar que vale a pena seguirmos nosssos melhores sentidos.
Tenho 3 filhos, e não quero que sejam os top ultra seven master of the universe, mas sim que sejam grandes pessoas 1)Espirituais 2)Emocionais 3)Completos em felicidade, não em bens.
Dá vontade de chorar quando vemos a escola ensinar nossos filhos como preencher &quot;x&quot; nas questões de múltipla escolha, mas quando eles entram na portaria não ouvem sequer um &quot;bom dia&quot; das &#039;tias&quot;... Falta educação e cidadania.
Vale a pena sim pensar fora da caixa, repensar valores, estar feliz com o que se tem. Aí sim a troca tem chance de ser justa.
Parabéns pela iniciativa, não vamos mais perder contato.
Grande Abs,
Edivan]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Palma, maravilha te reencontrar após as &#8220;baladas&#8217; do Banco ABN, lembra?<br />
Lendo esse teu pensamento me fez ver, que existe vida atrás dum badge&#8230; Vc já vivenciou isso também pelo que noto&#8230;<br />
Invariavelmente o ser humano tem a tendência de seguir o bando, e infelizmente a maioria não tem parado pra refletir no que estão fazendo a suas próprias vidas: trocando felicidade verdadeira por algumas moedas&#8230;<br />
Temos de olhar pra dentro, reparar em nossas convicções o que realmente queremos ser, sim, &#8220;SER&#8221;, não &#8220;TER&#8221;, e acreditar que vale a pena seguirmos nosssos melhores sentidos.<br />
Tenho 3 filhos, e não quero que sejam os top ultra seven master of the universe, mas sim que sejam grandes pessoas 1)Espirituais 2)Emocionais 3)Completos em felicidade, não em bens.<br />
Dá vontade de chorar quando vemos a escola ensinar nossos filhos como preencher &#8220;x&#8221; nas questões de múltipla escolha, mas quando eles entram na portaria não ouvem sequer um &#8220;bom dia&#8221; das &#8216;tias&#8221;&#8230; Falta educação e cidadania.<br />
Vale a pena sim pensar fora da caixa, repensar valores, estar feliz com o que se tem. Aí sim a troca tem chance de ser justa.<br />
Parabéns pela iniciativa, não vamos mais perder contato.<br />
Grande Abs,<br />
Edivan</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Luciano Palma		</title>
		<link>https://lpalma.com/2011/03/21/nossos-filhos/#comment-425</link>

		<dc:creator><![CDATA[Luciano Palma]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 Apr 2011 17:22:52 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://br.lpalma.com/nossos-filhos/#comment-425</guid>

					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://lpalma.com/2011/03/21/nossos-filhos/#comment-424&quot;&gt;Ana Paula de Almeida&lt;/a&gt;.

Ana Paula,
Que comentário recompensador!!! Obrigado!!!
Você complementou de forma preciosa o post. &quot;Nossos filhos&quot; já estão em alguns de nós.
Como toda geração, somos elementos de transformação do mundo que &quot;pegamos&quot; para o mundo que &quot;entregaremos&quot; a nossos filhos, como numa corrida de revezamento.
Pessoas que pensam como nós são os elementos que permitem essa evolução - e acredite, não somos poucos.
Temos que iniciar o processo de mudança. Um gesto pode ser o de não trabalhar em empresas que FALAM em valorização do funcionário mas não PRATICAM isso. Que FALAM em inovação porque está na moda, mas não querem sair do conforto do &quot;Status Quo&quot; e acabam não REALIZANDO inovação.
Automaticamente, você estará construindo empresas onde você e eu queremos trabalhar, e onde nossos filhos também vão querer. Talvez fazendo isso, nossos filhos falem de nós com muito orgulho.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://lpalma.com/2011/03/21/nossos-filhos/#comment-424">Ana Paula de Almeida</a>.</p>
<p>Ana Paula,<br />
Que comentário recompensador!!! Obrigado!!!<br />
Você complementou de forma preciosa o post. &#8220;Nossos filhos&#8221; já estão em alguns de nós.<br />
Como toda geração, somos elementos de transformação do mundo que &#8220;pegamos&#8221; para o mundo que &#8220;entregaremos&#8221; a nossos filhos, como numa corrida de revezamento.<br />
Pessoas que pensam como nós são os elementos que permitem essa evolução &#8211; e acredite, não somos poucos.<br />
Temos que iniciar o processo de mudança. Um gesto pode ser o de não trabalhar em empresas que FALAM em valorização do funcionário mas não PRATICAM isso. Que FALAM em inovação porque está na moda, mas não querem sair do conforto do &#8220;Status Quo&#8221; e acabam não REALIZANDO inovação.<br />
Automaticamente, você estará construindo empresas onde você e eu queremos trabalhar, e onde nossos filhos também vão querer. Talvez fazendo isso, nossos filhos falem de nós com muito orgulho.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Ana Paula de Almeida		</title>
		<link>https://lpalma.com/2011/03/21/nossos-filhos/#comment-424</link>

		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula de Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 Apr 2011 14:17:27 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://br.lpalma.com/nossos-filhos/#comment-424</guid>

					<description><![CDATA[Estranho o sentimento que me despertou o teu post Palma – “O que nossos filhos dirão de nós?”, confesso que fiquei reflexiva em maior tempo do que de costume, e resolvi comentar o post.
Ao ler &quot;Nosso Filhos&quot; ao longo do texto, facilmente visualizei os jovens e crianças que estão a minha volta hoje se desenvolvendo com todas as influências tecnológicas disponíveis, mudança de valores, rótulos para suas respectivas gerações, acesso a diversas culturas e hábitos.
Observo e entendo os questionamentos de como esses fatores contribuirão para o entendimento/vivência desses jovens, em relação à satisfação pessoal x profissional x valores x desenvolvimento do senso crítico, impactando diretamente na sua formação profissional.
Contudo a minha inquietação está no seguinte ponto: Ao mesmo tempo em que visualizo esta geração de “Nossos Filhos” eu também faço parte dela. E dessa forma sempre dedico alguns minutos de reflexão sempre que leio um artigo que fala das gerações ou sobre comportamento.
Vivencio uma geração que muitas vezes não difere lazer do trabalho pois se deixam envolver a tal ponto por suas atividades que elas deixam de ser obrigações. Vivencio uma geração que reluta em trabalhar em empresas que contratam apenas pecinhas para a sua linha de produção. Vivencio uma geração que quer a cada dia se desenvolver e ser reconhecido por suas competências profissionais e pessoais.
Porém vivencio também o “adestramento” de emoções e consequentemente a frustração profissional que vem intrínseca neste abster de senso critico cultivado por algumas empresas.
De qualquer forma, o que busco e espero que os &quot;nossos filhos&quot; possam encontrar, são empresa que não somente os vejam com mais um profissional diante de tantos outros, e sim como pessoas a se desenvolverem e crescerem e consequentemente impacterem no dia-a-dia da empresa, indiferentemente de suas atividades ou obrigações.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estranho o sentimento que me despertou o teu post Palma – “O que nossos filhos dirão de nós?”, confesso que fiquei reflexiva em maior tempo do que de costume, e resolvi comentar o post.<br />
Ao ler &#8220;Nosso Filhos&#8221; ao longo do texto, facilmente visualizei os jovens e crianças que estão a minha volta hoje se desenvolvendo com todas as influências tecnológicas disponíveis, mudança de valores, rótulos para suas respectivas gerações, acesso a diversas culturas e hábitos.<br />
Observo e entendo os questionamentos de como esses fatores contribuirão para o entendimento/vivência desses jovens, em relação à satisfação pessoal x profissional x valores x desenvolvimento do senso crítico, impactando diretamente na sua formação profissional.<br />
Contudo a minha inquietação está no seguinte ponto: Ao mesmo tempo em que visualizo esta geração de “Nossos Filhos” eu também faço parte dela. E dessa forma sempre dedico alguns minutos de reflexão sempre que leio um artigo que fala das gerações ou sobre comportamento.<br />
Vivencio uma geração que muitas vezes não difere lazer do trabalho pois se deixam envolver a tal ponto por suas atividades que elas deixam de ser obrigações. Vivencio uma geração que reluta em trabalhar em empresas que contratam apenas pecinhas para a sua linha de produção. Vivencio uma geração que quer a cada dia se desenvolver e ser reconhecido por suas competências profissionais e pessoais.<br />
Porém vivencio também o “adestramento” de emoções e consequentemente a frustração profissional que vem intrínseca neste abster de senso critico cultivado por algumas empresas.<br />
De qualquer forma, o que busco e espero que os &#8220;nossos filhos&#8221; possam encontrar, são empresa que não somente os vejam com mais um profissional diante de tantos outros, e sim como pessoas a se desenvolverem e crescerem e consequentemente impacterem no dia-a-dia da empresa, indiferentemente de suas atividades ou obrigações.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Luciano Palma		</title>
		<link>https://lpalma.com/2011/03/21/nossos-filhos/#comment-423</link>

		<dc:creator><![CDATA[Luciano Palma]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Apr 2011 19:43:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://lpalma.com/2011/03/21/nossos-filhos/#comment-422&quot;&gt;Tainah&lt;/a&gt;.

Muito obrigado Tainah!!!
Sim, eu estarei no Social Media Brasil em Junho, em um painel onde discutiremos alguns casos reais de forma um pouco diferente ;)
Obrigado pela msg, bjs!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://lpalma.com/2011/03/21/nossos-filhos/#comment-422">Tainah</a>.</p>
<p>Muito obrigado Tainah!!!<br />
Sim, eu estarei no Social Media Brasil em Junho, em um painel onde discutiremos alguns casos reais de forma um pouco diferente 😉<br />
Obrigado pela msg, bjs!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Tainah		</title>
		<link>https://lpalma.com/2011/03/21/nossos-filhos/#comment-422</link>

		<dc:creator><![CDATA[Tainah]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Apr 2011 11:54:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Olá Luciano!
Adorei o texto...Gosto muito das suas reflexões...
Ah, fiz minha inscrição no Social Media ontem...Estará por lá novamente?
Beijo e sucesso sempre!
Tainah.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Luciano!<br />
Adorei o texto&#8230;Gosto muito das suas reflexões&#8230;<br />
Ah, fiz minha inscrição no Social Media ontem&#8230;Estará por lá novamente?<br />
Beijo e sucesso sempre!<br />
Tainah.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Andressa		</title>
		<link>https://lpalma.com/2011/03/21/nossos-filhos/#comment-421</link>

		<dc:creator><![CDATA[Andressa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Mar 2011 15:50:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Perdi a conta de quantas vezes eu ouvi as seguintes frases:
&quot;Vira Homem meu!&quot;
&quot;Para de frescura!&quot;
Ainda bem que não virei! heheh]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Perdi a conta de quantas vezes eu ouvi as seguintes frases:<br />
&#8220;Vira Homem meu!&#8221;<br />
&#8220;Para de frescura!&#8221;<br />
Ainda bem que não virei! heheh</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Luciano Palma		</title>
		<link>https://lpalma.com/2011/03/21/nossos-filhos/#comment-420</link>

		<dc:creator><![CDATA[Luciano Palma]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Mar 2011 14:51:31 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://br.lpalma.com/nossos-filhos/#comment-420</guid>

					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://lpalma.com/2011/03/21/nossos-filhos/#comment-419&quot;&gt;patricia mantovani&lt;/a&gt;.

Oi Patrícia!
Uma das melhores partesde manter um blog é receber comentários como este! ;) Obrigado!!!
Entendo e compartilho sua dúvida, mas saber que temos pessoas como o Ken Robinson do nosso lado ajuda a manter as esperanças acesas.
Talvez você ja conheça este vídeo (sensacional) dele, onde ele questiona justamente isso: as escolas estão matando a criatividade? - http://www.ted.com/talks/lang/eng/ken_robinson_says_schools_kill_creativity.html
Outra recomendação para quem tem filhos: &quot;A whole new mind&quot;, do Daniel Pink.
Bjs!
Luciano]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://lpalma.com/2011/03/21/nossos-filhos/#comment-419">patricia mantovani</a>.</p>
<p>Oi Patrícia!<br />
Uma das melhores partesde manter um blog é receber comentários como este! 😉 Obrigado!!!<br />
Entendo e compartilho sua dúvida, mas saber que temos pessoas como o Ken Robinson do nosso lado ajuda a manter as esperanças acesas.<br />
Talvez você ja conheça este vídeo (sensacional) dele, onde ele questiona justamente isso: as escolas estão matando a criatividade? &#8211; <a href="http://www.ted.com/talks/lang/eng/ken_robinson_says_schools_kill_creativity.html" rel="nofollow ugc">http://www.ted.com/talks/lang/eng/ken_robinson_says_schools_kill_creativity.html</a><br />
Outra recomendação para quem tem filhos: &#8220;A whole new mind&#8221;, do Daniel Pink.<br />
Bjs!<br />
Luciano</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: patricia mantovani		</title>
		<link>https://lpalma.com/2011/03/21/nossos-filhos/#comment-419</link>

		<dc:creator><![CDATA[patricia mantovani]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Mar 2011 13:51:08 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://br.lpalma.com/nossos-filhos/#comment-419</guid>

					<description><![CDATA[1) Que saudades das nossas conversas lá na copa...
2) Correção no site: apaixonado por redes, fotografia, psicologia e filosofia.
3) A única conta que não fecha no seu texto é que as escolas de hoje, pressionadas por nossa geração de pais &quot;super profissionais&quot; bombardeiam nossos filhos de conteúdo e competitividade, inglês, espanhol, informática (piada de mal gosto, nossos filhos de 8 anos viram o professor do avesso) e chinês como matéria optativa. Artes e esportes são de menor relevância. Se forem muito competentes - as escolas - sua profecia não se realiza.
4) Só posso torcer para que você esteja certo, Amém, Que assim seja!!
5) Um grande abraço :-)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>1) Que saudades das nossas conversas lá na copa&#8230;<br />
2) Correção no site: apaixonado por redes, fotografia, psicologia e filosofia.<br />
3) A única conta que não fecha no seu texto é que as escolas de hoje, pressionadas por nossa geração de pais &#8220;super profissionais&#8221; bombardeiam nossos filhos de conteúdo e competitividade, inglês, espanhol, informática (piada de mal gosto, nossos filhos de 8 anos viram o professor do avesso) e chinês como matéria optativa. Artes e esportes são de menor relevância. Se forem muito competentes &#8211; as escolas &#8211; sua profecia não se realiza.<br />
4) Só posso torcer para que você esteja certo, Amém, Que assim seja!!<br />
5) Um grande abraço 🙂</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
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