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	<title>Idéias &#8211; LPalma.com</title>
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	<title>Idéias &#8211; LPalma.com</title>
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		<title>Errar x Fazer a Coisa Errada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[luciano]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 03:19:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
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					<description><![CDATA[[tweetmeme source=”lucianopalma” only_single=false] Gosto muito de metáforas e associações de fatos e conceitos entre cenários de naturezas distintas. Ontem, assistindo à Formula 1 na companhia virtual de alguns “amigos de Twitter”, ocorreu-me uma dessas associações, que começou com a pergunta: “Errar” e “Fazer a Coisa Errada”… será que é a mesma coisa? Contexto da reflexão &#8230;<p class="read-more"> <a class="" href="https://lpalma.com/2010/08/30/errar-x-fazer-a-coisa-errada/"> <span class="screen-reader-text">Errar x Fazer a Coisa Errada</span> Leia mais &#187;</a></p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>[tweetmeme source=”lucianopalma” only_single=false]<br />
Gosto muito de metáforas e associações de fatos e conceitos entre cenários de naturezas distintas.<br />
Ontem, assistindo à Formula 1 na companhia virtual de alguns “amigos de Twitter”, ocorreu-me uma dessas associações, que começou com a pergunta:</p>
<blockquote><p>“Errar” e “Fazer a Coisa Errada”… será que é a mesma coisa?</p></blockquote>
<h4>Contexto da reflexão (Fórmula 1)</h4>
<p>Para quem não viu: Vettel, ao tentar ultrapassar Button, perdeu o controle do carro e <a title="Vettel elimina Button do GP da Bélgica" href="http://globoesporte.globo.com/motor/formula-1/noticia/2010/08/vettel-assume-culpa-total-por-batida-em-button-quero-pedir-desculpas.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">acertou a lateral do britânico</a>, eliminando-o da corrida.<br />
<figure style="width: 299px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" class="  " style="margin-left:0;margin-right:0;" title="Erro de Vettel elimina Button do GP da Bélgica" src="http://esporte.ig.com.br/grandepremio/images/403/152/51/7721815.acidente_button_vettel_spa_francorchamps_grande_premio_234_498.jpg" alt="Erro de Vettel elimina Button do GP da Bélgica" width="299" height="140" /><figcaption class="wp-caption-text">Erro de Vettel elimina Button do GP da Bélgica</figcaption></figure><br />
A FIA, ainda com o respeito abalado por conta da <a title="Lambança da Ferrari no GP da Alemanha" href="http://fabioseixas.folha.blog.uol.com.br/arch2010-07-01_2010-07-31.html#2010_07-25_11_57_38-11074102-0" target="_blank" rel="noopener noreferrer">lambança no GP da Alemanha</a>, tratou de punir Vettel com um <em>drive-through</em> (passagem pelo box).<br />
Vettel <strong>errou</strong>? Sem dúvida!<br />
Mas será que ele <strong>fez a coisa errada</strong>?<br />
O automobilismo envolve riscos. Cada ultrapassagem exige audácia e isso faz parte do jogo. Não é à toa que exige-se uma superlicença para participar e paga-se salários exorbitantes aos pilotos.<br />
Vettel errou tentando fazer a coisa certa: obter a máxima performance de seu carro. Sua falha pode ter sido causada por ansiedade, por uma ondulação na pista, por imperícia ou imprudência. No entanto não houve <strong>dolo</strong>.<br />
Em outras palavras, Vettel não teve <strong>intenção</strong> de prejudicar a corrida de Button. O que não exime sua <strong>culpa</strong>.<br />
Se voltarmos ao caso em que Alonso combinou com a equipe para que Nelsinho se esborrachasse no muro para interromper a corrida e beneficiar o espanhol, a situação é totalmente oposta: Alonso não cometeu nenhum erro, mas fez a coisa errada. Houve a <strong>intenção</strong> de se beneficiar de uma manobra perigosa e desleal.<br />
Só para constar: a FIA, neste caso, não puniu o beneficiado.</p>
<h4>Então erros sem intenção não devem ser punidos?</h4>
<p>É claro que quando alguém erra e prejudica outra pessoa, o erro deve ser <strong>reparado</strong>. A motivação de uma atitude em relação ao culpado, no entanto, não deveria ser de <strong>punição</strong>, mas sim de <strong>reparação do erro</strong>. Afinal, não é justo que a “vítima” seja prejudicada.<br />
Já quando existe <strong>dolo</strong>, o termo “punição” se encaixa um pouco melhor. Neste caso, além de reparar o dano, o culpado passa por um processo considerado “corretivo”, ou seja, cumpre uma penalidade que o faz reavaliar seus atos e, supostamente, evitá-los no futuro.<br />
Calma… a ideia aqui não é entrar no mérito da análise dos sistemas judiciais. Então vou direto à minha metáfora.</p>
<h4>Ninguém é criativo se tem medo do erro</h4>
<p>Hoje é comum as empresas “exigirem” criatividade dos funcionários e falarem em <strong>inovação</strong>. Por outro lado, erros não são bem-vindos e dificilmente são tolerados.<br />
Agora pense na palavra “<strong>inovação</strong>”. Implica em tentar algo novo, e portanto sujeito a erros.<br />
<strong>Resultado</strong>: se a empresa “pune exemplarmente os erros”, mesmo aqueles sem dolo, a mensagem que ela está passando é: “<em>não tente nada que possa causar um erro</em>”, e com isso a empresa <strong>inibe totalmente a criatividade e a inovação</strong>.</p>
<h4>Ninguém é criativo num ambiente onde se faz a coisa errada</h4>
<p>Empresas que olham somente para relatórios e métricas podem estar negligenciando a análise de <strong>como</strong> estes resultados estão sendo obtidos.<br />
Os colaboradores, no entanto, não são tolos. Eles sabem quando as pessoas estão fazendo a coisa errada, mesmo quando os relatórios mostram números positivos. Em cenários assim, duas possíveis reações são:</p>
<ol>
<li>Passar a fazer a coisa errada para manter a “competitividade” para obter os mesmos resultados;</li>
<li>Perder a confiança no sistema e desistir de fazer a coisa certa, por não mais acreditar que o reconhecimento ocorrerá de forma justa.</li>
<p><strong> </strong></ol>
<ol><strong>Resultado</strong>: se a empresa é conivente com o ato de “fazer a coisa errada” em prol de resultados, seja por desinformação ou por tolerância a desvios, ela desestimula o colaborador que quer fazer a coisa certa e perde a oportunidade de receber ideias para seu crescimento, ou seja, ela <strong>inibe totalmente a criatividade a inovação</strong>.</ol>
<h4>Conclusão</h4>
<p>A inovação envolve riscos. Cada nova ideia exige audácia e isso faz parte do jogo. Não é à toa que exige-se uma boa capacitação para participar e paga-se bons salários aos colaboradores inovadores.<br />
Se você quer um ambiente <strong>inovador</strong> <strong>de verdade</strong> em sua empresa, minhas sugestões são:</p>
<ul>
<li>Passe a tolerar erros quando realizados na tentativa de fazer a coisa certa, porém tomando medidas para evitar que alguém seja prejudicado por estes erros;</li>
<li>Não tolere, de forma alguma, que as pessoas façam a coisa errada – mesmo quando os resultados destas ações sejam tentadores. No longo prazo, a coisa errada não se sustenta.</li>
</ul>
<p>Gostaria de ouvir sua opinião. Deixe seu comentário!<br />
<a title="Blog do Palma" href="https://lpalma.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Luciano Palma</a></p>
<div id="scid:0767317B-992E-4b12-91E0-4F059A8CECA8:88f8fd24-8f90-4cbf-a3c0-0e1d87abf8e3" class="wlWriterEditableSmartContent" style="display:inline;float:none;margin:0;padding:0;">Technorati Marcas: <a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/inova%c3%a7%c3%a3o">inovação</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/criatividade">criatividade</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/gest%c3%a3o">gestão</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/pessoas">pessoas</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/empresas">empresas</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/ambiente">ambiente</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/corporativo">corporativo</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/cen%c3%a1rio">cenário</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/gerenciamento">gerenciamento</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/ideias">ideias</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/formula+1">formula 1</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/f1">f1</a></div>
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		<title>O ser humano e seu potencial. Porque ambos s&#227;o t&#227;o mal explorados?</title>
		<link>https://lpalma.com/2010/02/19/o-ser-humano-e-seu-potencial-porque-ambos-so-to-mal-explorados-2/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[luciano]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Feb 2010 10:37:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Por diversas razões, tenho me dedicado mais ao estudo do comportamento humano do que ao estudo de sistemas eletrônicos – coisa que fiz durante a maior parte de minha vida. Não pretendo me tornar um sociólogo, muito menos psicólogo ou neuro-cientista de uma hora para a outra. Mas é assustador o quanto as pessoas vêm &#8230;<p class="read-more"> <a class="" href="https://lpalma.com/2010/02/19/o-ser-humano-e-seu-potencial-porque-ambos-so-to-mal-explorados-2/"> <span class="screen-reader-text">O ser humano e seu potencial. Porque ambos s&#227;o t&#227;o mal explorados?</span> Leia mais &#187;</a></p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Por diversas razões, tenho me dedicado mais ao estudo do comportamento humano do que ao estudo de sistemas eletrônicos – coisa que fiz durante a maior parte de minha vida.    <br />Não pretendo me tornar um sociólogo, muito menos psicólogo ou neuro-cientista de uma hora para a outra. Mas é assustador o quanto as pessoas vêm se comportando como máquinas &#8211; quando elas têm potencial para muito mais!</p>
<p>Ao ler os comentários do fantástico post “<a title="Desobedeça - Escola de Redes" href="http://escoladeredes.ning.com/profiles/blogs/desobedeca-1?" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Desobedeça</strong></a>”, de <a title="Augusto de Franco - Escola de Redes" href="http://escoladeredes.ning.com/profile/AugustodeFranco" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Augusto de Franco</a>, o tão badalado termo “Líder” me soou totalmente diferente do que eu estava acostumado.     <br />Primeiro no comentário da <a title="Angela Regina Pilon Vivarelli - Escola de Redes" href="http://escoladeredes.ning.com/profile/AngelaReginaPilonVivarelli" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Angela</a>, que mostra o quanto seguir um líder sem questionamentos pode ser trágico.     <br />Depois, o <a title="Bosco Carvalho - Escola de Redes" href="http://escoladeredes.ning.com/profile/BoscoCarvalho" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Bosco</a> mostra o quanto os “líderes” atuais estão se tornando arcaicos, através de um exemplo tão impressionante que é até difícil de acreditar!</p>
<p>Colocar pessoas para realizar tarefas de forma mecânica, além do desperdício de potencial humano, é um péssimo negócio. Programe direito um sistema que ele fará a mesma coisa a um custo muito mais baixo. Quer um exemplo? <em>Call Centers</em> de serviços de telefonia. Precisa de gente para repetir o mesmo script, na mesma sequência, independente do que você argumenta?! Um sistema, além de mais barato, poderia ser reprogramado para eliminar os gerúndios! Desagradável por desagradável, eu prefiro um desagradável sem gerúndios, e você?</p>
<p>Só que o desperdício não para por aí. Hoje formamos profissionais para trabalhar mecanicamente. E quando digo “formamos”, não estou falando somente dos cargos mais baixos na “hierarquia”. Refiro-me à formação superior e às diversas pós-graduações que o mercado oferece e consome (com a mesma mecanicidade citada antes).    <br />Basta olhar para a maioria dos escritórios (e quanto maior a empresa, parece que mais clara a coisa fica) – as reclamações são sempre as mesmas. Cargos obtidos politicamente. Chefes que impedem o crescimento dos funcionários por se sentirem ameaçados por aqueles que se destacam. Processos sendo seguidos sem se saber o porquê. Métricas sendo fabricadas porque o santificado “scorecard” tem que estar verde. Prêmios que não são – nem de longe &#8211; unanimidade. E muito, muito mais – tudo isso num ambiente onde a obediência aos mitos (sem jamais questioná-los) vale muito mais do que a criatividade e o desenvolvimento do potencial individual.</p>
<p>Aonde isso tudo nos levará? Foi daí que me vieram à mente os Lemmings. Ok, pode ser um mito, mas você pegou a idéia. Seguir instruções sem questionar pode levar a tragédias. E se os Lemmings são um mito, o exemplo da Ângela é bem real &#8211; &quot;<em>Comandante em Auschwitz: notas autobiográficas de Rudolf Höss</em>&quot; (<em>1958</em>). Höss nunca questionou as ordens do chefe. Foi um “profissional” de absoluto sucesso. Chegou ao topo em sua carreira. De acordo com os padrões atuais, alguém admirável, no qual pessoas nos escalões inferiores da hierarquia devem se espelhar, pois este é o padrão de sucesso no mundo que vivemos: mais no topo, mais sucesso.</p>
<p>Comparação radical? Será? Ou estará somente no passado? Afinal tudo que está no passado é muito mais fácil de avaliar. Então vamos tentar projetar 100 anos à frente (reparem que sou otimista e considero que estaremos à frente).    <br />O discurso seria mais ou menos assim: “Nossa! No século XV queimavam bruxas!”. “Caramba! No século XX queimavam etnias”. “Wow! E no século passado queimavam… idéias!”.     <br />Você consegue imaginar quantas idéias estão sendo sufocadas, quanta criatividade está sendo tolhida, pelo estilo de gerenciamento vigente? (aliás, o mesmo do século XX, não?).</p>
<p>Compartilho a visão que as redes ajudarão a libertar esse potencial humano. Essa criatividade. Essa capacidade de criar, inventar, questionar, discutir, descontruir e reconstruir que o século XX deixou sob mantos bordados com a palavra “sucesso”. </p>
<p>Boas reflexões!</p>
<p><a href="http://www.twitter.com/lucianopalma"><img loading="lazy" title="Twitter do   Palma" border="0" alt="Twitter do Palma" src="http://lucianopalma.files.wordpress.com/2010/01/clip_image001.jpg?w=22&amp;h=22&amp;h=22" width="22" height="22" /></a> <a href="http://www.facebook.com/lucianopalma"><img loading="lazy" title="Facebook do   Palma" border="0" alt="Facebook do Palma" src="http://lucianopalma.files.wordpress.com/2010/01/clip_image002.jpg?w=22&amp;h=22&amp;h=22" width="22" height="22" /></a> <a href="http://www.linkedin.com/in/lucianopalma"><img loading="lazy" title="Linkedin do   Palma" border="0" alt="Linkedin do Palma" src="http://lucianopalma.files.wordpress.com/2010/01/clip_image003.jpg?w=22&amp;h=22&amp;h=22" width="22" height="22" /></a></p>
<div style="display:inline;float:none;margin:0;padding:0;" id="scid:0767317B-992E-4b12-91E0-4F059A8CECA8:0eda7089-8c7e-48f6-b5a1-854588329d62" class="wlWriterEditableSmartContent">Technorati Marcas: <a href="http://technorati.com/tags/Potencial+humano" rel="tag">Potencial humano</a>,<a href="http://technorati.com/tags/Lideran%c3%a7a" rel="tag">Lideran&#231;a</a>,<a href="http://technorati.com/tags/Sucesso" rel="tag">Sucesso</a>,<a href="http://technorati.com/tags/Redes+Sociais" rel="tag">Redes Sociais</a>,<a href="http://technorati.com/tags/Gerenciamento" rel="tag">Gerenciamento</a>,<a href="http://technorati.com/tags/Criatividade" rel="tag">Criatividade</a>,<a href="http://technorati.com/tags/Id%c3%a9ias" rel="tag">Id&#233;ias</a>,<a href="http://technorati.com/tags/Potencial" rel="tag">Potencial</a>,<a href="http://technorati.com/tags/Hierarquia" rel="tag">Hierarquia</a></div>
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