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	<title>CRM &#8211; LPalma.com</title>
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	<title>CRM &#8211; LPalma.com</title>
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		<title>A Padaria e a Cadeia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[luciano]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Apr 2010 02:57:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Cliente]]></category>
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					<description><![CDATA[Um comparativo entre uma padaria e uma franquia de lanchonetes. Qual você escolheria?]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Meu último post foi sobre <a title="O que é Social CRM?" href="https://lpalma.com/2010/04/13/social-crm-scrm-sm-smmt-crm-bi/" target="_blank" rel="tag noopener noreferrer">Social CRM</a>, e hoje tive uma excelente aula sobre o tema.     <br />Não, não foi num desses cursos caros. Foi numa <strong>padaria</strong>.</p>
<p>Logo cedo, entrei numa padaria bastante simples, de bairro, pedi um sanduíche e um suco, e fiquei observando o movimento.</p>
<p>Uma coisa que me chamou a atenção é que o chapeiro quase escorregou, e logo um garoto veio conversar com ele: </p>
<blockquote>
<p>&#8211; “<em>Tem um sapato lá no escritório. É 40. Vamos lá pegar, porque esse seu sapato está escorregando</em>.”       <br />&#8211; “<em>Acho que é de ‘fulano’. Deixa quieto</em>”       <br />&#8211; “<em>Não é esse não. É outro. Vamos lá ver</em>.”</p>
</blockquote>
<h4>E daí?</h4>
<p>Você deve ter se perguntado isso, não?    <br />Como ultimamente estou meio “viciado em Pessoas”, o <em>insight</em> que tive foi: <strong>É raríssimo ver esse tipo de atitude em corporações!</strong>     <br />O jovem estava preocupado com seu colega, e foi lá ajudá-lo. Sem esperar nada em troca.</p>
<p>O chapeiro me trouxe&#160; o sanduíche, e depois serviu o rapaz ao lado. Pouco depois veio me perguntar se estava bom. Fiz sinal de “positivo”, e ele conferiu a satisfação do cara ao lado.</p>
<blockquote>
<p>&#8211; “<em>Só faltou o tomate…</em>” – disse o meu “vizinho”.      <br />&#8211; “<em>Caramba, [apelido], mancada. Você gosta com tomate. Peraí que eu coloco</em>.”       <br />&#8211; “<em>Relaxa, eu esqueci de falar</em>…” – ele respondeu de forma tranquila com meio sanduíche na mão       <br />&#8211; “<em>Desculpa aí, [apelido], eu coloco nessa outra metade</em>” – e levou meio sanduíche, trazendo-o agilmente de volta com uma abundante fatia de tomate.</p>
</blockquote>
<p>Depois disso, ele voltou prá mim e simpaticamente “vendeu”:</p>
<blockquote>
<p>&#8211; “<em>Agora vai um cafezinho, <strong>chefe</strong></em>?”       <br />&#8211; “<em>Tem espresso</em>?”       <br />&#8211; “<em>Opa, do bom. Normal ou curto</em>?”</p>
</blockquote>
<p>E pensar que em muito <em>Fran’s Café</em> os atendentes não entendem quando peço café “curto”…</p>
<p>Tomei o café, agradeci e cumprimentei o chapeiro, que com a naturalidade que convida um amigo para uma visita soltou:</p>
<blockquote>
<p>&#8211; “<em>Aparece aí no almoço que hoje tem feijoada</em>!”</p>
</blockquote>
<h4>E dai 2?</h4>
<p>Agora você deve ter pensado consigo: Coitado! O Palma pirou…</p>
<p>Nada disso! Vamos analisar do ponto de vista do <a title="O que é Social CRM?" href="https://lpalma.com/2010/04/13/social-crm-scrm-sm-smmt-crm-bi/" target="_blank" rel="tag noopener noreferrer">último post</a>, pensando também em CRM:</p>
<ol>
<li>Um funcionário estava preocupado com o outro. O fato de ter ido ajudá-lo demonstra que existe uma <strong>equipe</strong> e que o <strong>clima</strong> de trabalho é bom. </li>
<li>O chapeiro <strong>conhecia</strong> o cliente. Conhecia seus <strong>gostos</strong>. Chamava-o pelo <strong>apelido</strong>. </li>
<li>O chapeiro quis garantir a <strong>satisfação do cliente</strong>. Sem <em>clichês</em>. Duvido que ele ganhe <em>bônus</em> ou tenha <em>métricas</em>… mas ele demonstrou um <strong>interesse sincero</strong> na <strong>satisfação do cliente</strong>. </li>
<li>O chapeiro, ao detectar uma <strong>potencial</strong> insatisfação (o rapaz estava tranquilo, ele não pediu o tomate), tomou uma atitude, visivelmente interessado em manter o cliente satisfeito. Ele tem <strong>autonomia</strong> para isso. </li>
<li>Conversei com o chapeiro depois (já pensando nesse post), e para minha surpresa, ouvi o seguinte:      <br />&#8211; “<em>Eu sempre pergunto, porque prefiro que a pessoa fale se não gostou enquanto está aqui, que ainda dá prá corrigir. O pior é se a pessoa vai embora sem falar nada, porque aí ela não volta</em>”.      <br />Procure na sua <strong>corporação</strong> as pessoas que pensam assim.       <br />Raro não? E nem pense em contratar o chapeiro e treinar para atuar em sua corporação. Em questão de meses ele perderá essa motivação… </li>
<li>Perguntei há quanto tempo ele trabalhava lá. <strong>3 anos</strong>. <em>Turnover</em> menor do que muitas <strong>corporações</strong>… </li>
<li>Mencionei o bom <strong>clima</strong> entre os funcionários (vi 2 deles trocando dicas sobre o meu próprio suco), e perguntei sobre o jovem que lhe ofereceu o sapato que estava no escritório. “<em>É o patrão</em>!”, ele respondeu sorrindo. Comentei que era bom ter um patrão que se preocupa com você, e ele emendou: “<em>Tem 40 anos que eu espero para ter um patrão assim</em>”.</li>
<li>O <strong><em>patrão</em></strong> estava no meio dos funcionários, participando de tudo, trabalhando onde necessário. Eu jamais saberia que <strong>ele</strong> era o patrão. Tenho certeza que se alguém levar a ele uma crítica, idéia ou sugestão, ele entenderá como aquilo está associado com o seu <strong>negócio</strong>.</li>
</ol>
<p><strong>Uma aula de RH e de Relacionamento com o Cliente em plena padaria!</strong></p>
<p>Saí de lá imaginando porque esse clima de “negócio de bairro” não pode existir em grandes corporações, e para tirar a coisa a limpo, na hora do almoço procurei um lugar que fosse uma <em><strong>franquia</strong></em>, o equivalente “corporativo” da padaria de bairro…</p>
<h4>A cadeia</h4>
<p>Hora do almoço, entrei numa dessas lanchonetes que visivelmente fazem parte de uma <strong>cadeia</strong>, uma franquia. Era uma loja de rua.</p>
<p>Sentei e perguntei se eles faziam pratos quentes ou só lanches. A atendente pediu que eu sentasse e trouxe um cardápio com as opções da franquia. Perguntei sobre os acompanhamentos de um prato e ela respondeu: “<em>Um minuto que eu vou verificar</em>”. Depois perguntei se serviam sucos naturais. Ela novamente “foi verificar”. Dessa vez não perguntei o tempo de casa dela (até para evitar mal-entendidos), mas já ficou claro que o <em>Turnover</em> era mais alto do que o da padaria. Isso normalmente significa clima ruim ou salário muito baixo…</p>
<p>Almocei decentemente, mas a única pessoa que me perguntou se estava bom foi o suposto dono. Adivinhem aonde ele estava?   <br /><em>Bingo</em>! No <strong>caixa</strong>! Onde mais estaria um dono de franquia? Perto daquilo que era mais importante para ele, é claro – o dinheiro. Não perto do cliente. Não perto do funcionário. Não perto do negócio. No caixa, onde se acumula a única coisa do cliente que importa para o dono: seu dinheiro. O “<em>estava bom</em>?” que ouvi era mais um pro-forma, um processo a cumprir. Até porque se eu falasse “<em>não</em>”, não teria mais o que fazer. Não dava mais para me trazer um tomate… Era pagar e não voltar, como temia o chapeiro da padaria… </p>
<p>Na <strong>cadeia</strong> (e o nome parece adequado, porque os sorrisos que vi na padaria, a liberdade com os clientes, o clima descontraído, nada disso estava presente), as pessoas estavam cumprindo os <strong>processos</strong>. Como <em>Charles Chaplin</em> em “<em>Tempos Modernos</em>”. Provavelmente, existem cursos regulares de “<strong>Qualidade Total</strong>” e discursos de “<strong>Satisfação do Cliente</strong>”, mas o que leva as atendentes todo o dia para aquele lugar é uma só coisa: o salário do mês. A mesma moeda que leva o dono. E não duvido que exista um processo de “<em>incentivos</em>” baseado em <strong>métricas</strong> e definidos por especialistas de “RH” da franquia. Só que ninguém sabe o tamanho do pé do outro. O dono não sabe se tem alguém escorregando. E a atendente não sabe se eu gosto de tomate no sanduíche, muito menos meu apelido.</p>
<p><strong>Conclusão</strong></p>
<p>Claro que processos são importantes. E também é óbvio que Pessoas são importantes. Mais óbvio ainda dizer que ótimos processos com Pessoa<br />
s motivadas é o ideal.</p>
<p>Agora… depois desses exemplos extremamente reais, qual seria sua opção?</p>
<ul>
<li>A <strong>Cadeia</strong>, com ótimos processos e pessoas desmotivadas/descomprometidas (“incentivadas” por dinheiro)?      <br />ou</li>
<li>a <strong>Padaria</strong>, com Pessoas motivadas/comprometidas e sem processos estruturados, improvisando a cada cliente?</li>
</ul>
<p>Por favor, deixe seu comentário!</p>
<p><a href="http://www.twitter.com/lucianopalma"><img loading="lazy" title="Twitter do &#13;&#10;           Palma" height="22" alt="Twitter do Palma" src="http://lucianopalma.files.wordpress.com/2010/01/clip_image001.jpg?w=22&amp;h=22&amp;h=22" width="22" border="0" /></a> <a href="http://www.facebook.com/lucianopalma"><img loading="lazy" title="Facebook do     &#13;&#10;     Palma" height="22" alt="Facebook do Palma" src="http://lucianopalma.files.wordpress.com/2010/01/clip_image002.jpg?w=22&amp;h=22&amp;h=22" width="22" border="0" /></a> <a href="http://www.linkedin.com/in/lucianopalma"><img loading="lazy" title="Linkedin do  &#13;&#10;          Palma" height="22" alt="Linkedin do Palma" src="http://lucianopalma.files.wordpress.com/2010/01/clip_image003.jpg?w=22&amp;h=22&amp;h=22" width="22" border="0" /></a></p>
</p>
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		<title>Social CRM (SCRM) = (SM * SMMT + CRM) * BI</title>
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		<dc:creator><![CDATA[luciano]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Apr 2010 11:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[BI]]></category>
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		<category><![CDATA[CRM]]></category>
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					<description><![CDATA[Social CRM (SCRM)
É… parece que o termo SCRM (Social CRM) vai acabar “pegando” mesmo…
E o que isso quer dizer? O que é Social CRM?]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>É… parece que o termo <strong>SCRM</strong> (<strong><em>Social CRM</em></strong>) vai acabar “pegando” mesmo…</p>
<h4>E o que isso quer dizer? O que é Social CRM?</h4>
<p>Vamos começar pelo <strong>CRM</strong> (<em><strong>Customer Relationship Management</strong></em>).     <br />Há cerca de 2 ou 3 anos, CRM era uma das “<em>buzzwords</em>” da vez. Falava-se muito em CRM, e muitas empresas brasileiras decretaram ter adotado sistemas de CRM.     <br />Bem… só por decreto mesmo! Pare um pouquinho para pensar: você já sentiu alguma empresa realmente gerenciando sua relação com ela, de forma eficiente?</p>
<p>Você pode ter lembrado de algum <strong>Programa de Fidelidade</strong>. Ou de algum supermercado que tenha avisado que aquele produto que você sentiu falta tinha chegado. Ou uma locadora que ligou dizendo que o vídeo que você quer assistir está disponível.     <br />Pessoalmente, coloco isso no “carrinho” do <strong>BI – <em>Business Intelligenge</em></strong>, onde os hábitos de compra (e se possível, as intenções) são cadastrados e (re)oferecidos assim que possível, cruzando as informações de forma… inteligente!     <br />Querendo, poderíamos até classificar como <strong>Automação de Vendas</strong>.     <br />Para chamar de CRM, teríamos que ir um pouco além disso…</p>
<p>No Brasil, talvez empresas como <strong>Avon</strong> e <strong>Yakult</strong> cheguem mais próximo do CRM. E você que achava que um sistema de alguns milhões resolveria, hein?!     <br />Pois é… as “consultoras” dessas empresas <strong>conhecem</strong> seus clientes. Elas sim, mantém um relacionamento, sabem <strong>como</strong>, <strong>quando</strong> e <strong>para quem sugerir</strong> novos produtos, porque se <strong>relacionam</strong> com seus clientes.</p>
<p>CRM à base de “sistema” não cria relacionamento. Aliás, pode fazer exatamente o oposto!    <br />Quer um exemplo real? Vamos lá: Como cliente de banco, eu quero fazer 100% pela Internet. Tudo que espero de um banco é que eu possa fazer a transação no momento que eu precisar, ou seja, <strong>excelência operacional</strong>. O basicão mesmo.     <br />Pois bem, na semana que precisei… tive que falar com gerente, erraram na operação, me deram prejuízo, uma lambança!     <br />Alguns dias depois recebo um email da gerente. “Enfim resolveram!” &#8211; pensei comigo. Não! Dizia: “<em>Parabéns, você é nosso cliente há 20 anos, e isso nos enche de orgulho, blá, blá blá, blá</em>”. Você realmente acha que eu fiquei feliz com esse tipo de “<strong>Relacionamento Gerenciado</strong>”?</p>
<h4>O que falta então?</h4>
<p>É claro que alguns tipos de negócio não vão poder colocar pessoas para ter um relacionamento pessoal com cada cliente, uma vez que possuem milhões de clientes. É bem verdade que algumas empresas até prometem isso, mas todos nós sabemos qual é – de fato – a realidade.</p>
<p>Aí que entram as <strong>Mídias Sociais</strong> (o <strong>SM</strong> da “fórmula” – <em>Social Media</em>), e as ferramentas avançadas de monitoração de Mídias Sociais, ou <strong>SMMT</strong> – <em>Social Media Monitoring Tools</em>.</p>
<p>Estas ferramentas auxiliam as empresas a exercer o papel mais difícil, que é de <strong>OUVIR</strong> as Redes Sociais. É um clichê dizer que esse é o primeiro passo, mas as empresas têm uma <strong>enorme</strong> dificuldade em mudar sua característica de “<em>broadcasters</em>”.     <br />Com software adequado, é possível filtrar aquilo que realmente precisa ser ouvido sobre sua empresa – normalmente os extremos: o que está indo <strong>muito bem</strong> (para obviamente, usar a seu favor), mas <strong>principalmente</strong>, aquilo que está saíndo <strong>totalmente errado</strong>, e que a empresa pode não ter a mínima idéia!</p>
<h4>STOP!!!</h4>
<p>A ferramenta fez o seu papel. Agora… nem pensar em deixá-la passar esse limite. Para um cliente totalmente descontente, só existe um remédio: uma <strong>voz humana</strong>. Aqui sim, tem que entrar de novo um ser humano no processo. Não um “atendente”. Não um “<em>Call Center</em>”. Um <strong>funcionário</strong>, treinado para lidar com um cliente realmente furioso. A menos que a empresa seja muito ruim (e nesse caso o problema está ANTES do SCRM), o porcentual de clientes neste estado tem que ser baixo. E com estes clientes, você tem que falar “<strong>pessoalmente</strong>”. Contatá-lo já sabendo qual é o problema (quer coisa mais irritante que ter que repetir tudo o que você já falou, e nervoso?). Mostrar-se interessado em resolver o problema. <strong>E resolvê-lo!</strong></p>
<p>Isso pode disparar a magia de levar este cliente para o outro extremo, porque ele é um ser humano, e seres humanos ADORAM receber atenção. Uma vez do “outro lado” (o lado bom, ou seja, de cliente satisfeito), devem existir outros processos para transformar este cliente em um <strong>INFLUENCIADOR</strong>, para assim formar uma <strong>COMUNIDADE</strong> (mas isso já é assunto para outro post).</p>
<p>Todo esse mecanismo envolve, sem dúvida, os 3 elementos de sempre: <strong>Pessoas, Processos e Tecnologia</strong>. Por isso a “variável” <strong>BI</strong> (<em>Business Intelligence</em>) está multiplicando tudo na “fórmula” – porque você precisa entender bem o seu negócio para criar <strong>Processos</strong>, automatizados pela <strong>Tecnologia</strong>, mas com com a sensibilidade e bom-senso das <strong>Pessoas</strong> onde necessário, para Gerenciar o Relacionamento com o Cliente (CRM).</p>
<p>Com isso, o CRM fica elevado a SCRM – <strong>Social CRM</strong>.</p>
<p>Você concorda? Discorda? Deixe seu comentário! <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/13.0.0/72x72/1f609.png" alt="😉" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>
<p><a href="http://www.twitter.com/lucianopalma"><img loading="lazy" title="Twitter do &#13;&#10;           Palma" border="0" alt="Twitter do Palma" src="http://lucianopalma.files.wordpress.com/2010/01/clip_image001.jpg?w=22&amp;h=22&amp;h=22" width="22" height="22" /></a> <a href="http://www.facebook.com/lucianopalma"><img loading="lazy" title="Facebook do     &#13;&#10;     Palma" border="0" alt="Facebook do Palma" src="http://lucianopalma.files.wordpress.com/2010/01/clip_image002.jpg?w=22&amp;h=22&amp;h=22" width="22" height="22" /></a> <a href="http://www.linkedin.com/in/lucianopalma"><img loading="lazy" title="Linkedin do  &#13;&#10;          Palma" border="0" alt="Linkedin do Palma" src="http://lucianopalma.files.wordpress.com/2010/01/clip_image003.jpg?w=22&amp;h=22&amp;h=22" width="22" height="22" /></a></p>
<p><div style="display:inline;float:none;margin:0;padding:0;" id="scid:0767317B-992E-4b12-91E0-4F059A8CECA8:5116ce3c-cdcc-4dab-9399-ed895c6ad22a" class="wlWriterEditableSmartContent">Technorati Tags: <a href="http://technorati.com/tags/SCRM" rel="tag">SCRM</a>,<a href="http://technorati.com/tags/CRM" rel="tag">CRM</a>,<a href="http://technorati.com/tags/BI" rel="tag">BI</a>,<a href="http://technorati.com/tags/SMMT" rel="tag">SMMT</a>,<a href="http://technorati.com/tags/Social+Networks" rel="tag">Social Networks</a>,<a href="http://technorati.com/tags/Redes+Sociais" rel="tag">Redes Sociais</a>,<a href="http://technorati.com/tags/M%c3%addias+Sociais" rel="tag">M&#237;dias Sociais</a>,<a href="http://technorati.com/tags/Social+Media" rel="tag">Social Media</a>,<a href="http://technorati.com/tags/Socialmedia" rel="tag">Socialmedia</a>,<a href="http://technorati.com/tags/Business+Intelligence" rel="tag">Business Intelligence</a>,<a href="http://technorati.com/tags/Monitoring+Tools" rel="tag">Monitoring Tools</a>,<a href="http://technorati.com/tags/Pessoas" rel="tag">Pessoas</a>,<a href="http://technorati.com/tags/Processos" rel="tag">Processos</a>,<a href="http://technorati.com/tags/Tecnologia" rel="tag">Tecnologia</a></div></p>
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