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	<title>agilidade &#8211; LPalma.com</title>
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		<title>Não é uma meritocracia, mas mantenha a calma! Ainda assim, você pode vencer! (ou &#034;a metáfora do jogo de golfe&#034;)</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Jul 2015 19:39:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Startups no Brasil Tenho participado de algumas discussões sobre Startups no Brasil, e nota-se alguns &#8220;padrões&#8221; nesse ecossistema. Existe o pessoal que realmente quer mudar o mundo e que tem capacidade e vontade para isso. Existe a turma que acha que startup é um caminho mais fácil para ficar rico, sem precisar &#8220;perder tempo&#8221; fazendo uma faculdade &#8230;<p class="read-more"> <a class="" href="https://lpalma.com/2015/07/20/nao-e-uma-meritocracia/"> <span class="screen-reader-text">Não é uma meritocracia, mas mantenha a calma! Ainda assim, você pode vencer! (ou &#34;a metáfora do jogo de golfe&#34;)</span> Leia mais &#187;</a></p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2><strong>Startups no Brasil</strong></h2>
<p>Tenho participado de algumas discussões sobre Startups no Brasil, e nota-se alguns &#8220;padrões&#8221; nesse ecossistema.<br />
Existe o pessoal que realmente quer mudar o mundo e que tem capacidade e vontade para isso. Existe a turma que acha que startup é um caminho mais fácil para ficar rico, sem precisar &#8220;perder tempo&#8221; fazendo uma faculdade e adquirindo experiência. Existem os iludidos, que vão atrás de tudo o que reluz. Existem os cheios da grana que, turbinados por ela, criam uma imagem de sucesso para massagear o ego. Existem profissionais experientes e visionários, que vêem no modelo uma forma de criar coisas novas. E existem também os sem-noção. Tem de tudo um pouco.<br />
Dentre todos esses padrões, é possível dividir aqueles que terão sucesso em dois grupos: os altamente capazes e que não têm muitos recursos financeiros disponíveis e aqueles que têm MUITA grana (e que nem sempre precisam ser altamente capazes).</p>
<h2><strong>Recursos financeiros</strong></h2>
<p>Com muito dinheiro, dá para fazer a coisa dar certo &#8220;na força bruta&#8221;. Tenta, quebra, tenta, quebra, tenta, quebra, tenta, quebra de novo&#8230; Uma hora funciona, e então aciona-se uma máquina de marketing e relações públicas para divulgar (somente) essa iniciativa que deu certo. Pronto: uma imagem de sucesso está formada! Até criança é capaz de fazer sucesso assim (e existem casos).<br />
Fazer sucesso sem ter (muito) dinheiro da família à disposição, porém, é bem diferente&#8230;</p>
<h2><a href="https://br.lpalma.com/wp-content/uploads/2015/07/meritocracia.jpg"><img decoding="async" loading="lazy" class="alignnone size-medium wp-image-3119" src="https://br.lpalma.com/wp-content/uploads/2015/07/meritocracia.jpg?w=300" alt="meritocracia" width="300" height="285" srcset="https://lpalma.com/wp-content/uploads/2015/07/meritocracia.jpg 500w, https://lpalma.com/wp-content/uploads/2015/07/meritocracia-300x285.jpg 300w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></h2>
<h2><strong>Capacidade</strong></h2>
<p>Recentemente, estive com um grupo de 12 desenvolvedores em formação. Dava para ver a qualidade dos jovens pelas perguntas feitas na palestra anterior e pela vontade de aprender estampada nos olhos daqueles jovens. Claramente, eles não tinham caminhões de dinheiro da família na garagem.<br />
Um deles levantou dúvidas sobre a questão de &#8220;tentar e quebrar&#8221;, e senti a obrigação de ser honesto com eles em relação à questão <b>privilégio x meritocracia</b> (bem ilustrada <a href="http://www.updateordie.com/2014/12/08/dinamica-de-sala-de-aula-explicando-privilegio/">no metáfora de acertar a bolinha de papel no lixo</a>).</p>
<h2><strong>Tentar != Quebrar</strong></h2>
<p>Em discursos sobre startups, é frequente ouvir que &#8220;quebrar faz parte&#8221;. Em casos extremos há quase uma &#8220;apologia à quebra&#8221;. Eu acredito que &#8220;tentar faz parte&#8221;, mas &#8220;tentar&#8221; e &#8220;quebrar&#8221; não são sinônimos.<br />
Como em tudo na vida, é necessário equilíbrio. Alguém que sai tentando coisas de forma irresponsável e sem se preparar não deve ser visto como exemplo. Por outro lado, uma pessoa que acreditou em sua ideia, validou, se preparou, planejou e tentou, eventualmente pode quebrar. Tentar faz parte, e o risco de quebrar existe. Nem por isso se deve sair tentando irresponsavelmente em nome da &#8220;agilidade&#8221;. Ao menos não todos…</p>
<h2><strong>Não é uma meritocracia</strong></h2>
<p>As consequências de quebrar podem ser muito diferentes dependendo do patrimônio que a pessoa (ou a família da pessoa) tem à disposição. Para quem possui um patrimônio de dezenas ou centenas de milhões, perder 500 mil não é um absurdo. Para quem só tem um apartamento de 2 quartos em bairro menos privilegiado e 2 filhos para criar, isso pode ser bem mais trágico. Quem tem grana pode usar a técnica da tentativa e erro. Quem não tem esse respaldo precisa ter uma mira mais acurada.</p>
<h2><strong>A metáfora do jogo de golfe</strong></h2>
<p>Durante essa conversa me ocorreu a metáfora de um jogo de golfe entre duas pessoas, uma muito rica e outra sem esse privilégio. Perguntei ao grupo quem ganharia a partida se um deles jogasse contra, digamos, o Thor Batista. Os olhares foram estranhos&#8230; <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/14.0.0/72x72/1f642.png" alt="🙂" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/14.0.0/72x72/1f642.png" alt="🙂" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><br />
A grande diferença entre um deles (vamos chamar de João) e o Batista é que enquanto João tem direito a uma só bolinha, o filho do bilionário chegaria ao jogo com 1.500 bolinhas.<br />
Batista pode perder todas as bolinhas sem grandes consequências, então ele começa, rapidamente, a atirá-las cobrindo 360 graus (&#8220;agilidade&#8221;), sem nem se preocupar para que lado é o buraco. Uma delas, eventualmente, cairá nele. Iniciativa à base da tentativa e erro.<br />
João, por ter uma só bolinha, opta por estudar e treinar antes do jogo. Avalia a situação, o vento, o taco certo a usar, a força que deve ser colocada na tacada, etc.<br />
Com tantas bolinhas, talvez Batista ganhe a partida na primeira rodada. Se ele não tiver essa sorte, porém, João passa a ter bem mais chances! Como Batista nem sabe qual bolinha pode ter chegado perto do buraco, ele começa o processo do zero, com mais 1.500 bolinhas financiadas pelo pai. João, por sua vez, pode não ter acertado o buraco na primeira tacada, mas com certeza sua bolinha está muito mais perto do objetivo. Suas chances são bem maiores agora. Seu estudo, planejamento e esforço têm grandes chances de vencer a sorte!</p>
<h2><strong>Conclusão</strong></h2>
<p>Não gostaria de ser mal entendido. O exemplo desse texto não deve conduzir a falsas dicotomias (&#8220;<em>quem é capaz não tem dinheiro, quem tem dinheiro não é capaz</em>&#8220;). Nem estou dizendo que não se deva assumir riscos. O que acho importante é avaliar o cenário em que <strong>VOCÊ</strong> se encontra antes de entrar no jogo. Nem sempre as regras são iguais para todos, e o bom jogador &#8211; aquele que provavelmente obterá bons resultados &#8211; é aquele que sabe tomar atitudes pensadas e equilibradas, com base nos recursos com os quais pode contar. Não acredite cegamente nas palestras motivacionais dos eventos. Não acredite que porque alguém teve sucesso você também terá. Absorva as informações e aplique à <strong>SUA</strong> realidade, com pensamento crítico e com muito estudo e planejamento.<br />
E sim, TENTE! Porque só ganha o jogo quem entra em campo.</p>
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