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		<title>As métricas-chuchu e a proposta de &#034;valor das referências do cliente&#034;</title>
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					<description><![CDATA[[tweetmeme source=”lucianopalma” only_single=false] Você já deve ter ouvido a expressão &#8220;comer chuchu e arrotar peru&#8220;. Quando o assunto é métrica, essa expressão popular pode ser aplicada em muitas empresas &#8211; e o que não falta no Brasil é gente que fantasia métricas-chuchu como pomposos perus&#8230; Métricas não passam de ferramentas de medição, e como todas &#8230;<p class="read-more"> <a class="" href="https://lpalma.com/2011/06/29/metricas-chuchu/"> <span class="screen-reader-text">As métricas-chuchu e a proposta de &#34;valor das referências do cliente&#34;</span> Leia mais &#187;</a></p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>[tweetmeme source=”lucianopalma” only_single=false]<br />
Você já deve ter ouvido a expressão &#8220;<em>comer chuchu e arrotar peru</em>&#8220;.<br />
Quando o assunto é métrica, essa expressão popular pode ser aplicada em muitas empresas &#8211; e o que não falta no Brasil é gente que fantasia métricas-chuchu como pomposos perus&#8230;<br />
<a href="http://lucianopalma.files.wordpress.com/2011/06/communitymetrics.png"><img loading="lazy" class="size-medium wp-image-690 alignleft" style="margin-bottom:10px;margin-right:10px;" title="CommunityMetrics" src="http://lucianopalma.files.wordpress.com/2011/06/communitymetrics.png?w=214" alt="" width="214" height="300" /></a>Métricas não passam de ferramentas de medição, e como todas as ferramentas, podem ser bem ou mal utilizadas. E podem fazer muito bem&#8230; ou muito mal para a empresa.<br />
Utilizar métricas na definição dos processos e monitorá-las de forma profissional é uma ótima forma de buscar o sucesso de um projeto, realizando eventuais ajustes durante o percurso.<br />
Este é o bom uso das métricas. Mas e aquelas pessoas menos comprometidas; mais interessadas em benefícios próprios do que no bem da empresa? Elas também podem usar as métricas a seu favor. Com amostragens controladas, métricas podem ser manipuladas. Em casos mais extremos, métricas são maquiadas contando que não haverá uma auditoria em como foram &#8220;atingidas&#8221;.<br />
Esta última técnica, apesar de deplorável, infelizmente é bastante utilizada quando mais de um nível da hierarquia está envolvido: o &#8220;líder&#8221; e o &#8220;liderado&#8221; acordam as métricas e benefícios, e o &#8220;líder&#8221; endossa o número pré-fabricado, contando que ninguém num nível superior a ele irá descer até o nível do liderado para descobrir que aqueles números não existem.<br />
Desta forma, ferramentas interessantes como o <em><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Net_Promoter" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Net Promoter Score</a></em> (<strong>NPS</strong>) &#8211; que indica a propensão dos clientes a recomendar seu produto/serviço/empresa &#8211; podem ser manipuladas simplesmente pela forma de fazer a pergunta ao pesquisado.<br />
Quando o objetivo é obter um bom resultado para garantir uma promoção (ao invés de pesquisar a real situação do mercado), a metodologia vai por água abaixo.<br />
O brilhante <a href="http://twitter.com/briansolis" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Brian Solis</a> cita em seu livro &#8220;<em><strong><a href="http://www.amazon.com/Engage-Revised-Updated-Businesses-Cultivate/dp/1118003764/ref=sr_1_1?ie=UTF8&amp;qid=1309318627&amp;sr=8-1" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Engage</a></strong></em>&#8221; métricas mais palpáveis, propostas por Dr. Kumar sob o acrônimo <strong>CRV</strong> &#8211; <em>Customer Referral Value</em>, ou &#8220;valor das referências do cliente&#8221;.<br />
Novas métricas tornam-se necessárias porque o NPS é uma forma relativamente subjetiva de medir resultados, pois pergunta: &#8220;<em>Você proporia esta solução a outras pessoas?</em>&#8220;. O pesquisado pode responder afirmativamente (ainda mais se a pergunta for direcionada ou estimulada) e não recomendar, efetivamente o produto/serviço/empresa.<br />
Dr. Kumar sugere que a métrica esteja associada a ações reais e palpáveis; coisas que efetivamente aconteceram, e portanto altera a pergunta para <em>&#8220;Você de fato recomendou o produto/serviço/empresa?</em>&#8220;. E vai além: &#8220;<em>Essa pessoa [que recebeu a recomendação] tornou-se um cliente?</em>&#8220;.<br />
Claro que sem comprometimento (e sem auditoria), este processo também pode ser fraudado. Porém é uma forma de chegar mais perto do conceito de CRV, gerenciando cada cliente com base na sua capacidade de gerar lucro indireto para a empresa.</p>
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