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		<title>A Hipocrisia por trás da “Sustentabilidade”</title>
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		<pubDate>Sun, 11 Mar 2012 05:31:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[[tweetmeme source=”lucianopalma” only_single=false] As pessoas aparentemente acordaram para a necessidade de agir com responsabilidade em relação ao meio ambiente. E os departamentos de marketing já perceberam, há algum tempo, que o tema pode ser explorado comercialmente. Infelizmente, o que tenho visto é muita exploração comercial do tema e pouca genuinidade nas ações. Muitas empresas estão &#8230;<p class="read-more"> <a class="" href="https://lpalma.com/2012/03/11/a-hipocrisia-por-tras-da-sustentabilidade/"> <span class="screen-reader-text">A Hipocrisia por trás da “Sustentabilidade”</span> Leia mais &#187;</a></p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>[tweetmeme source=”lucianopalma” only_single=false]<br />
As pessoas aparentemente acordaram para a necessidade de agir com responsabilidade em relação ao meio ambiente. E os departamentos de marketing já perceberam, há algum tempo, que o tema pode ser explorado comercialmente.<a href="http://lucianopalma.files.wordpress.com/2012/03/greenwashing_maquiagem_verde.jpg"><img loading="lazy" class="alignright size-medium wp-image-878" style="margin-top:15px;margin-bottom:15px;" title="Greenwashing - a maquiagem verde" src="http://lucianopalma.files.wordpress.com/2012/03/greenwashing_maquiagem_verde.jpg?w=300" alt="" width="300" height="207" srcset="https://lpalma.com/wp-content/uploads/2012/03/greenwashing_maquiagem_verde.jpg 540w, https://lpalma.com/wp-content/uploads/2012/03/greenwashing_maquiagem_verde-300x207.jpg 300w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a><br />
Infelizmente, o que tenho visto é muita <strong>exploração comercial</strong> do tema e pouca genuinidade nas ações. Muitas empresas estão criando <strong>máscaras de sustentabilidade</strong> para faturar de todos os lados: seja lucro para a imagem, seja lucro no bolso mesmo, às custas  advinhe de quem? Sim, em cima de você, consumidor!<br />
Os casos clássicos são os das <strong>sacolinhas</strong> e o das <strong>faturas e extratos em papel</strong>.<br />
Coincidência ou não, nos dois casos o principal beneficiado não é o planeta, como diz a propaganda enganosa &#8211; são as empresas que promovem suas campanhas de redução de custos pintando a própria cara de verde. E o bolso também, só que no bolso é outro verde que entra&#8230;<br />
A atitude que desmascara os bancos é o fato que eles querem economizar o papel e o custo de postagem quando o conteúdo é uma necessidade sua, mas não economizam quando o interesse é deles: algum banco deixou de enviar propaganda impressa para você? E num papel que é muito mais poluente, impresso em 4 cores (quando não inclui o dourado). Ah, isso não polui, mas o seu extrato destrói as florestas. Sei, sei&#8230;<br />
E o lobby para “proibir” as sacolinhas em supermercados? É um escândalo, e seria ridículo se não fosse uma agressão ao consumidor.<br />
Sacolinhas “sufocam o planeta”? Ok, mas bem que os supermercados tentaram vendê-las, né? Aí elas não sufocavam mais!!! Fizeram furinhos nas sacolinhas, foi?! Poupe-me!!!<br />
O pior é como fazem o consumidor de idiota. Posando de bonzinhos e coitadinhos, os supermercados farão o “FAVOR” de dar sacolinhas até abril. E depois disso? PROBLEMA SEU!<br />
Se os supermercados estivessem REALMENTE preocupados com sustentabilidade, começariam não revendendo produtos com embalagens enganosas. Exemplo? Caixas de sabão em pó do tamanho da de 1 Kg, mas que só contém 900g.<br />
Hoje notei um outro “golpe” interessante: a Colgate faz uma promoção e coloca 2 pastas de dente numa caixa que é do tamanho de 3 pastas. É &#8220;legal&#8221;, porque a embalagem cita que tem 2 pastas no espaço de 3 (sem dar destaque, é claro), mas é ilegítimo, porque fica clara a intenção de ludibriar o consumidor.<br />
O que o supermercado tem com isso? Oras, supermercadistas entendem de varejo e portanto, de logística. Um caminhão que transporta essas embalagens enganosas anda com somente ⅔ da sua carga, porque ⅓ é espaço vazio para enganar o consumidor.<br />
Isso significa um <strong>consumo de 50% a mais de combustível</strong> em prol da malandragem. Isso sim, “sufoca o planeta” muito mais do que as sacolinhas.<br />
Se os supermercados estivessem MESMO preocupados com o planeta, recusariam este produto.</p>
<h4>E você? Quer mesmo ser sustentável?</h4>
<p><a href="http://lucianopalma.files.wordpress.com/2012/03/aguadiet.jpg"><img loading="lazy" class=" wp-image-880 alignleft" style="margin-top:10px;" title="Água Diet" src="http://lucianopalma.files.wordpress.com/2012/03/aguadiet.jpg?w=300" alt="" width="300" height="210" srcset="https://lpalma.com/wp-content/uploads/2012/03/aguadiet.jpg 471w, https://lpalma.com/wp-content/uploads/2012/03/aguadiet-300x210.jpg 300w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a>Então instale um bom filtro de água em sua casa.<br />
São 2 vantagens imediatas:<br />
<strong>1. Economia</strong>: 2 copos de água filtrada (cerca de 500 ml) custam <strong>R$ 0,0007</strong> (pegue sua conta de água e faça as contas), enquanto uma garrafa de 500 ml água não costuma sair por menos de <strong>R$ 2,00</strong>. Em outras palavras, <strong>a água engarrafada é 2.500 vezes mais cara do que a água filtrada</strong>!<br />
<strong>2. Sustentabilidade</strong>: 1 garrafa de 500 ml possui cerca de <strong>13 gramas</strong> de plástico.<br />
Uma sacolinha não pesa nem 2 gramas e costuma ser reutilizada ao menos uma vez.<br />
Tomar <strong>uma</strong> garrafinha de água, portanto, “sufoca” o planeta <strong>13 vezes mais</strong> do que usar uma sacolinha.<br />
Essa hipocrisia no uso do tema causa o problema de sempre: os bons pagando pelos maus. Como as pessoas estão percebendo que muitas empresas só usam o assunto para ter benefício próprio, aquelas que têm preocupação real com o meio ambiente acabarão sendo “colocadas no mesmo saco”, e a questão da sustentabilidade pode cair no ostracismo por culpa dos malandros de sempre&#8230; o Planeta lamenta.</p>
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		<title>O [novo] Papel da Imprensa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[luciano]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 May 2010 02:42:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Se você viveu no século passado deve se lembrar – mesmo que através dos gibis &#8211; da imagem do garoto com jornais na mão gritando: EXTRA! EXTRA! Esta figura reflete o principal papel da imprensa até então: descobrir e distribuir notícias. Quando um fato muito importante era descoberto (algo que configurava um furo de reportagem &#8230;<p class="read-more"> <a class="" href="https://lpalma.com/2010/05/14/o-novo-papel-da-imprensa/"> <span class="screen-reader-text">O [novo] Papel da Imprensa</span> Leia mais &#187;</a></p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://lucianopalma.files.wordpress.com/2010/05/image11.png"><img loading="lazy" style="border-bottom:0;border-left:0;display:inline;border-top:0;border-right:0;margin:0 25px 0 0;" title="Notícia no Jornal" border="0" alt="Notícia no Jornal" align="left" src="http://lucianopalma.files.wordpress.com/2010/05/image_thumb11.png" width="175" height="255" /></a>Se você viveu no século passado deve se lembrar – mesmo que através dos gibis &#8211; da imagem do garoto com jornais na mão gritando: <em>EXTRA! EXTRA!</em></p>
<p>Esta figura reflete o principal papel da imprensa até então:    <br /><strong>descobrir</strong> e <strong>distribuir</strong> notícias.</p>
<p>Quando um fato muito importante era <em>descoberto</em> (algo que configurava um <em>furo de reportagem </em>&#8211; e que poderia tirar o rótulo de “<em>foca</em>” de um repórter), a atividade das prensas era interrompida para produzir uma edição “EXTRA” do jornal, contendo a novidade.</p>
<p>O garoto anúnciando aos brados a notícia “quentinha” era a forma de <em>distribuir</em>, da maneira mais rápida possível, o achado.</p>
<p>Até que apareceu a Internet.</p>
<h4>Colapso do tempo e do espaço</h4>
<p>A comunicação digital pulverizou algumas variáveis, mas a principal delas foi a <strong>distância</strong>. Não interessa se um vulcão entrou em erupção na Islândia. A informação percorre os quilômetros na velocidade da luz (literalmente), e isso acaba “condensando” também o <strong>tempo</strong>, porque se <strong><em>s = v * t</em></strong>, uma velocidade altíssima reduz o tempo a quase zero.</p>
<h4><a href="http://lucianopalma.files.wordpress.com/2010/05/image13.png"><img loading="lazy" style="border-bottom:0;border-left:0;display:inline;border-top:0;border-right:0;margin:0 20px 0 0;" title="Celular Reporter" border="0" alt="Celular Reporter" align="left" src="http://lucianopalma.files.wordpress.com/2010/05/image_thumb13.png" width="180" height="130" /></a>E todo mundo virou repórter…</h4>
<p>Adicione a este cenário o fato que praticamente todo cidadão passou a ser um repórter potencial. Deslizou um morro no Rio? O vendedor de uma loja nas redondezas saca um celular, escreve um <strong><em>tweet</em></strong> e <em>sobe a foto</em> num dos inúmeros serviços gratuitos de publicação de fotos. </p>
<p>Até um repórter profissional chegar ao local, a notícia já está atingiu os quatro cantos do mundo!</p>
<h4>Então prá que Imprensa?</h4>
<p>Pois é… se a <strong>descoberta</strong> das notícias pode ser feita por qualquer um, se a <strong>distribuição</strong> é grátis e absurdamente veloz e eficiente, qual o Papel da Imprensa moderna?</p>
<p>Acredito que os <em>novos papéis</em> são:</p>
<ul>
<li><strong><em>Validação da informação</em></strong> </li>
</ul>
<blockquote>
<p>Apesar das antigas funções de <strong>descoberta</strong> e <strong>distribuição</strong> de notícias estarem ao alcance de qualquer mortal, acreditar em tudo que for divulgado como notícia pode gerar problemas.&#160; <br />A disseminação de <em>falsas notícias</em> (intencionalmente ou não) pode ter grandes impactos.       <br />Vejam a recente confusão nas Bolsas de Valores mundiais, cuja suposta causa foi a digitação incorreta de um caractere (“b” para bilhão ao invés de “m” para milhão).</p>
<p>A Imprensa pode assumir um papel importante – e que já faz parte de seus processos – que é a <strong>validação da informação</strong>. Checar as fontes, checar os fatos, verificar se não há exageros ou eufemismos. Em outras palavras, garantir a <strong>qualidade</strong> da informação.</p>
<p>Não vai dar para fazer tudo isso numa velocidade maior do que o <strong>Twitter</strong>, mas basta ser rápido o suficiente para validar a informação em tempo hábil.       <br />O “cidadão-repórter” vai vivenciar a notícia e vai publicar nas Redes Sociais. O leitor vai recebê-la e filtrá-la de acordo com a relevância para ele. Eventualmente, ele irá interromper suas atividades para tomar uma atitude em relação a esta notícia (nem que seja somente passá-la adiante). Antes disso, se for uma pessoa que zela pela sua reputação, ele irá buscar uma <strong>validação</strong> da informação. É nesse momento que o representante da Imprensa deve estar preparado, pois este <strong><em>cliente</em></strong> irá acessar seu site para ver se aquilo é mesmo verdade.</p>
</blockquote>
<ul>
<li><strong>Divulgação de notícias inacessíveis aos “cidadãos-repórteres”</strong> </li>
</ul>
<blockquote>
<p>Nem todas as notícias acontecem ao alcance de qualquer mortal. Nem todas elas fluem em uma linguagem acessível aos cidadãos comuns.      <br />Notícias sobre política ou sobre eventos de acesso controlado vão continuar sendo <strong>descobertas</strong> por repórteres profissionais.       <br />Entrevistas com políticos ou com celebridades continuarão dependendo dos crachás destes profissionais para abrirem as portas que dão acesso a esta informação.</p>
<p>Além disso, a <strong>tradução</strong> da linguagem utilizada no ambiente onde a informação foi obtida para uma linguagem acessível às maiorias continará sendo valiosa. Lembram-se da “explicação” da Ministra Zélia sobre o Plano Collor? (Nem a Lillian Witte Fibe entendeu…)</p>
</blockquote>
<ul>
<li><strong>Manutenção do histórico</strong> </li>
</ul>
<blockquote>
<p>Os repórteres ocasionais publicam “notícias” por instintos muito parecidos daqueles que os levam a divulgar “fofocas”. Eles não têm um comprometimento de manter o histórico destas informações, muito menos de classificar ou agrupar informações relacionadas.</p>
<p>Este é mais um papel que a Imprensa já exerce e que continuará sendo importante para os seus <strong>clientes</strong>.</p>
</blockquote>
<h4>Mas… e o Papel?</h4>
<p>Além do “Papel da Imprensa” conforme discutido acima… e o Papel da Imprensa, no sentido de <strong><em>meio físico</em></strong>?</p>
<p><a href="http://lucianopalma.files.wordpress.com/2010/05/image3.png"><img loading="lazy" style="border-bottom:0;border-left:0;display:inline;border-top:0;border-right:0;" title="Jornal no iPad" border="0" alt="Jornal no iPad" src="http://lucianopalma.files.wordpress.com/2010/05/image_thumb3.png" width="500" height="309" /></a></p>
<p>Será que os meios digitais vão enterrar de vez o conceito “<em>EXTRA! EXTRA!</em>” através da sua instantaneidade?     <br />Será que dispositivos como <strong>iPad</strong> e <strong>Kindle</strong> assumirão de vez o papel do Papel?</p>
<p>E quando isso será uma realidade <strong>palpável</strong> no Brasil? </p>
<p>Acredito que ainda existam grandes barreiras para a popularização do “jornal digital” fora da tela dos micros:</p>
<ul>
<li><strong>Custo</strong>: tanto dos <em>equipamentos</em> quanto dos <em>planos de conexão de dados</em>. </li>
<li><strong>Segurança</strong>: seria prudente ler jornal num <em>iPad</em> no metrô ou em qualquer lugar público? </li>
<li><strong>Conteúdo</strong>: será que o conteúdo online já tem a mesma qualidade das versões impressas? </li>
<li><strong>Cultura e hábitos</strong>: ler no <em>iPad</em> pode ser uma das coisas mais <em>cool</em> atualmente, mas será que se tornará um hábito que sobrevirá aos modismos? </li>
</ul>
<p>Como sempre, gostaria de ouvir a sua opinião! <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/13.0.0/72x72/1f609.png" alt="😉" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>
</p>
</p>
<p><a href="http://www.twitter.com/lucianopalma"><img loading="lazy" title="Twitter do &#013;&#010;&#013;&#013;&#013;&#010;           Palma" border="0" alt="Twitter do Palma" src="http://lucianopalma.files.wordpress.com/2010/01/clip_image001.jpg?w=22&amp;h=22&amp;h=22" width="22" height="22" /></a> <a href="http://www.facebook.com/lucianopalma"><img loading="lazy" title="Facebook do     &#013;&#010;&#013;&#013;&#013;&#010;     Palma" border="0" alt="Facebook do Palma" src="http://lucianopalma.files.wordpress.com/2010/01/clip_image002.jpg?w=22&amp;h=22&amp;h=22" width="22" height="22" /></a> <a href="http://www.linkedin.com/in/lucianopalma"><br />
<img loading="lazy" title="Linkedin do  &#013;&#010;&#013;&#013;&#013;&#010;          Palma" border="0" alt="Linkedin do Palma" src="http://lucianopalma.files.wordpress.com/2010/01/clip_image003.jpg?w=22&amp;h=22&amp;h=22" width="22" height="22" /></a></p>
<p><div style="display:inline;float:none;margin:0;padding:0;" id="scid:0767317B-992E-4b12-91E0-4F059A8CECA8:ddef2c58-c7ab-466d-9838-cb46b6bfbca4" class="wlWriterEditableSmartContent">Technorati Marcas: <a href="http://technorati.com/tags/iPad" rel="tag">iPad</a>,<a href="http://technorati.com/tags/Kindle" rel="tag">Kindle</a>,<a href="http://technorati.com/tags/Jornal" rel="tag">Jornal</a>,<a href="http://technorati.com/tags/Imprensa" rel="tag">Imprensa</a>,<a href="http://technorati.com/tags/Papel" rel="tag">Papel</a>,<a href="http://technorati.com/tags/H%c3%a1bito" rel="tag">H&#225;bito</a>,<a href="http://technorati.com/tags/Costume" rel="tag">Costume</a>,<a href="http://technorati.com/tags/Leitura" rel="tag">Leitura</a>,<a href="http://technorati.com/tags/Not%c3%adcia" rel="tag">Not&#237;cia</a>,<a href="http://technorati.com/tags/Jornalista" rel="tag">Jornalista</a>,<a href="http://technorati.com/tags/Rep%c3%b3rter" rel="tag">Rep&#243;rter</a>,<a href="http://technorati.com/tags/Reportagem" rel="tag">Reportagem</a></div></p>
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