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		<title>DpH, uma métrica importante na Era IoT</title>
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		<pubDate>Sat, 22 Feb 2014 17:20:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Antes de mais nada, calma, calma&#8230; segurem suas pedras! Não, não virei um &#8220;abreviólogo&#8221; como muita gente pós-MBA faz&#8230; 🙂 O que continuo é provocativo, e esta é a razão dos 3LA (3 Letter Acronyms &#8211; rs rs) do título. Continuamos amigos? 🙂 🙂 Bem, o segundo acrônimo (IoT) já está virando famosinho: Internet of &#8230;<p class="read-more"> <a class="" href="https://lpalma.com/2014/02/22/dph-metrica-iot-internet-of-things/"> <span class="screen-reader-text">DpH, uma métrica importante na Era IoT</span> Leia mais &#187;</a></p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://lucianopalma.files.wordpress.com/2014/02/internetofthings.png"><img loading="lazy" class=" wp-image-928 alignright" alt="Internet of Things" src="http://lucianopalma.files.wordpress.com/2014/02/internetofthings.png" width="300" height="300" srcset="https://lpalma.com/wp-content/uploads/2014/02/internetofthings.png 500w, https://lpalma.com/wp-content/uploads/2014/02/internetofthings-300x300.png 300w, https://lpalma.com/wp-content/uploads/2014/02/internetofthings-150x150.png 150w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a>Antes de mais nada, calma, calma&#8230; segurem suas pedras! Não, não virei um &#8220;abreviólogo&#8221; como muita gente pós-MBA faz&#8230; <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/13.0.0/72x72/1f642.png" alt="🙂" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><br />
O que continuo é provocativo, e esta é a razão dos 3LA (3 Letter Acronyms &#8211; rs rs) do título. Continuamos amigos? <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/13.0.0/72x72/1f642.png" alt="🙂" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/13.0.0/72x72/1f642.png" alt="🙂" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><br />
Bem, o segundo acrônimo (IoT) já está virando <em>famosinho</em>: <strong>Internet of Things</strong> ou &#8220;<em><strong>Internet das Coisas</strong></em>&#8220;. Está na moda falar disso, mas o que realmente significa?<br />
Significa que &#8220;o mundo está ficando inteligente&#8221;, e isso não tem nada a ver com a inteligência que costumava-se medir em QI ou com o conceito de &#8220;múltiplas inteligências&#8221; que surgiu depois.<br />
Estamos falando de &#8220;equipamentos inteligentes&#8221;. O termo não poderia estar mais errado, porque equipamentos jamais serão inteligentes. O termo correto seria &#8220;equipamentos processados&#8221;, mas isso não venderia, nem os equipamentos nem a mídia que falaria deles, então o termo &#8220;inteligente&#8221; pegou. Não tem jeito, vivemos num mundo onde as coisas funcionam assim&#8230;</p>
<h2>A que vieram os equipamentos ditos &#8220;inteligentes&#8221;?</h2>
<p>Agora começamos uma discussão interessante! Depois do iPhone, as pessoas &#8220;comuns&#8221; começaram a se aproximar definitivamente da tecnologia. Enquanto na era PC os mais apaixonados por tecnologia a dominavam e mostravam a seus amigos e familiares, a adoção espontânea era relativamente dificil. As pessoas usavam PCs porque <strong>precisavam</strong> usá-los, mas os abandonavam assim que a necessidade cessasse. A capacidade de comunicação através da Internet ampliou algumas fronteiras. Mães com filhos no exterior passaram a se aproximar do PC para matar a saudade. Aí veio a tal &#8220;Era pós-PC&#8221; e colocou toda essa tecnologia na mão das pessoas (literalmente), em qualquer lugar (bem, ao menos que você esteja usando a &lt;<em>insira o nome de sua operadora brasileira aqui</em>&gt;). A barreira foi se quebrando. Smartphones são mais intuitivos que PCs, a interface é mais fácil (oras, é só usar o dedo), e uma geração inteira de &#8220;suporte técnico&#8221; nasceu. Não sabe? Chame o filho ou sobrinho que ele te ensina.<br />
E daí? O que isso tem a ver com &#8220;equipamentos inteligentes&#8221;? Tem muito! Primeiro, porque para caber na mão e no bolso das pessoas, a tecnologia tem que &#8220;encolher&#8221; e baratear. Um desafio e tanto para engenheiros, que têm que fazer baterias pequenas durarem ao menos o dia todo, mas os caras são bons! (Rs rs &#8211; &#8220;puxada de sardinha&#8221; detected!) Além disso, a conectividade (leia-se Internet) virou <em>commodity</em>. Hoje é comum ver no metrô a maioria das pessoas conectadas através de seus smartphones. É muito mais chat e facebook do que telefonema (graças aos céus!!!).<br />
Tecnologia minúscula, uso eficiente de energia e conectividade com a Internet compõem uma &#8220;sopa protéica&#8221; suficiente para dar &#8220;vida inteligente&#8221; aos equipamentos. Calma. É metáfora. Equipamentos não têm inteligência, que dirá vida, ok?<br />
A questão é que dispositivos processados (agora sim) poderão ficar cada vez menores e mais baratos. Começou com relógios, pulseiras e óculos, mas essa onda vai tomar a maioria dos objetos que temos em casa e fora dela. Semáforos, câmeras de vigilância, carros, bolas de futebol, remédios, chaveiros&#8230; cada objeto é um candidato a carrecar um &#8220;SoC&#8221; (<em>System on [a] Chip</em>), ou seja, ter um processador e ser capaz de enviar dados para servidores na Internet (a famigerada &#8220;nuvem&#8221;).<br />
Tenho certeza que se eu der um ou dois exemplos, você logo terá dezenas de ideias para contribuir para a tal Internet das Coisas (IoT). Em tempo de Copa (sic), as bolas podem receber chips minúsculos que indicariam se passaram pelo plano das traves (leia-se: se foi gol ou não), sua velocidade (informação bacana para as emissoras enriquecerem suas transmissões), quanto se deslocaram (para saber se o jogo está emocionante ou &#8220;parado&#8221;), tempo fora de campo (para calcular acreścimos), etc.<br />
Outro exemplo: você nunca irá postar no facebook as fotos de seu cachorro perdido se na coleira dele um chip enviar a posição em que ele se encontra. Já se fala também em cápsulas que você pode ingerir para fazer exames ao passarem por dentro de seu corpo (nesse caso, aliás, a capacidade de transmissão dos dados por rádio evita um grande constrangimento, concorda?).<br />
Que tal compartilhar as ideias que lhe vieram à mente nos comentários desse post? <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/13.0.0/72x72/1f642.png" alt="🙂" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>
<h2>DpH &#8211; &#8220;Devices per Head&#8221;</h2>
<p>Essa &#8220;métrica&#8221; foi cunhada numa conversa com os amigos George Silva e Omar Toral. Nem sei se ela existe oficialmente, mas ela será de grande importância para a indústria de tecnologia.<br />
Trabalho numa empresa que produz processadores (Intel), que até pouco tempo atrás, buscava o aumento do mercado através da adoção de sua tecnologia por mais pessoas. No Brasil, nos últimos anos, muita gente comprou o primeiro computador de sua vida (infelizmente, ainda temos muita gente que até hoje não teve condições de fazer isso). Só que como vimos, os equipamentos processados estão cada vez menores, e consequentemente mais baratos. Empresas não gostam de faturar menos, então quando o preço de algo cai, elas têm que vender mais. Uma alternativa seria estimular a reprodução humana para o aumento da população, mas Malthus já mostrou que essa não é uma boa ideia&#8230;<br />
A alternativa? O aumento do DpH: &#8220;Devices per Head&#8221;, ou &#8220;Dispositivos por Pessoa&#8221;! Há cerca de 20 anos, a &#8220;missão&#8221; da Microsoft era colocar um PC em cada casa. Isso significa um DpH de mais ou menos 0,25 (1/4), considerando uma família com 4 pessoas. Com a mobilidade (notebooks), esse número subiu e começamos a ter mais do que um PC por residência. Os mais abastados logo chegaram no DpH de 1 (1 computador por membro da família). Logo esse número foi superado, porque temos um equipamento na empresa (ou da empresa) e outro em casa (ou pessoal), portanto o DpH pode chegar perto de 2, mas dificilmente seria maior do que isso na &#8220;Era PC&#8221;.<br />
Eis que vem o iPhone e coloca um PC na sua mão. E depois dele, o iPad. Aliás, lembro até de muitos colegas zombando do iPad, dizendo que era &#8220;o iPhone de Itu&#8221;. Muitos deles hoje correm atrás do tempo dedicado a desmerecer o iPad, para migrarem suas aplicações para tablets. Sim, a Apple mudou o jogo. E na &#8220;Era pós-PC&#8221;, as pessoas começaram a ter um DpH maior do que 2 sim. iPhone, iPad, iPod, iMac, MacBook, Apple TV. Um cara que curte Apple tem tudo isso. Um cara só. Ou seja, só em casa, um DpH de 6! Um nirvana para uma empresa de tecnologia. Não é à toa que as ações da Apple subiram mais de 14.000% (140 vezes) da época do lançamento do iPod até seu auge, em 2013 (considerando o &#8220;split&#8221; de 2:1 em 2005).<br />
<figure id="attachment_926" aria-describedby="caption-attachment-926" style="width: 504px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://lucianopalma.files.wordpress.com/2014/02/apple.png"><img loading="lazy" class=" wp-image-926 " alt="Ações da Apple" src="http://lucianopalma.files.wordpress.com/2014/02/apple.png?w=630" width="504" height="238" srcset="https://lpalma.com/wp-content/uploads/2014/02/apple.png 792w, https://lpalma.com/wp-content/uploads/2014/02/apple-300x142.png 300w, https://lpalma.com/wp-content/uploads/2014/02/apple-768x364.png 768w" sizes="(max-width: 504px) 100vw, 504px" /></a><figcaption id="caption-attachment-926" class="wp-caption-text">Ações da Apple da época do lançamento do iPod a seu auge</figcaption></figure><br />
Só que empresas não se satisfazem. E nem o mais fanático dos fãs iria comprar mais de 10 dispositivos da mesma marca (acho que o único caso em que isso é possível é no mundo mulheres x sapatos&#8230;).<br />
A única forma de aumentar o DpH é através da IoT (a esse ponto já posso usar os 3LA ou ainda fica tosco?). Se cada dispositivo tiver um pequeno chip instalado, com capacidade de processamento e de comunicação, soluções impressionantes podem melhorar nossas vidas (ainda estou esperando a sua contribuição nos comentários aí embaixo), e as empresas de tecnologia continuarão faturando, ainda que bem menos em cada dispositivo, mas num número incrivelmente grande de dispositivos por pessoa.<br />
Um dos fundadores da Intel ficou famoso e tem uma lei com seu nome (Lei de Moore), porque ele disse que a capacidade dos processadores (ou número de transístores) dobraria a cada 18 meses em média. Se eu fosse mais esperto, lançaria a &#8220;Lei de Palma&#8221;, dizendo que o DpH também dobrará a cada 5 anos em média. Fiz um gráfico com valores &#8220;muito estimados&#8221;, mas talvez leve a ideia adiante, levantando dados precisos e comentando mais sobre a evolução do DpH por aqui! <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/13.0.0/72x72/1f642.png" alt="🙂" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><a href="http://lucianopalma.files.wordpress.com/2014/02/leidepalma.png"><img loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-932" alt="Evolução do DpH (Lei de Palma)" src="http://lucianopalma.files.wordpress.com/2014/02/leidepalma.png" width="466" height="331" srcset="https://lpalma.com/wp-content/uploads/2014/02/leidepalma.png 466w, https://lpalma.com/wp-content/uploads/2014/02/leidepalma-300x213.png 300w" sizes="(max-width: 466px) 100vw, 466px" /></a><br />
O que vale lembrar é que, por mais que os dispositivos fiquem &#8220;inteligentes&#8221;, e por mais que o DpH torne-se enorme, o acrônimo da métrica também traz consigo uma grande verdade: &#8220;Devices per Head&#8221; indica que existem diversos dispositivos sendo utilizados por UMA &#8220;cabeça&#8221;.<br />
<span style="line-height:1.5em;">Espero que você faça um ótimo uso de dezenas, centenas, milhares de dispositivos &#8220;inteligentes&#8221;, porque o único inteligente nessa história&#8230; É VOCÊ!</span></p>
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