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	<title>Comunidade &#8211; LPalma.com</title>
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		<title>Google I/O 2016</title>
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		<dc:creator><![CDATA[luciano]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 May 2016 18:38:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Este ano consegui realizar algo que há tempos desejava muito: participar de um Google I/O. As expectativas mal cabiam na mala. Lá vamos nós para a Califórnia, San Francisco Bay Area, Vale do Silício&#8230; Prólogo Eu ainda não conhecia o Vale. Fiquei impressionado com a região! Só como exemplo, visitei a &#8220;California Academy of Science&#8221; &#8230;<p class="read-more"> <a class="" href="https://lpalma.com/2016/05/24/google-io-2016/"> <span class="screen-reader-text">Google I/O 2016</span> Leia mais &#187;</a></p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Este ano consegui realizar algo que há tempos desejava muito: participar de um <a href="https://events.google.com/io2016/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Google I/O</a>.<br />
As expectativas mal cabiam na mala. Lá vamos nós para a Califórnia, San Francisco Bay Area, Vale do Silício&#8230;</p>
<h2>Prólogo</h2>
<p>Eu ainda não conhecia o Vale. Fiquei impressionado com a região!<br />
Só como exemplo, visitei a &#8220;<a href="http://www.calacademy.org/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">California Academy of Science</a>&#8221; e os monitores do local davam um show de conhecimento e didática. O que achei muito diferente, porém, estava do outro lado. Um público extremamente interessado no conhecimento, acompanhando as explicações (nada superficiais), entendendo tudo e fazendo perguntas inteligentes.<br />
Isso me fez lembrar do que presencio no museu &#8220;<a href="http://www.cataventocultural.org.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Catavento</a>&#8221; recorrentemente (e que me deixa muito triste). Pais que levam as crianças lá como se fosse um playground. Ao invés de ler e explicar as experiências para os filhos, os deixam rodar as manivelas de forma bem pouco cuidadosa, colocando em risco não só o próprio filho, mas também a instalação do museu. Conhecimento adquirido? O mesmo de rodar um registro de água na rua&#8230;<br />
O material humano do Vale do Silício é realmente de primeira linha. Não dá vontade de voltar, ainda mais considerando o atual momento de irracionalidade do Brasil.</p>
<h2>O evento</h2>
<p>Gostei do keynote. O Google apresentou o &#8220;<a href="http://techcrunch.com/2016/05/18/google-unveils-google-assistant-a-big-upgrade-to-google-now/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Google Assistant</a>&#8220;, que se propõe a utilizar toda a inteligência que a empresa tem em seu motor de busca para ajudar as pessoas a realizar atividades do dia a dia. Onde ele se diferencia do Siri ou do Cortana? Ele tem o Google por trás. Aquilo que todo mundo faz, de sacar o celular e pesquisar no Google o termo ou a informação que surgiram na discussão, o Google Assistant faz para você, com velocidade e conforto.<br />
O &#8220;<a href="https://home.google.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Google Home</a>&#8221; também vai além do &#8220;<a href="http://www.amazon.com/Amazon-Echo-Dot-Portable-Bluetooth-WiFi-Speaker-with-Alexa/b?ie=UTF8&amp;node=14047587011" target="_blank" rel="noopener noreferrer">echo</a>&#8221; da Amazon. Ele é a versão em hardware do Google Assistant, e sua proposta é a integração com toda a sua casa. Nos stands do evento, foram demonstradas muitas soluções de automação residencial que podem ser controladas, por voz, através do Google Home.<br />
&#8220;<a href="https://play.google.com/store/apps/details?id=com.google.android.apps.fireball&amp;hl=en" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Allo</a>&#8221; vem para incomodar o Whatsapp. Muita inteligência artificial por trás dele, para que você, além de conversar com seus amigos, tenha sempre o motor do Google Assistant para ajudar durante a conversa, como um &#8220;concierge&#8221; de informações. Boa proposta, mas que vai enfrentar um degrau bastante alto para conquistar o mercado de troca de mensagens. Por outro lado, o nome Google deve ajudar.<br />
O <a href="https://developer.android.com/preview/index.html?gclid=CICbyben88wCFVMJkQoddpYKkw" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Android &#8220;N&#8221;</a> não chegou a trazer novidades radicais, mas arrancou de todos uma expressão de alívio com o anúncio do fim daquele momento &#8220;otimizando aplicativo 3/96&#8221; quando você precisa usar o telefone&#8230;<br />
Meu prognóstico para o nome? Nutella, claro!!!<br />
Outra coisa que gostei muito foi o anúncio das &#8220;<a href="https://developer.android.com/topic/instant-apps/index.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Instant Apps</a>&#8220;. Com esse recurso, você não precisa instalar a aplicação para utilizá-la. Somente os componentes necessários são automaticamente baixados, sem a necessidade do processo de instalação. Esse recurso me fez até pensar em migrar o <a href="https://www.desquebre.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">DESQUEBRE</a>, que é uma aplicação híbrida, para nativa, pois ela se encaixa perfeitamente nesse conceito.<br />
As sessões? Falarei mais tarde sobre as sessões&#8230;</p>
<h2>A mudança</h2>
<p>A mudança mais radical do evento foi o local. Do tradicional <a href="http://www.moscone.com/site/do/index" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Moscone Center</a> em San Francisco para o <a href="http://www.livenation.com/venues/14489/shoreline-amphitheatre" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Shoreline Amphitheatre</a> em Mountain View. O evento passou a ser ao ar livre, num clima de festival. Houve shows e música à noite, em instalações que davam um ar de &#8220;rave&#8221; ao evento.<br />
Apesar de muito bem-vinda no conceito, essa mudança trouxe alguns problemas. Após o keynote, formaram-se filas muito, mas muito grandes para assistir às sessões. E o sol estava castigando. Os bebedouros secaram. E muita gente ficava para fora porque as salas, subdimensionadas, lotavam rapidamente. Isso impossibilitou assistir mais do que 2 ou 3 sessões por dia, o que foi um ponto extremamente negativo do evento. Frustrante, eu diria.</p>
<h2>As sessões</h2>
<p>Pois então. Não pude entrar em muitas, por conta das filas. Estava super ansioso para me atualizar sobre o <a href="http://www.gv.com/sprint/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Design Sprint</a> e saber como ele vem sendo aplicado, mas somente quem passou muito tempo ao sol quente, na fila, conseguiu essa proeza.<br />
Das poucas sessões que consegui assistir, o que achei interessante foi o enfoque no <a href="https://www.firebase.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Firebase</a> como solução para criar aplicativos de forma simples e rápida. O modelo &#8220;real-time&#8221; do banco de dados do Firebase é realmente interessante, e para quem quer desenvolver uma solução de chat, por exemplo, é &#8220;killer&#8221;.<br />
Também não consegui fazer &#8220;Code Labs&#8221; porque&#8230; tinha que ficar em alguma fila se quisesse assistir alguma sessão. O Google precisa rever completamente essa questão, pois esse fator prejudicou demais o evento e seus participantes.</p>
<h2>O networking</h2>
<p>Fantástico. Conversei com muita gente boa sobre uma proposta que pretendemos trazer através do <a href="https://plus.google.com/+GBGSãoPauloOficial/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Google Business Group São Paulo</a>: o Startup Journey. Vale acompanhar o <a href="http://www.meetup.com/gbgsaopaulo/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">meetup do GBG São Paulo</a> se você se interessa pelo tema.<br />
Além disso, deu para conhecer algumas pessoas e rever muitas outras, porque a um certo ponto, a galera acabava desistindo de ficar nas filas e preferia investir o tempo em socialização e networking.</p>
<h2>A cereja [faltando] no bolo</h2>
<p>Uma tradição do Google I/O é a distribuição de gadgets para os participantes. Ao decidir se investia ou não na minha ida ao I/O (em fase de grana curta e estabelecimento de uma empresa), o argumento de um amigo me motivou: &#8220;você recupera a grana do ingresso só pelos gadgets que eles dão&#8221;.<br />
Pois bem&#8230; este foi o primeiro ano de Google I/O sem brindes!<br />
Como tuitei na hora que fiquei sabendo disso: o Google I/O virou Google &#8220;o-oh&#8221;. Nada de brindes. Ninguém foi para lá só por causa dos brindes, mas todo mundo tinha essa expectativa. Grande frustração.</p>
<h2>Epílogo</h2>
<p>O evento foi bom, mas bastante decepcionante para mim.<br />
Esperava conseguir participar das sessões que tinha me planejado antecipadamente e esperava conseguir absorver mais informações e conhecimento.<br />
O sol escaldante do primeiro dia e o frio congelante do último nos expuseram a um &#8220;desafio de sobrevivência&#8221; e trouxeram desconforto e dificuldades para tirar proveito do evento.<br />
A menos que o Google demonstre de forma muito taxativa que os problemas de logística serão resolvidos nas próximas edições, não consigo me entusiasmar em realizar o investimento necessário para participar novamente de um evento desse (os custos no Vale são muito altos), nem recomendar para meus amigos que o façam.<br />
&nbsp;</p>
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		<title>Meu primeiro dia na Google</title>
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		<dc:creator><![CDATA[luciano]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Jun 2014 21:25:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Dia 2/6/2014 foi meu primeiro dia na Google. A empresa tem fama de ter um ambiente extremamente descontraído e muitas regalias, mas na verdade… bem, na verdade é tudo verdade!!! Mesmo já tendo trabalhado em grandes empresas de tecnologia, nunca tinha visto uma estrutura e um clima tão… tão&#8230; tão Google!! Não estou falando só &#8230;<p class="read-more"> <a class="" href="https://lpalma.com/2014/06/04/meu-primeiro-dia-na-google/"> <span class="screen-reader-text">Meu primeiro dia na Google</span> Leia mais &#187;</a></p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Dia 2/6/2014 foi meu primeiro dia na Google. A empresa tem fama de ter um ambiente extremamente descontraído e muitas regalias, mas na verdade… bem, na verdade é tudo verdade!!!<br />
<a href="http://lucianopalma.files.wordpress.com/2014/06/google-new-logo.png"><img decoding="async" loading="lazy" id="i-942" class="alignleft" style="margin-right:20px;" src="http://lucianopalma.files.wordpress.com/2014/06/google-new-logo.png?w=530" alt="Image" width="260" height="97" /></a>Mesmo já tendo trabalhado em grandes empresas de tecnologia, nunca tinha visto uma estrutura e um clima tão… tão&#8230; tão <em>Google</em>!!<br />
Não estou falando só do café da manhã no estilo &#8220;hotel 5 estrelas&#8221; servido diariamente, nem do almoço do mesmo nível &#8211; e grátis &#8211; para quem trabalha aqui. A Google provê todos os recursos que o funcionário precisa, e logo no primeiro dia fica claro que ter você trabalhando de forma eficiente é a coisa mais importante. Tudo reflete um clima de produtividade à base de criatividade e motivação &#8211; da decoração do escritório até o estilo das pessoas. Já cruzei até com funcionário andando descalço pelo escritório. A frase que li durante o processo seletivo: &#8220;não importa o que você veste, importa o que você é&#8221;, não é só para fazer média: é o dia-a-dia na Google.<br />
Ok, a empresa é linda, bate palminha, fala &#8220;mamãe&#8221;, mas quero também compartilhar com vocês o que vim fazer aqui.<br />
O cargo é &#8220;<em>Google Business Groups Lead</em>&#8220;, mas imagino que isso não explique muita coisa&#8230;</p>
<h2><strong>O que é um Google Business Group (GBG)?</strong></h2>
<p>A definição mais cu<a href="https://www.google.com/landing/gbg/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img decoding="async" loading="lazy" id="i-952" class="alignleft" style="margin-right:20px;" src="http://lucianopalma.files.wordpress.com/2014/06/gbg-logo1.png?w=650" alt="Image" width="260" height="105" /></a>rta é: &#8220;<a href="https://www.google.com/landing/gbg/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>GBGs são Comunidades de profissionais de negócios que se reúnem para compartilhar conhecimento sobre o uso de tecnologias Google para  o sucesso do negócio</em></a>&#8220;.<br />
Em outras palavras, meu desafio é identificar profissionais interessados nestas discussões, e oferecer apoio para que eles realizem encontros, eventos, desconferências, discussões e outras iniciativas &#8211; online e offline &#8211; sobre o uso de tecnologia Google em suas empresas.<br />
Minha empolgação não poderia ser maior: há tempos eu acredito num modelo de 3 pilares para as interações sociais nas empresas: Comunicação Externa, Redes de Colaboração Interna e Comunidades. Não é segredo que este último pilar é meu &#8220;xodó&#8221;, e espero conseguir mostrar que tudo isso não é só teoria. Para isso, precisarei contar com a ajuda das fantásticas pessoas que compõem as Comunidades, sempre dispostos a compartilhar conhecimento através da interação humana. Se você tem este espírito e se encaixa no perfil de um membro ou líder de GBG, entre em contato comigo!<br />
Em breve devo voltar com informações mais precisas sobre o trabalho aqui, e espero que as novidades sejam tão excitantes quanto estes primeiros dias na empresa!</p>
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		<title>A Hipocrisia por trás da “Sustentabilidade”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[luciano]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 Mar 2012 05:31:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[[tweetmeme source=”lucianopalma” only_single=false] As pessoas aparentemente acordaram para a necessidade de agir com responsabilidade em relação ao meio ambiente. E os departamentos de marketing já perceberam, há algum tempo, que o tema pode ser explorado comercialmente. Infelizmente, o que tenho visto é muita exploração comercial do tema e pouca genuinidade nas ações. Muitas empresas estão &#8230;<p class="read-more"> <a class="" href="https://lpalma.com/2012/03/11/a-hipocrisia-por-tras-da-sustentabilidade/"> <span class="screen-reader-text">A Hipocrisia por trás da “Sustentabilidade”</span> Leia mais &#187;</a></p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>[tweetmeme source=”lucianopalma” only_single=false]<br />
As pessoas aparentemente acordaram para a necessidade de agir com responsabilidade em relação ao meio ambiente. E os departamentos de marketing já perceberam, há algum tempo, que o tema pode ser explorado comercialmente.<a href="http://lucianopalma.files.wordpress.com/2012/03/greenwashing_maquiagem_verde.jpg"><img decoding="async" loading="lazy" class="alignright size-medium wp-image-878" style="margin-top:15px;margin-bottom:15px;" title="Greenwashing - a maquiagem verde" src="http://lucianopalma.files.wordpress.com/2012/03/greenwashing_maquiagem_verde.jpg?w=300" alt="" width="300" height="207" srcset="https://lpalma.com/wp-content/uploads/2012/03/greenwashing_maquiagem_verde.jpg 540w, https://lpalma.com/wp-content/uploads/2012/03/greenwashing_maquiagem_verde-300x207.jpg 300w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a><br />
Infelizmente, o que tenho visto é muita <strong>exploração comercial</strong> do tema e pouca genuinidade nas ações. Muitas empresas estão criando <strong>máscaras de sustentabilidade</strong> para faturar de todos os lados: seja lucro para a imagem, seja lucro no bolso mesmo, às custas  advinhe de quem? Sim, em cima de você, consumidor!<br />
Os casos clássicos são os das <strong>sacolinhas</strong> e o das <strong>faturas e extratos em papel</strong>.<br />
Coincidência ou não, nos dois casos o principal beneficiado não é o planeta, como diz a propaganda enganosa &#8211; são as empresas que promovem suas campanhas de redução de custos pintando a própria cara de verde. E o bolso também, só que no bolso é outro verde que entra&#8230;<br />
A atitude que desmascara os bancos é o fato que eles querem economizar o papel e o custo de postagem quando o conteúdo é uma necessidade sua, mas não economizam quando o interesse é deles: algum banco deixou de enviar propaganda impressa para você? E num papel que é muito mais poluente, impresso em 4 cores (quando não inclui o dourado). Ah, isso não polui, mas o seu extrato destrói as florestas. Sei, sei&#8230;<br />
E o lobby para “proibir” as sacolinhas em supermercados? É um escândalo, e seria ridículo se não fosse uma agressão ao consumidor.<br />
Sacolinhas “sufocam o planeta”? Ok, mas bem que os supermercados tentaram vendê-las, né? Aí elas não sufocavam mais!!! Fizeram furinhos nas sacolinhas, foi?! Poupe-me!!!<br />
O pior é como fazem o consumidor de idiota. Posando de bonzinhos e coitadinhos, os supermercados farão o “FAVOR” de dar sacolinhas até abril. E depois disso? PROBLEMA SEU!<br />
Se os supermercados estivessem REALMENTE preocupados com sustentabilidade, começariam não revendendo produtos com embalagens enganosas. Exemplo? Caixas de sabão em pó do tamanho da de 1 Kg, mas que só contém 900g.<br />
Hoje notei um outro “golpe” interessante: a Colgate faz uma promoção e coloca 2 pastas de dente numa caixa que é do tamanho de 3 pastas. É &#8220;legal&#8221;, porque a embalagem cita que tem 2 pastas no espaço de 3 (sem dar destaque, é claro), mas é ilegítimo, porque fica clara a intenção de ludibriar o consumidor.<br />
O que o supermercado tem com isso? Oras, supermercadistas entendem de varejo e portanto, de logística. Um caminhão que transporta essas embalagens enganosas anda com somente ⅔ da sua carga, porque ⅓ é espaço vazio para enganar o consumidor.<br />
Isso significa um <strong>consumo de 50% a mais de combustível</strong> em prol da malandragem. Isso sim, “sufoca o planeta” muito mais do que as sacolinhas.<br />
Se os supermercados estivessem MESMO preocupados com o planeta, recusariam este produto.</p>
<h4>E você? Quer mesmo ser sustentável?</h4>
<p><a href="http://lucianopalma.files.wordpress.com/2012/03/aguadiet.jpg"><img decoding="async" loading="lazy" class=" wp-image-880 alignleft" style="margin-top:10px;" title="Água Diet" src="http://lucianopalma.files.wordpress.com/2012/03/aguadiet.jpg?w=300" alt="" width="300" height="210" srcset="https://lpalma.com/wp-content/uploads/2012/03/aguadiet.jpg 471w, https://lpalma.com/wp-content/uploads/2012/03/aguadiet-300x210.jpg 300w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a>Então instale um bom filtro de água em sua casa.<br />
São 2 vantagens imediatas:<br />
<strong>1. Economia</strong>: 2 copos de água filtrada (cerca de 500 ml) custam <strong>R$ 0,0007</strong> (pegue sua conta de água e faça as contas), enquanto uma garrafa de 500 ml água não costuma sair por menos de <strong>R$ 2,00</strong>. Em outras palavras, <strong>a água engarrafada é 2.500 vezes mais cara do que a água filtrada</strong>!<br />
<strong>2. Sustentabilidade</strong>: 1 garrafa de 500 ml possui cerca de <strong>13 gramas</strong> de plástico.<br />
Uma sacolinha não pesa nem 2 gramas e costuma ser reutilizada ao menos uma vez.<br />
Tomar <strong>uma</strong> garrafinha de água, portanto, “sufoca” o planeta <strong>13 vezes mais</strong> do que usar uma sacolinha.<br />
Essa hipocrisia no uso do tema causa o problema de sempre: os bons pagando pelos maus. Como as pessoas estão percebendo que muitas empresas só usam o assunto para ter benefício próprio, aquelas que têm preocupação real com o meio ambiente acabarão sendo “colocadas no mesmo saco”, e a questão da sustentabilidade pode cair no ostracismo por culpa dos malandros de sempre&#8230; o Planeta lamenta.</p>
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		<title>Quando Socialmedia mostra que é Social de verdade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[luciano]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Jan 2012 03:05:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[[tweetmeme source=”lucianopalma” only_single=false] Ontem o Brasil foi testemunha de uma tragédia incomum: o desabamento de 3 prédios no centro do Rio de Janeiro. O fato foi noticiado de uma forma que infelizmente já virou praxe na imprensa nacional, com desinformação, pouca pesquisa e pouca checagem dos fatos e das fontes. Eu, pessoalmente, tenho lá minhas desconfianças, uma &#8230;<p class="read-more"> <a class="" href="https://lpalma.com/2012/01/27/socialmediasocial/"> <span class="screen-reader-text">Quando Socialmedia mostra que é Social de verdade</span> Leia mais &#187;</a></p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>[tweetmeme source=”lucianopalma” only_single=false]<br />
<a href="http://lucianopalma.files.wordpress.com/2012/01/desabamentorio-placas.png"><img decoding="async" loading="lazy" class="alignleft" style="margin-right:12px;" title="Desabamento no Rio - Placas no Google Street View" src="http://lucianopalma.files.wordpress.com/2012/01/desabamentorio-placas.png?w=300" alt="" width="300" height="249" /></a><br />
Ontem o Brasil foi testemunha de uma tragédia incomum: o desabamento de 3 prédios no centro do Rio de Janeiro.<br />
O fato foi noticiado de uma forma que infelizmente já virou <em>praxe</em> na imprensa nacional, com desinformação, pouca pesquisa e pouca checagem dos fatos e das fontes. Eu, pessoalmente, tenho lá minhas desconfianças, uma vez que a foto que consta do local no <strong>Google StreetView</strong> mostra placas de obras que nenhum repórter se deu o trabalho de pesquisar&#8230; mas vamos deixar as investigação com as autoridades, até porque não temos outra opção&#8230;<br />
O que quero levantar aqui é outra questão. <strong>Um gesto bonito perante cenas tão horrorosas</strong>.</p>
<h3>NUVA Agência</h3>
<p>A agência onde trabalham <strong><a title="Twitter do José Telmo" href="http://twitter.com/josetelmo" target="_blank" rel="noopener noreferrer">@JoseTelmo</a></strong>, <strong><a title="Twitter do Guga Alves" href="http://twitter.com/gugaalves" target="_blank" rel="noopener noreferrer">@GugaAlves</a></strong> e <strong><a title="Twitter do Pablo Augusto" href="http://twitter.com/pabloaugusto" target="_blank" rel="noopener noreferrer">@PabloAugusto</a></strong> ficava num dos edifícios que desmoronou. Felizmente, eles estão todos bem, <strong>e isso é o que mais importa</strong>.<br />
Os profissionais que trabalham com mídias sociais, sensibilizados, tiveram uma atitude que dá sentido à escolha da área em que trabalham, especificamente à palavra &#8220;<strong>Social</strong>&#8221; em <em>Socialmedia</em>.<br />
<a href="http://lucianopalma.files.wordpress.com/2012/01/desabamentorio.jpg"><img decoding="async" loading="lazy" class="alignright" style="margin-left:12px;" title="Desabamento no Rio" src="http://lucianopalma.files.wordpress.com/2012/01/desabamentorio.jpg?w=300" alt="" width="300" height="168" /></a></p>
<h3>Vaquinha para NUVA</h3>
<p>Quase que imediatamente, o &#8220;pessoal da Socialmedia&#8221; usou as próprias mídias sociais para tentar minimizar o impacto sofrido pelos amigos da NUVA. <strong>Ricardo Martins</strong> (<a href="http://twitter.com/ricardopmartins">@ricardopmartins</a>) e mais 7 amigos (<a href="http://twitter.com/edstorini">@edstorini</a>, <a href="http://twitter.com/reifison">@reifison</a>, <a href="http://twitter.com/camilocoutinho">@camilocoutinho</a>, <a href="http://twitter.com/rafaelsalgado">@rafaelsalgado</a>, <a href="http://twitter.com/helemoura">@helemoura</a>, <a href="http://twitter.com/ocarti">@ocarti</a> e <a href="http://twitter.com/pabloalmeida">@pabloalmeida</a>) decidiram criar uma &#8220;vaquinha&#8221; para ajudar na reconstrução da agência que ficou reduzida, literalmente, a pó.<br />
Eles usaram <strong><a title="Vaquinha para NUVA" href="http://www.vakinha.com.br/VaquinhaP.aspx?e=120731" target="_blank" rel="noopener noreferrer">este site</a></strong> para coletar doações, independentemente de valor, para ajudar os amigos. Nesta hora, quem trabalha em outras agências deixou de ver uma &#8220;concorrente&#8221; e passou a ver companheiros, num gesto leal, nobre e bonito de doação para a reconstrução da NUVA. Cada um doou o que poderia doar, e mais do que o dinheiro, tenho certeza que o <strong>gesto</strong> e as <strong>palavras</strong> ali deixadas trarão muita energia para que a NUVA retorne o mais breve possível ao mercado, revigorada e orgulhosa pelas amizades que construiu ao longo do tempo.<br />
Até o momento (com somente 1 dia de vaquina) já foram arrecadados R$ 11.000,00. Pode não ser dinheiro suficiente para re-estabelecer a NUVA fisicamente, mas tenho certeza que será uma &#8220;pedra fundamental&#8221; muito sólida, que motivará cada um de seus integrantes a voltar à ativa com muito vigor. Porque nessa quantia, tem muito mais <strong>sentimento</strong> do que cifrões.</p>
<h3>Parabéns aos &#8220;socialmedias&#8221;</h3>
<p>Nem todo mundo que contribuiu era amigo pessoal da turma da NUVA. Muitos nem os conheciam pessoalmente. Porém, muita gente solidarizou, mostrou empatia e soube se colocar no lugar do outro. Achei isso um gesto bonito e contagiante. Tive orgulho da &#8220;categoria&#8221;, e fico muito feliz por saber que existem tantas pessoas assim.<br />
A <strong><a title="Vaquina para NUVA" href="http://www.vakinha.com.br/VaquinhaP.aspx?e=120731" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Vaquinha para NUVA</a></strong> é um gesto totalmente <strong>SOCIAL</strong>, digno de quem se propõe a usar essa palavra no seu dia-a-dia de trabalho.<br />
<strong>Parabéns</strong>, &#8220;socialmedias&#8221;. E muita força e muita energia para a reconstrução da NUVA.<br />
<strong>PS:</strong> E você, já ajudou os amigos da NUVA? <a title="Vaquinha para NUVA" href="http://www.vakinha.com.br/VaquinhaP.aspx?e=120731" target="_blank" rel="noopener noreferrer">O link é esse</a>.<br />
<strong>Editado em 31/01/2012</strong> (inclusão dos nomes dos criadores da vaquina. Obrigado pelas informações, Ricardo).</p>
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