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	<title>Eyeball &#8211; LPalma.com</title>
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		<title>E depois do &#034;Like&#034;?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[luciano]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Jan 2011 05:55:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[[tweetmeme source=”lucianopalma” only_single=false] Que em 2011 vamos ver, ler e ouvir muito sobre Mídias Sociais não é novidade prá ninguém. E em 2012, 2013, 2014? O tema ainda estará na pauta? Você acertou: depende! Pelas ações em Mídias Sociais que estamos presenciando no Brasil, há o risco do termo ser &#8220;queimado&#8221; no mercado em pouco &#8230;<p class="read-more"> <a class="" href="https://lpalma.com/2011/01/14/depois-do-like/"> <span class="screen-reader-text">E depois do &#34;Like&#34;?</span> Leia mais &#187;</a></p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>[tweetmeme source=”lucianopalma” only_single=false]<br />
Que em 2011 vamos ver, ler e ouvir muito sobre Mídias Sociais não é novidade prá ninguém.<br />
E em 2012, 2013, 2014? O tema ainda estará na pauta?<a href="http://lucianopalma.files.wordpress.com/2011/01/twitter-lollipop.png" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-535    alignright" style="margin-top:12px;" title="Me dê um RT que eu te dou um pirulito!" src="http://lucianopalma.files.wordpress.com/2011/01/twitter-lollipop.png" alt="Me dê um RT que eu te dou um pirulito!" width="110" height="110" srcset="https://lpalma.com/wp-content/uploads/2011/01/twitter-lollipop.png 256w, https://lpalma.com/wp-content/uploads/2011/01/twitter-lollipop-150x150.png 150w" sizes="(max-width: 110px) 100vw, 110px" /></a><br />
Você acertou: depende!<br />
Pelas ações em Mídias Sociais que estamos presenciando no Brasil, há o risco do termo ser &#8220;queimado&#8221; no mercado em pouco tempo.<br />
É triste ver o número de campanhas-clichê no estilo &#8220;<strong><em>me dê um RT que eu te dou um pirulito</em></strong>&#8220;.</p>
<h4>Em busca dos olhos perdidos&#8230;</h4>
<p><a href="http://lucianopalma.files.wordpress.com/2011/01/screen_eyeballs480.jpg" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" class="size-medium wp-image-536 alignleft" style="margin-right:15px;margin-top:12px;" title="Eyeballs" src="http://lucianopalma.files.wordpress.com/2011/01/screen_eyeballs480.jpg?w=300" alt="Eyeballs" width="193" height="149" /></a>Nas últimas décadas, empresas e agências se acostumaram a correr atrás de <em>eyeballs</em>, ou seja, fazer de tudo para que o maior número de pessoas visse (ou ouvisse, ou lesse) a sua mensagem. Foi a era do <em><strong>Broadcast</strong></em>.<br />
Quando pessoas condicionadas a esse raciocínio tiveram o primeiro contato com as Mídias Sociais, seus olhos brilharam.<br />
Não porque tenham enxergado o verdadeiro potencial das novas mídias&#8230; mas por terem visto a ponta do iceberg que poderia lhes dar uma sobrevida na busca por <em>eyeballs</em>.<br />
A primeira paixão foi a palavra &#8220;<strong>viral</strong>&#8221; &#8211; Uau! <strong>Redes Sociais</strong>, um passando a mensagem para o outro, propagando-a até o infinito, números estonteantes de <em>eyeballs</em>!!!<br />
É verdade que o efeito viral existe e pode acontecer em Redes Sociais através das Mídias Sociais. Porém, não canso de repetir que &#8220;<strong>viral só é viral depois que vira viral</strong>&#8220;.<br />
Fuja, e rápido, quando ouvir frases parecidas com &#8220;&#8230; <em>aí a gente solta um viralzinho</em>&#8230;&#8221;.<br />
Claro que vídeos muito inteligentes, criativos, divertidos ou importantes podem gerar o &#8220;boca-a-boca&#8221; e tornarem-se virais. Só que da mesma forma que não é a noiva que tem que dizer se ela está bonita (são os convidados), não é você (e muito menos a agência) quem decide se algo é viral. São as pessoas que assistem, ouvem, lêem e &#8211; se acharem interessante &#8211; passam adiante. Seu último vídeo pode ser ótimo, mas quem decide são eles, portanto não compre nem venda ilusões.</p>
<h4>Mas porque as empresas querem o RT ou o &#8220;Like&#8221;?</h4>
<p><a href="http://lucianopalma.files.wordpress.com/2011/01/facebooklike.jpg" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" class="size-medium wp-image-537 alignleft" style="margin-top:8px;margin-right:15px;" title="Facebook Like" src="http://lucianopalma.files.wordpress.com/2011/01/facebooklike.jpg?w=300" alt="Facebook Like" width="195" height="127" /></a>A empolgação continua quando os <em>Retweets</em> (RT&#8217;s) e &#8220;<em>Like</em>&#8220;s do Facebook entram em ação.<br />
A ideia de usar os RT&#8217;s é estimular o maior número de pessoas a retransmitir uma mensagem. Isso gera os desejados &#8220;<em>eyeballs</em>&#8220;.<br />
No caso do Facebook, a descoberta é coletar &#8220;<em>Like</em>&#8220;s. Porque assim, cada mensagem que a empresa colocar em sua <em>fan page</em> será <strong>exibida</strong> a todos esses&#8230; <em>eyeballs</em>!<br />
São técnicas interessantes, porém dependem de um estímulo para a ação. Exatamente nesse ponto que as ações estão se tornando medíocres. O estímulo é sempre o mesmo que agências e empresas estavam acostumadas a oferecer no passado: brindes, prêmios, ofertas, etc. É uma maneira de ter &#8220;reimpressões mecânicas&#8221; da sua mensagem, porém sem gerar nenhum vínculo, nenhuma <strong>CONEXÃO</strong> com o &#8220;<em>ReTweeter</em>&#8221; ou &#8220;<em>Liker</em>&#8220;. Se o seu concorrente oferecer um prêmio igual, o indivíduo <em>retuíta</em> os dois.<br />
<em>Eyeball</em> por <em>eyeball</em>, sai mais barato pagar uma máquina para imprimir sua mensagem.</p>
<h4>E o que tem de errado nisso?</h4>
<p>Nada.<br />
Só que é um pecado perder uma oportunidade dessas.<br />
As Mídias Sociais permitem criar uma <strong>conexão</strong> muito mais intensa com o cliente (ou potencial cliente), estabelecer um <strong>relacionamento</strong>, criar um <strong>vínculo</strong>, formar <strong>influenciadores</strong> e criar uma <strong>comunidade</strong> energizada em torno de sua marca.<br />
Explorá-las utilizando métodos da era Broadcast é um grande desperdício. E como tudo que é explorado sem cuidado, esgota-se.</p>
<blockquote><p>Quantas campanhas &#8220;<strong><em>me dê um RT que eu te dou um pirulito</em></strong>&#8221; ainda vão &#8220;funcionar&#8221;?<br />
Que tamanho terão que ficar esses pirulitos?<br />
Como fica o pessoal do ROI?</p></blockquote>
<p>Onde está, nessas campanhas, o relacionamento de longo prazo com o cliente? O que acontece depois que todo mundo &#8220;retuitou&#8221; ou deu <em>Like</em>?<br />
Para a agência que vendeu, ou para o gerente que a contratou, até entendo: eles &#8220;cumpriram a meta&#8221; de entregar um projeto usando Mídias Sociais&#8230; mas até onde isso é uma camadinha de tinta para iludir a empresa? Até onde isso tem valor efetivo e duradouro? Esse tipo de investimento&#8230; é a coisa certa a fazer? <strong>E depois do <em>Like</em>?</strong><br />
Se não mudarmos logo; se não deixarmos claro o que o termo <em><strong>Social</strong></em> quer dizer logo atrás de <em><strong>Mídias</strong></em>, corremos o risco de &#8220;queimar o filme&#8221; com as pessoas que assinarão cheques comprando iniciativas em Mídias Sociais. E teremos que imprimir cartões diferentes em 2012.<br />
Agora, se as Novas Mídias forem utilizadas de uma forma realmente participativa, se conseguirmos estabelecer o novo tipo de relacionamento que os clientes estão esperando, se criarmos comunidades em torno de interesses comuns, então o termo &#8220;Mídias Sociais&#8221; entrará definitivamente na pauta, da mesma forma que termos como &#8220;Marketing&#8221;, &#8220;Design&#8221;, &#8220;Governança&#8221; e &#8220;Inovação&#8221; fizeram.</p>
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