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	Comentários sobre: ReTweetspectiva 2011 &#8211; Parte 3 (Mundo Corporativo)	</title>
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		<title>
		Por: Rafael Martins		</title>
		<link>https://lpalma.com/2012/01/04/retweetspectiva-2011-parte-3/#comment-469</link>

		<dc:creator><![CDATA[Rafael Martins]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Mar 2014 03:58:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Luciano, conheço uma pessoa que já escreveu sobre o assunto há mais de 20 anos.
Se quizer o livro esta a venda por mim. Pois o autor é meu pai. O livro possui o titulo :OS GERENTOIDES. A ruina das organizações.
Se interessar me contacte. Abraço.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Luciano, conheço uma pessoa que já escreveu sobre o assunto há mais de 20 anos.<br />
Se quizer o livro esta a venda por mim. Pois o autor é meu pai. O livro possui o titulo :OS GERENTOIDES. A ruina das organizações.<br />
Se interessar me contacte. Abraço.</p>
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		<title>
		Por: Luciano Palma		</title>
		<link>https://lpalma.com/2012/01/04/retweetspectiva-2011-parte-3/#comment-468</link>

		<dc:creator><![CDATA[Luciano Palma]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Jan 2012 01:57:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://lpalma.com/2012/01/04/retweetspectiva-2011-parte-3/#comment-467&quot;&gt;Rodolfo Roim&lt;/a&gt;.

Oi Rodolfo. Essa discussão realmente vale aprofundamento. Vou pensar em algo.
A boa notícia é que nem todas as empresas têm foco unicamente no lucro. O conceito de L3C já é algo real. Estas empresas (Low-profit, Limited Liability Companies - mais em http://en.wikipedia.org/wiki/L3C) continuam visando lucro, mas ele não é mais o único objetivo a perseguir.
Eu acredito que dá para ir além do L3C, e trabalhar também na revisão da estrutura organizacional. Hoje (e principalmente no Brasil) temos muito cacique para pouco índio.
Tem gente saindo da faculdade e assumindo cargo de &quot;Gerência&quot;, só porque tem MBA ou pai rico. Isso é ruim para todos. A empresa fica inchada e vai se distanciando da realidade do [verdadeiro] mercado.
Precisamos de mais Yunus. De mais gente inconformada. De mais questionadores. Enquanto continuarmos no esquema &quot;Cordeiros obedecendo Coronéis&quot; nada mudará. E os Coronéis agradecerão.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://lpalma.com/2012/01/04/retweetspectiva-2011-parte-3/#comment-467">Rodolfo Roim</a>.</p>
<p>Oi Rodolfo. Essa discussão realmente vale aprofundamento. Vou pensar em algo.<br />
A boa notícia é que nem todas as empresas têm foco unicamente no lucro. O conceito de L3C já é algo real. Estas empresas (Low-profit, Limited Liability Companies &#8211; mais em <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/L3C" rel="nofollow ugc">http://en.wikipedia.org/wiki/L3C</a>) continuam visando lucro, mas ele não é mais o único objetivo a perseguir.<br />
Eu acredito que dá para ir além do L3C, e trabalhar também na revisão da estrutura organizacional. Hoje (e principalmente no Brasil) temos muito cacique para pouco índio.<br />
Tem gente saindo da faculdade e assumindo cargo de &#8220;Gerência&#8221;, só porque tem MBA ou pai rico. Isso é ruim para todos. A empresa fica inchada e vai se distanciando da realidade do [verdadeiro] mercado.<br />
Precisamos de mais Yunus. De mais gente inconformada. De mais questionadores. Enquanto continuarmos no esquema &#8220;Cordeiros obedecendo Coronéis&#8221; nada mudará. E os Coronéis agradecerão.</p>
]]></content:encoded>
		
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		<item>
		<title>
		Por: Rodolfo Roim		</title>
		<link>https://lpalma.com/2012/01/04/retweetspectiva-2011-parte-3/#comment-467</link>

		<dc:creator><![CDATA[Rodolfo Roim]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Jan 2012 10:29:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Acho que você deveria levar adiante a sua ideia de escrever alguma coisa a respeito. Talvez não um trabalho científico, mas um artigo para o seu blog, ou para qualquer outra publicação. Nesse exercício, seria importante dar exemplos da vida real, ou seja, como um serviço/produto é concebido, comercializado, executado, mensurado e, finalmente, como seus criadores e executores são remunerados/reconhecidos.
O conceito ainda soa etéreo para mim, mas talvez porque eu não esteja conseguindo materializa-lo na dinâmica do mundo real. Entendo a preocupação coletiva, o foco desviado do lucro, mas, meu amigo, é disso que as empresas - e as pessoas que nelas trabalham - ainda vivem.
Talvez você já tenha lido, mas não custa recomendar novamente: O Banqueiro dos Pobres - Muhammad Yunus. Ele teve uma ideia absurda, mas funcionou, teve muito lucro e beneficiou uma nação inteira. Não tem muito a ver com o que você está dizendo, mas tem a ver com a &quot;utopia é utopia até que não exista&quot;.
abs]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acho que você deveria levar adiante a sua ideia de escrever alguma coisa a respeito. Talvez não um trabalho científico, mas um artigo para o seu blog, ou para qualquer outra publicação. Nesse exercício, seria importante dar exemplos da vida real, ou seja, como um serviço/produto é concebido, comercializado, executado, mensurado e, finalmente, como seus criadores e executores são remunerados/reconhecidos.<br />
O conceito ainda soa etéreo para mim, mas talvez porque eu não esteja conseguindo materializa-lo na dinâmica do mundo real. Entendo a preocupação coletiva, o foco desviado do lucro, mas, meu amigo, é disso que as empresas &#8211; e as pessoas que nelas trabalham &#8211; ainda vivem.<br />
Talvez você já tenha lido, mas não custa recomendar novamente: O Banqueiro dos Pobres &#8211; Muhammad Yunus. Ele teve uma ideia absurda, mas funcionou, teve muito lucro e beneficiou uma nação inteira. Não tem muito a ver com o que você está dizendo, mas tem a ver com a &#8220;utopia é utopia até que não exista&#8221;.<br />
abs</p>
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		<title>
		Por: Luciano Palma		</title>
		<link>https://lpalma.com/2012/01/04/retweetspectiva-2011-parte-3/#comment-466</link>

		<dc:creator><![CDATA[Luciano Palma]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Jan 2012 17:01:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://lpalma.com/2012/01/04/retweetspectiva-2011-parte-3/#comment-465&quot;&gt;Rodolfo Roim&lt;/a&gt;.

Oi Rodolfo,
Já pensei em escrever um livro, junto com o grande amigo Celso Pagotti, com uma proposta de modelo.
Chegamos a desenhar algo, mas quando fomos pesquisar, descobrimos que já tinha gente pensando da mesma forma. Na própria Escola de Redes tem um grupo estudando a Transição Organizacional.
Basicamente, a ideia é ter &quot;empresas em rede&quot;, onde alguém que tem uma ideia &quot;posta&quot; necessidades, e quem está apto a realizar a tarefa oferece o serviço.
Desta forma, cada um estaria trabalhando no que sabe fazer melhor. O sistema seria muito mais colaborativo do que competitivo (o grande problema das empresas atuais - a competição interna) e a troca de conhecimento seria fantástica. A Empresa na Teia já está implementando este modelo.
Toda atividade seria avaliada de acordo com o resultado, de forma a identificar, na rede, o melhor recurso para cada tarefa. Não há necessidade de &quot;patentes&quot; e hierarquias.
Alguns podem achar o modelo utópico, mas como diz o Augusto de Franco, &quot;a utopia só é utopia enquanto não existe&quot;.
Acredito que o modelo corporativo precise dessa transição. O mundo pode existir com lucros menores (evitando a absurda concentração de riqueza que assistimos) e com mais colaboração.
Quem trabalha ao seu lado pode - e deve - ser um apoio para você, e não uma ameaça à sua posição.
Os MBA&#039;s precisam ser revistos; parar de falar somente em lucro máximo, sem se preocupar com as consequências em todos os sentidos (psicológicas, ambientais, sociais, etc). Fiz um MBA (e me arrependi) onde um professor &quot;ensinou&quot; que um médico tem que procurar atender só convênios que pagam mais, pois isso dá mais lucro. Essa aula eu me recuso a pôr em prática. Prefiro continuar sendo chamado de idealista, utópico, sonhador, do que dormir com um luxuoso SUV na garagem e a consciência no quartinho da empregada.
(O SUV é só uma metáfora de &quot;status symbol&quot;, ok? Estou certo que você entendeu. Sei que tem muita gente que tem SUV e que pode por a cabeça no travesseiro).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://lpalma.com/2012/01/04/retweetspectiva-2011-parte-3/#comment-465">Rodolfo Roim</a>.</p>
<p>Oi Rodolfo,<br />
Já pensei em escrever um livro, junto com o grande amigo Celso Pagotti, com uma proposta de modelo.<br />
Chegamos a desenhar algo, mas quando fomos pesquisar, descobrimos que já tinha gente pensando da mesma forma. Na própria Escola de Redes tem um grupo estudando a Transição Organizacional.<br />
Basicamente, a ideia é ter &#8220;empresas em rede&#8221;, onde alguém que tem uma ideia &#8220;posta&#8221; necessidades, e quem está apto a realizar a tarefa oferece o serviço.<br />
Desta forma, cada um estaria trabalhando no que sabe fazer melhor. O sistema seria muito mais colaborativo do que competitivo (o grande problema das empresas atuais &#8211; a competição interna) e a troca de conhecimento seria fantástica. A Empresa na Teia já está implementando este modelo.<br />
Toda atividade seria avaliada de acordo com o resultado, de forma a identificar, na rede, o melhor recurso para cada tarefa. Não há necessidade de &#8220;patentes&#8221; e hierarquias.<br />
Alguns podem achar o modelo utópico, mas como diz o Augusto de Franco, &#8220;a utopia só é utopia enquanto não existe&#8221;.<br />
Acredito que o modelo corporativo precise dessa transição. O mundo pode existir com lucros menores (evitando a absurda concentração de riqueza que assistimos) e com mais colaboração.<br />
Quem trabalha ao seu lado pode &#8211; e deve &#8211; ser um apoio para você, e não uma ameaça à sua posição.<br />
Os MBA&#8217;s precisam ser revistos; parar de falar somente em lucro máximo, sem se preocupar com as consequências em todos os sentidos (psicológicas, ambientais, sociais, etc). Fiz um MBA (e me arrependi) onde um professor &#8220;ensinou&#8221; que um médico tem que procurar atender só convênios que pagam mais, pois isso dá mais lucro. Essa aula eu me recuso a pôr em prática. Prefiro continuar sendo chamado de idealista, utópico, sonhador, do que dormir com um luxuoso SUV na garagem e a consciência no quartinho da empregada.<br />
(O SUV é só uma metáfora de &#8220;status symbol&#8221;, ok? Estou certo que você entendeu. Sei que tem muita gente que tem SUV e que pode por a cabeça no travesseiro).</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Rodolfo Roim		</title>
		<link>https://lpalma.com/2012/01/04/retweetspectiva-2011-parte-3/#comment-465</link>

		<dc:creator><![CDATA[Rodolfo Roim]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Jan 2012 10:25:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://lpalma.com/2012/01/04/retweetspectiva-2011-parte-3/#comment-464&quot;&gt;Rodolfo Roim&lt;/a&gt;.

Ou melhor, a definição da empresa ideal.... :)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://lpalma.com/2012/01/04/retweetspectiva-2011-parte-3/#comment-464">Rodolfo Roim</a>.</p>
<p>Ou melhor, a definição da empresa ideal&#8230;. 🙂</p>
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		<title>
		Por: Rodolfo Roim		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodolfo Roim]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Jan 2012 10:24:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Palmius, quero muito ler sua definição ideal de empresa. Desde a estrutura organizacional até a política de remuneração. #Curiosidade]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Palmius, quero muito ler sua definição ideal de empresa. Desde a estrutura organizacional até a política de remuneração. #Curiosidade</p>
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