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		<title>Mídias Sociais: porque é sério e precisa ser profissional</title>
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		<pubDate>Sun, 23 Jan 2011 20:44:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[[tweetmeme source=”lucianopalma” only_single=false] Esta foi uma semana agitada, em grande parte por conta da Campus Party Brasil. De lá surgiram dois fatos que mostram porque você precisa ter profissionais sérios e competentes envolvidos em suas iniciativas de mídias sociais. O terceiro veio dos gramados. #fato 1 &#8211; Marcelos Tas se queimando à toa. O fato &#8230;<p class="read-more"> <a class="" href="https://lpalma.com/2011/01/23/midias-sociais-coisa-seria/"> <span class="screen-reader-text">Mídias Sociais: porque é sério e precisa ser profissional</span> Leia mais &#187;</a></p>]]></description>
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[tweetmeme source=”lucianopalma” only_single=false]<br />
Esta foi uma semana agitada, em grande parte por conta da <strong>Campus Party Brasil</strong>.<br />
De lá surgiram dois fatos que mostram porque você precisa ter profissionais sérios e competentes envolvidos em suas iniciativas de mídias sociais. O terceiro veio dos gramados.</p>
<h4>#fato 1 &#8211; Marcelos Tas se queimando à toa.</h4>
<p>O fato inédito da Campus Party deste ano conseguiu apagar até a imagem do <strong>Al Gore</strong> e a do <strong>Steve Wozniak</strong> &#8211; um <strong>apagão</strong> deixou 6.800 nerds sem os seus sinais vitais: eletricidade e conexão à Internet.<br />
Obviamente, os <em>campuseiros</em> se manifestaram, frisando a ausência de geradores e ironizando uma das principais patrocinadoras do evento, a Telefónica, porém tudo com muito bom humor e de forma civilizada (veja o <a title="Apagão na Campus Party" href="http://www.youtube.com/watch?v=7RmbP2mrQhA">momento do apagão</a>).<br />
Neste cenário que <strong>Marcelo Tas</strong>, ninguém sabe se com agenda oculta ou não, saiu em defesa da empresa para a qual foi <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u548888.shtml">garoto-propaganda</a> (Telefónica).<br />
Só que o público da <strong>#cpbr4</strong> é extremamente &#8220;pensante&#8221;, e detectou e comentou o possível conflito de interesses.<br />
A partir daí, Tas entrou em rota de colisão com os campuseiros, chegando a tuitar coisas como:</p>
<blockquote><p>&#8220;Campus Party está sem luz e internet. Alô nerds, que tal aprender beijar ou ler um bom livro? <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/13.0.0/72x72/1f642.png" alt="🙂" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> http://yfrog.com/h7fhoqj #cpbr4&#8221;</p></blockquote>
<p>e tomou uma invertida, retuitada por muita gente:</p>
<blockquote><p>&#8220;RT @mirandanilo <strong>que tal aprender a fazer humor</strong> RT @marcelotas Campus Party está sem luz e internet. Alô nerds, que tal aprender beijar ou ler um bom livro?&#8221;</p></blockquote>
<p>O embate se estendeu a um &#8220;bate-boca via Twitter&#8221; (se é que isso é possível) com um dos co-fundadores da Campus Party, <strong>@pacoragageles</strong>, a quem Tas chamou de &#8220;espanholzinho&#8221;.<br />
Desgaste desnecessário. Marcelo Tas poderia ter passado sem essa, e com certeza seu &#8220;Ibope&#8221; perante os &#8220;Nerds&#8221; está mais baixo.</p>
<h4>#fato 2 &#8211; Apagão no &#8220;flashmob&#8221; da AMD no #cpbr4</h4>
<p>A AMD até que tentou, mas o pessoal da #cpbr4 não aderiu ao seu &#8220;<em>flashmob</em>&#8220;.<br />
Ao invés de interagir, as pessoas ficaram somente filmando ou tirando fotos com seus celulares.<br />
Aparentemente, só dançou quem foi contratado.<br />
Isso não configura um <em>flashmob</em> e sim uma mera apresentação, um show ao vivo.<br />
Um <em>flashmob</em> requer mais atração, mais envolvimento, mais sinergia. Um flashmob é um &#8220;<strong>viral ao vivo</strong>&#8220;, e isso a AMD definitivamente não conseguiu realizar.<br />
Tanto que o <a title="Campus Party 2011" href="http://www.youtube.com/watch?v=g5Fs_EGN7Bw">vídeo do suposto <em>flashmob</em></a> ainda não atingiu a marca dos 10.000 views (muito pouco frente ao investimento realizado).<br />
Pior do que o não envolvimento do público, foi a escolha do rapper <strong>Dark Sorcerer</strong> (<em>Cauê Moura</em>) para liderar a ação.<br />
Cauê Moura publicou um vídeo falando <strong>horrores</strong> sobre os <em>flashmobs</em>. <a href="http://www.youtube.com/watch?v=sw3jrjAK9hM&amp;feature=player_embedded#!">O link está aqui</a>, mas não me responsabilizo pela linguagem nele utilizada. Assista por sua conta e risco de seus ouvidos&#8230;<br />
Não funcionou e ficou chato&#8230;</p>
<h4>#fato 3 &#8211; Fotógrafo &#8220;tuíta&#8221; coisa errada, no lugar errado, na hora errada</h4>
<p>Depois de <strong>Alex Glikas</strong> (<em><a href="http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/diretor-locaweb-insultou-sao-paulo-deixa-cargo-544792">ex-Locaweb</a></em>) e de <strong>Mayara Petruso</strong> (<a href="http://doisespressos.wordpress.com/2010/11/01/mayara-petruso-e-a-xenofobia-no-twitter/">&#8220;ex-tagiária&#8221; de Direito</a>), agora é a vez do [ex]fotógrafo do <strong><em>Agora</em></strong>, <strong>Thiago Vieira</strong> perder seu emprego e comprometer sua reputação.<br />
Flávio estava cobrindo as eleições da diretoria do <strong>Palmeiras</strong>, nas dependências do próprio clube, quando tuitou:</p>
<blockquote><p>“Enquanto os porcos não se decidem poderiam mandar mais lanchinhos e refrigerante pra imprensa q assiste ao jogo do timão na sala de imprensa.”</p></blockquote>
<p>Não satisfeito, ainda escreveu:</p>
<blockquote><p>&#8220;esperando os porcos decidirem se são porcos ou gente&#8221; e &#8220;E o corinthians não aprendeu nada com o segundo tempo contra a Lusa&#8230;enquanto isso nem porcos nem gente&#8221;</p></blockquote>
<p>Por pouco escapou de uma grande surra, pois os torcedores presentes no local não gostaram nem um pouco dos tweets do fotógrafo.<br />
A experiência não termina aí. Uma das coisas mais importantes nas Redes Sociais é ser <strong>transparente</strong>: assumir seus erros, tornar público seu aprendizado com eles e comprometer-se a não repeti-los. É a melhor atitude após uma eventual falha.<br />
No entanto, algumas vezes a soberba não permite às pessoas assumir seus erros. E parece que temos mais um caso aqui&#8230;<br />
Vejam aqui a &#8220;desculpa&#8221; que o fotógrafo inventou para tentar tapar um sol desértico com a peneira: <a href="http://www.facebook.com/note.php?note_id=171386729572423&amp;id=100000053828256">esconder-se atrás do clássico de George Orwell</a>.<br />
Pois é. Erro em cima de erro, né? Agora, quer a cerejinha no bolo?<br />
Repare nos comentário publicados na página. Só gente apoiando.<br />
Alguém realmente acredita que só houve comentários de apoio? Nenhuma crítica?</p>
<h4>Nas Redes Sociais, seja transparente!</h4>
<p>Essa falta de transparência não pega bem nas Redes Sociais.<br />
Foi-se o tempo que a opinião pública era formada pela &#8220;<em>mass media</em>&#8220;.<br />
Hoje o público tem acesso à informação e é capaz de formar a SUA opinião. Esse tipo de ação no estilo &#8220;dono da bola&#8221; não funciona mais.<br />
É preciso agir nas Redes Sociais com <strong>transparência</strong>, com <strong>profissionalismo</strong> e com <strong>criatividade</strong>.<br />
Sem esses requisitos, é melhor e mais seguro continuar distribuindo uns brindezinhos bacanas, bem à moda antiga&#8230;<br />
&nbsp;
</div>
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