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	<title>Net Neutrality &#8211; LPalma.com</title>
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		<title>Net Neutrality: Liberdade em risco?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[luciano]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Aug 2010 12:30:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[[tweetmeme source=”lucianopalma” only_single=false] A semana começou com as discussões envolvendo Google e Verizon sobre Net Neutrality. E o que é Net Neutrality, afinal? Este conceito é o que faz da Internet o que ela é hoje: um ambiente democrático onde todos têm total liberdade de expressão. Na rede, somos todos iguais. Meu perfil no twitter &#8230;<p class="read-more"> <a class="" href="https://lpalma.com/2010/08/10/net-neutrality-liberdade-em-risco/"> <span class="screen-reader-text">Net Neutrality: Liberdade em risco?</span> Leia mais &#187;</a></p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>[tweetmeme source=”lucianopalma” only_single=false]<br />
A semana começou com as discussões envolvendo Google e Verizon sobre <em>Net Neutrality</em>.</p>
<h4>E o que é <em>Net Neutrality</em>, afinal?</h4>
<p>Este conceito é o que faz da Internet o que ela é hoje: um ambiente democrático onde todos têm total liberdade de expressão. Na rede, somos todos iguais. Meu perfil no twitter tem direito aos mesmos 140 caracteres que o do Presidente da República. Posso assistir no Youtube os mesmos vídeos que um executivo indiano ou um aluno canadense. Posso baixar a mesma versão de um software livre que se pode baixar em um telecentro ou em uma lan-house.<br />
Além disso, se eu e você contratarmos conexões à Internet com a mesma taxa de transmissão (<em>2 MBit/seg</em>, por exemplo), devemos poder nos comunicar – entre nós &#8211; a esta taxa*.<br />
Para completar, as empresas que fornecem acesso à Internet não devem bloquear ou limitar o fluxo de informações de acordo com sua natureza. Por exemplo: um provedor não pode impedir que um usuário, ao digitar o nome de um provedor concorrente em seu browser, acesso o site do concorrente. Mais do que neutralidade, nesse caso estamos falando em ética, concorda?</p>
<h4>E o que está em risco?</h4>
<p>Apesar da Google ser uma das maiores defensoras da <em>Net Neutrality</em>, esta semana a empresa manteve discussões com a Verizon para atuar de forma diferente nas conexões <em>wireless</em>. A proposta é implementar serviços com níveis de qualidade diferenciados, onde quem pagar mais receberá as informações com prioridade.<br />
Note que é diferente de pagar mais para uma <span style="text-decoration:underline;">taxa de transmissão</span> maior. Estamos falando em pagar mais para ter maior <span style="text-decoration:underline;">prioridade</span> na rede. É como implementar uma via pedagiada onde você pode andar a 120 Km/h, enquanto na não-pedagiada (com as mesmas características técnicas), o limite é 90 Km/h. Você já viu esse filme em algum lugar, né? Gostou?<br />
Provavelmete haverá duas correntes para esta resposta: a dos mais abastados, achando que é justo – afinal estão pagando &#8211; e a dos menos abastados achando que a medida estratifica a sociedade em grupos de <em>quem pode</em> e de <em>quem não pode</em>.<br />
A grande verdade é que se hoje somos todos iguais na rede, a quebra da <em>Net Neutrality</em> passa a permitir que uns sejam “<strong>mais iguais</strong>” do que os outros.<br />
Se o poder econômico começar a ditar a prioridade para acessar a informação, ou pior, permitir até mesmo o bloqueio de tráfego que não seja interessante do ponto de vista econômico, podemos perder nossa maior conquista do século XX – a Internet e a sua liberdade de expressão intrínseca.<br />
Claro que o que move todo esse movimento são interesses econômicos. Uma empresa de telefonia, por exemplo, pode cobrar dezenas de reais por um minuto de ligação para o exterior. Tecnicamente, os bytes que trafegam entre os países são exatamente os mesmos que trafegam via <em>Skype</em>, sem custo adicional para quem já paga a conexão à Internet (muitas vezes para a mesma empresa de telefonia). Sem <em>Net Neutrality</em>, este tráfego poderá ser limitado, ou até mesmo bloqueado, para garantir a gigantesca margem de lucro antes praticada para este serviço. O benefício da inovação e da tecnologia, até agora desfrutado pelo cidadão comum, será confiscado pelas empresas e tarifado com o mesmo peso do passado.<br />
Os grandes provedores podem passar a cobrar uma tarifa “premium” para liberar o serviço – um verdadeiro pedágio numa infovia onde antes trafegava-se de graça. E não há margem para alegar que somente a venda do acesso à Internet não garante a sobrevivência dessas emrpesas, porque até pouquíssimo tempo atrás todos queriam este filão.<br />
O grande problema é – de novo – a centralização, a concentração de poder. Enquanto eram muitos provedores pequenos, havia competição. Com as tão badaladas “mega-fusões”, o oligopólio se re-estabeleceu e a linha divisória entre os que têm e os que não têm volta a ser riscada de forma coronelista. O que era concorrência virou conferência…<br />
Como fica o futuro das mídias sociais se aquele garoto que quer se expressar “<em>xingando muito no Twitter</em>” tiver que pagar para ter seu <em>tweet</em> publicado?<br />
Você não acha que temos fazer um movimento aqui também, pela <strong>Neutralidade da Rede Brasileira</strong>?<br />
<em><span style="font-size:xx-small;">* Normalmente os contratos com provedores garantem uma fração da taxa nominal e possuem valores distintos para o upload e download.</span></em></p>
<div id="scid:0767317B-992E-4b12-91E0-4F059A8CECA8:03d294e1-8ded-4553-81a9-6459a787fbb3" class="wlWriterEditableSmartContent" style="display:inline;float:none;margin:0;padding:0;">Technorati Tags: <a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/Net+Neutrality">Net Neutrality</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/Neutralidade">Neutralidade</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/Rede">Rede</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/Internet">Internet</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/Google">Google</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/Verizon">Verizon</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/Telecom">Telecom</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/Provedor">Provedor</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/Tarifa%c3%a7%c3%a3o">Tarifação</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/Ped%c3%a1gio">Pedágio</a></div>
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