<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	
	xmlns:georss="http://www.georss.org/georss"
	xmlns:geo="http://www.w3.org/2003/01/geo/wgs84_pos#"
	>

<channel>
	<title>Like &#8211; LPalma.com</title>
	<atom:link href="https://lpalma.com/tag/like/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://lpalma.com</link>
	<description>Paixão por Tecnologia</description>
	<lastBuildDate>Mon, 06 Feb 2012 12:30:40 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=5.5.5</generator>

<image>
	<url>https://lpalma.com/wp-content/uploads/2020/06/cropped-LPalma-icon-32x32.png</url>
	<title>Like &#8211; LPalma.com</title>
	<link>https://lpalma.com</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">178387474</site>	<item>
		<title>Socialmedia não é Broadcast!</title>
		<link>https://lpalma.com/2012/02/06/socialmedia-nao-e-broadcast/</link>
					<comments>https://lpalma.com/2012/02/06/socialmedia-nao-e-broadcast/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[luciano]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 12:30:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Miscelânea]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo Corporativo]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Twitter]]></category>
		<category><![CDATA[Broadcast]]></category>
		<category><![CDATA[campanha]]></category>
		<category><![CDATA[cpa]]></category>
		<category><![CDATA[cpc]]></category>
		<category><![CDATA[cpm]]></category>
		<category><![CDATA[Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Like]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Midias Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[online]]></category>
		<category><![CDATA[roi]]></category>
		<category><![CDATA[RT]]></category>
		<category><![CDATA[Socialcast]]></category>
		<category><![CDATA[Socialmedia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://br.lpalma.com/socialmedia-nao-e-broadcast/</guid>

					<description><![CDATA[[tweetmeme source=”lucianopalma” only_single=false] A discussão envolvendo Socialcast e Broadcast não é uma coisa exatamente nova. Há quase 2 anos, o grande amigo Celso Pagotti apresentou este assunto em uma palestra no Web Expo Fórum. Só para resumir as principais diferenças entre os dois modelos: Broadcast: Características: Emissor único (anunciante); Grande número de receptores; Mensagem controlada pelo &#8230;<p class="read-more"> <a class="" href="https://lpalma.com/2012/02/06/socialmedia-nao-e-broadcast/"> <span class="screen-reader-text">Socialmedia não é Broadcast!</span> Leia mais &#187;</a></p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>[tweetmeme source=”lucianopalma” only_single=false]</p>
<div>
<p dir="ltr">A discussão envolvendo <em><strong>Socialcast</strong></em> e <em><strong>Broadcast</strong></em> não é uma coisa exatamente nova.<br />
Há quase 2 anos, o grande amigo <strong>Celso Pagotti</strong> apresentou este assunto em uma <a title="Palestra Socialcast - Web Expo Fórum" href="https://lpalma.com/2010/03/29/palestra-o-que-socialcast-no-web-expo-frum/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">palestra no <strong>Web Expo Fórum</strong></a>.</p>
<p>Só para resumir as principais diferenças entre os dois modelos:</p>
<h3>Broadcast:</h3>
<p><strong>Características:</strong></p>
<ul>
<li>Emissor único (anunciante);</li>
<li>Grande número de receptores;</li>
<li>Mensagem controlada pelo anunciante;</li>
<li>Mesma mensagem para todos os receptores;</li>
<li>Abrangência associada à mídia utilizada.</li>
</ul>
<p><strong>Fatores de sucesso:</strong></p>
<ul>
<li>Alcance da mensagem (volume);</li>
<li>Memorização.</li>
</ul>
<p><strong>Métricas mais comuns:</strong></p>
<p style="padding-left:30px;"><strong></strong>Associadas aos <em><strong>Eyeballs</strong></em>, ou seja, quantidade de pessoas que foram expostas à mensagem.<br />
Para precificar este tipo de mídia, costuma-se utilizar o <strong>CPM</strong> (<em>Custo Por Mil</em>), que como o nome diz, indica quanto custa para atingir 1.000 pessoas (telespectadores/ouvintes/leitores).</p>
<p><strong>Efeito:</strong></p>
<p style="padding-left:30px;"><strong></strong>Rápido, de curta duração.<strong><strong><br />
</strong></strong></p>
<h3>Socialcast:</h3>
<p><strong>Características:</strong></p>
<ul>
<li>O emissor <strong>NÃO É</strong> único, e pode não ser o próprio anunciante;</li>
<li>A mensagem pode ser introduzida pelo anunciante, mas também pode ser modificada pelos difusores (ou seja, a mensagem se “molda” conforme flui nas redes [sociais]);</li>
<li>Não há controle central;</li>
<li>Abrangência associada à relevância e à aceitação da mensagem [ou ao repúdio].</li>
</ul>
<p><strong>Fatores de sucesso:</strong></p>
<ul>
<li>Engajamento de difusores;</li>
<li>Alcance da mensagem (volume);</li>
<li>Recomendações.</li>
</ul>
<p><strong>Métricas mais comuns:</strong></p>
<p style="padding-left:30px;"><strong></strong>Associadas à difusão espontânea da mensagem: <strong><em>Likes</em></strong> e <em><strong>Shares</strong></em> no Facebook, <em><strong>RT’s</strong></em> no Twitter, <em><strong>+1’s</strong></em> no Google+, avaliações positivas (<em>ratings</em>), re-postagens em blogs e plataformas de mídias sociais.<br />
Além disso, métricas relacionadas a volume também são importantes (acessos a <em>landing pages</em>, vídeos no Youtube, <strong>CTR</strong> (<em>Click-Through Rate</em>), <strong>CPA</strong> (<em>Cost Per Action</em>), <strong>CR</strong> (<em>Conversion Rate</em>).</p>
<p><strong>Efeito:</strong></p>
<p style="padding-left:30px;"><strong></strong>Lento, de longa duração.</p>
<h3>Então não é tudo a mesma coisa&#8230;</h3>
<p>A atuação das empresas deve se adequar a cada modelo.<br />
Infelizmente, o mercado vem utilizando as plataformas de mídias sociais &#8211; que são totalmente compatíveis com o <em>Socialcast</em> &#8211; da mesma forma que estavam acostumadas a fazer com o <em>Broadcast</em>.<br />
Uma oportunidade desperdiçada, sem dúvida.<br />
Não é à toa que vemos tanta dificuldade em comprovar o <strong>ROI</strong> (<em>Retorno do Investimento</em>) de “ações em mídias sociais”.<br />
Se a cabeça é de <em>Broadcast</em>, esperando retorno da mesma forma que se fazia com mídias tradicionais, não é raro ver gente “maquiando relatórios” para justificar o investimento, porque a ferramenta não é a mais adequada para obter o resultado esperado.<br />
O erro mais comum é a <strong>expectativa de resultado rápido</strong>. A menos dos famigerados <em>virais</em>, Socialmedia não dá resultados de imediato. É um trabalho de <strong>médio e longo prazo</strong>, porque não estamos falando simplesmente de <em>Eyeballs</em>. Estamos falando de relacionamento, e bons relacionamentos não se constróem de uma hora para outra.<strong><strong><br />
</strong></strong></p>
<h3>Virais</h3>
<p>Ok, virais encaixam-se na categoria <em>Socialcast</em> e podem ter um poder de difusão alucinante, apresentando assim uma resposta extremamente rápida.<br />
O controle sobre virais, no entanto, é praticamente nulo. Por mais que seja possível produzir um conteúdo com um bom “poder de viralização” &#8211; seja por ser polêmico, engraçado ou ousado &#8211; é muito difícil prever a reação das pessoas na rede.<br />
Por que as pessoas saíram repetindo uma bobagem como a da Luiza no Canadá? Porque essa bobagem e não outra?<br />
Além disso, virais são como fósforos: uma vez utilizados, não funcionam de novo. Perdem seu brilho. Vide a tentativa frustrada de quem soltou a Luiza [sem querer] e tentou, em vão, usar a mesma receita para “viralizar” de novo&#8230;<br />
Não caia na ladainha dos “piratas das mídias sociais” que prometem “soltar um viralzinho”.<br />
Por fim, virais podem ter efeitos extremamente negativos. Mais do que fósforo, pode virar nitroglicerina!<strong><strong><br />
</strong></strong></p>
<h3>Relacionamentos</h3>
<p>Se estamos falando de mídias <strong>SOCIAIS</strong>, é claro o assunto é relacionamento. E relacionamentos exigem tempo para serem construídos&#8230; ou não!<br />
Alguns relacionamentos acontecem puramente por interesse. Estes podem ser estabelecidos de forma praticamente imediata.<br />
Na verdade, são relacionamentos <strong>transacionais</strong> muito mais do que sociais. As partes concordam na <strong>troca</strong> que existirá e a troca é realizada.<br />
O exemplo mais clássico é a troca de <em>RT&#8217;s</em> ou <em>Likes</em> por “pirulitos” (o preferido &#8211; e menos criativo &#8211; costuma ser o <strong>iPad</strong>).<br />
Alguns profissionais vendem a participação em sorteios (ou quando não dá tempo, “concursos culturais”) como <strong>engajamento</strong>, e os <em>Likes</em> “comprados” dessa forma como índice de relacionamento. Vou deixar que você tire suas próprias conclusões&#8230;<strong><strong><br />
</strong></strong></p>
<h3>Socialmedia sendo usada como ferramenta de Broadcast</h3>
<p>Sorteios são ações muito comuns no mundo <em>Broadcast</em>. É uma forma eficiente de atrair <em>Eyeballs</em>.<br />
Afinal, quem não quer levar alguma coisa <strong>de graça</strong>? Esse apelo permite que um número muito grande de pessoas seja exposta a uma mensagem, o que contribui para que se apresente um bom CPM.<br />
No mundo <em>Broadcast</em>, o profissional que atinge mais gente com sua mensagem, com os menores custos, é o melhor.<br />
O problema é quando plataformas de Socialmedia são usadas com essa mentalidade, ou seja, mais como “<strong>mídia</strong>” do que como “<strong>social</strong>”.<br />
A receita, numericamente (e para efeitos de relatório), pode até acabar funcionando, uma vez que mistura dois ingredientes eficientes: algo sendo distribuído gratuitamente e uma plataforma onde as pessoas podem avisar os amigos sobre a barbada.<br />
O efeito de difusão através dos laços sociais da rede até possui um componente associado a relacionamento. O ponto é que o relacionamento só existe na fase de <strong>difusão</strong>.<br />
Não existe relacionamento entre empresa e potenciais consumidores, porque o acordo é meramente transacional: “<em>você me dá um Like e eu te dou um pirulito</em>”.<br />
O “relacionamento” termina junto com a transação, no exato momento em que o vencedor do sorteio é anunciado: o vencedor fica feliz por ter ganhado seu pirulito (mas não se tornará, necessariamente, cliente da empresa) e a multidão dá as costas com aquela sensação de “Aaaahhhh”. E fim.<br />
Como os Likes continuam na fanpage da empresa, o relatório indica um tremendo sucesso. A questão é: “<a href="https://lpalma.com/2011/01/14/depois-do-like/">E depois do Like?</a>”.</p>
<h3>Como combinar Broadcast e Socialcast?</h3>
<p>Se você leu até aqui, deve estar achando que eu sou defensor do <em>Socialcast</em> e crítico do <em>Broadcast</em>. Acertou a primeira, mas errou a segunda parte.<br />
Apesar de fascinado por Socialmedia, acredito que o <em>Broadcast</em> continuará tendo seu papel. O sucesso estará exatamente na dosagem primorosa dos dois modelos.<br />
O fato de cada um ter características diferentes não quer dizer que um seja <strong>MELHOR</strong> do que o outro. O ideal é utilizá-los de forma <strong>complementar</strong>.<br />
Já vimos que o <em>Broadcast</em> é eficiente para resultados <strong>imediatos</strong>, mas que podem não ser duradouros. É normal ver vendas voltarem aos padrões “normais” após o encerramento de campanhas Broadcast.<br />
O <em>Socialcast</em>, por sua vez, possui uma ação mais duradoura, pois relacionamentos efetivos podem ser construídos (se as ferramentas forem usadas corretamente). Só que isso leva tempo&#8230;<br />
<strong>Por que não chegar ao melhor dos dois mundos?</strong><br />
<strong></strong>Se um modelo complementar o outro, a empresa pode colher os melhores frutos:</p>
<ol>
<li>Agilizar a difusão do <em>Socialcast</em> com auxílio do <em>Broadcast</em></li>
<li>Manter os efeitos do <em>Broadcast</em> com auxílio do <em>Socialcast</em></li>
</ol>
<p>Como engenheiro, não poderia deixar de publicar um gráfico para ilustrar a vantagem do uso <strong>conjunto</strong> <em>Broadcast</em>&#8211;<em>Socialcast</em>:<br />
<strong><img loading="lazy" src="https://lh3.googleusercontent.com/hpGN2zbQ11iz0RY0iaoNTWqL1n7DPX1XVYcE2An3-8VABngQqFGapn94gYWI-53MuNkxIcP519SWPX8U_YQAonpzQow5uGE7Kjux578uLAFVccYKvGo" alt="" width="565px;" height="442px;" /></strong>
</div>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://lpalma.com/2012/02/06/socialmedia-nao-e-broadcast/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">841</post-id>	</item>
		<item>
		<title>E depois do &#034;Like&#034;?</title>
		<link>https://lpalma.com/2011/01/14/depois-do-like/</link>
					<comments>https://lpalma.com/2011/01/14/depois-do-like/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[luciano]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Jan 2011 05:55:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Miscelânea]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[Twitter]]></category>
		<category><![CDATA[Broadcast]]></category>
		<category><![CDATA[Eyeball]]></category>
		<category><![CDATA[Like]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Midias Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[RT]]></category>
		<category><![CDATA[Socialcast]]></category>
		<category><![CDATA[Socialmedia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://br.lpalma.com/depois-do-like/</guid>

					<description><![CDATA[[tweetmeme source=”lucianopalma” only_single=false] Que em 2011 vamos ver, ler e ouvir muito sobre Mídias Sociais não é novidade prá ninguém. E em 2012, 2013, 2014? O tema ainda estará na pauta? Você acertou: depende! Pelas ações em Mídias Sociais que estamos presenciando no Brasil, há o risco do termo ser &#8220;queimado&#8221; no mercado em pouco &#8230;<p class="read-more"> <a class="" href="https://lpalma.com/2011/01/14/depois-do-like/"> <span class="screen-reader-text">E depois do &#34;Like&#34;?</span> Leia mais &#187;</a></p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>[tweetmeme source=”lucianopalma” only_single=false]<br />
Que em 2011 vamos ver, ler e ouvir muito sobre Mídias Sociais não é novidade prá ninguém.<br />
E em 2012, 2013, 2014? O tema ainda estará na pauta?<a href="http://lucianopalma.files.wordpress.com/2011/01/twitter-lollipop.png" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-535    alignright" style="margin-top:12px;" title="Me dê um RT que eu te dou um pirulito!" src="http://lucianopalma.files.wordpress.com/2011/01/twitter-lollipop.png" alt="Me dê um RT que eu te dou um pirulito!" width="110" height="110" srcset="https://lpalma.com/wp-content/uploads/2011/01/twitter-lollipop.png 256w, https://lpalma.com/wp-content/uploads/2011/01/twitter-lollipop-150x150.png 150w" sizes="(max-width: 110px) 100vw, 110px" /></a><br />
Você acertou: depende!<br />
Pelas ações em Mídias Sociais que estamos presenciando no Brasil, há o risco do termo ser &#8220;queimado&#8221; no mercado em pouco tempo.<br />
É triste ver o número de campanhas-clichê no estilo &#8220;<strong><em>me dê um RT que eu te dou um pirulito</em></strong>&#8220;.</p>
<h4>Em busca dos olhos perdidos&#8230;</h4>
<p><a href="http://lucianopalma.files.wordpress.com/2011/01/screen_eyeballs480.jpg" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" class="size-medium wp-image-536 alignleft" style="margin-right:15px;margin-top:12px;" title="Eyeballs" src="http://lucianopalma.files.wordpress.com/2011/01/screen_eyeballs480.jpg?w=300" alt="Eyeballs" width="193" height="149" /></a>Nas últimas décadas, empresas e agências se acostumaram a correr atrás de <em>eyeballs</em>, ou seja, fazer de tudo para que o maior número de pessoas visse (ou ouvisse, ou lesse) a sua mensagem. Foi a era do <em><strong>Broadcast</strong></em>.<br />
Quando pessoas condicionadas a esse raciocínio tiveram o primeiro contato com as Mídias Sociais, seus olhos brilharam.<br />
Não porque tenham enxergado o verdadeiro potencial das novas mídias&#8230; mas por terem visto a ponta do iceberg que poderia lhes dar uma sobrevida na busca por <em>eyeballs</em>.<br />
A primeira paixão foi a palavra &#8220;<strong>viral</strong>&#8221; &#8211; Uau! <strong>Redes Sociais</strong>, um passando a mensagem para o outro, propagando-a até o infinito, números estonteantes de <em>eyeballs</em>!!!<br />
É verdade que o efeito viral existe e pode acontecer em Redes Sociais através das Mídias Sociais. Porém, não canso de repetir que &#8220;<strong>viral só é viral depois que vira viral</strong>&#8220;.<br />
Fuja, e rápido, quando ouvir frases parecidas com &#8220;&#8230; <em>aí a gente solta um viralzinho</em>&#8230;&#8221;.<br />
Claro que vídeos muito inteligentes, criativos, divertidos ou importantes podem gerar o &#8220;boca-a-boca&#8221; e tornarem-se virais. Só que da mesma forma que não é a noiva que tem que dizer se ela está bonita (são os convidados), não é você (e muito menos a agência) quem decide se algo é viral. São as pessoas que assistem, ouvem, lêem e &#8211; se acharem interessante &#8211; passam adiante. Seu último vídeo pode ser ótimo, mas quem decide são eles, portanto não compre nem venda ilusões.</p>
<h4>Mas porque as empresas querem o RT ou o &#8220;Like&#8221;?</h4>
<p><a href="http://lucianopalma.files.wordpress.com/2011/01/facebooklike.jpg" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" class="size-medium wp-image-537 alignleft" style="margin-top:8px;margin-right:15px;" title="Facebook Like" src="http://lucianopalma.files.wordpress.com/2011/01/facebooklike.jpg?w=300" alt="Facebook Like" width="195" height="127" /></a>A empolgação continua quando os <em>Retweets</em> (RT&#8217;s) e &#8220;<em>Like</em>&#8220;s do Facebook entram em ação.<br />
A ideia de usar os RT&#8217;s é estimular o maior número de pessoas a retransmitir uma mensagem. Isso gera os desejados &#8220;<em>eyeballs</em>&#8220;.<br />
No caso do Facebook, a descoberta é coletar &#8220;<em>Like</em>&#8220;s. Porque assim, cada mensagem que a empresa colocar em sua <em>fan page</em> será <strong>exibida</strong> a todos esses&#8230; <em>eyeballs</em>!<br />
São técnicas interessantes, porém dependem de um estímulo para a ação. Exatamente nesse ponto que as ações estão se tornando medíocres. O estímulo é sempre o mesmo que agências e empresas estavam acostumadas a oferecer no passado: brindes, prêmios, ofertas, etc. É uma maneira de ter &#8220;reimpressões mecânicas&#8221; da sua mensagem, porém sem gerar nenhum vínculo, nenhuma <strong>CONEXÃO</strong> com o &#8220;<em>ReTweeter</em>&#8221; ou &#8220;<em>Liker</em>&#8220;. Se o seu concorrente oferecer um prêmio igual, o indivíduo <em>retuíta</em> os dois.<br />
<em>Eyeball</em> por <em>eyeball</em>, sai mais barato pagar uma máquina para imprimir sua mensagem.</p>
<h4>E o que tem de errado nisso?</h4>
<p>Nada.<br />
Só que é um pecado perder uma oportunidade dessas.<br />
As Mídias Sociais permitem criar uma <strong>conexão</strong> muito mais intensa com o cliente (ou potencial cliente), estabelecer um <strong>relacionamento</strong>, criar um <strong>vínculo</strong>, formar <strong>influenciadores</strong> e criar uma <strong>comunidade</strong> energizada em torno de sua marca.<br />
Explorá-las utilizando métodos da era Broadcast é um grande desperdício. E como tudo que é explorado sem cuidado, esgota-se.</p>
<blockquote><p>Quantas campanhas &#8220;<strong><em>me dê um RT que eu te dou um pirulito</em></strong>&#8221; ainda vão &#8220;funcionar&#8221;?<br />
Que tamanho terão que ficar esses pirulitos?<br />
Como fica o pessoal do ROI?</p></blockquote>
<p>Onde está, nessas campanhas, o relacionamento de longo prazo com o cliente? O que acontece depois que todo mundo &#8220;retuitou&#8221; ou deu <em>Like</em>?<br />
Para a agência que vendeu, ou para o gerente que a contratou, até entendo: eles &#8220;cumpriram a meta&#8221; de entregar um projeto usando Mídias Sociais&#8230; mas até onde isso é uma camadinha de tinta para iludir a empresa? Até onde isso tem valor efetivo e duradouro? Esse tipo de investimento&#8230; é a coisa certa a fazer? <strong>E depois do <em>Like</em>?</strong><br />
Se não mudarmos logo; se não deixarmos claro o que o termo <em><strong>Social</strong></em> quer dizer logo atrás de <em><strong>Mídias</strong></em>, corremos o risco de &#8220;queimar o filme&#8221; com as pessoas que assinarão cheques comprando iniciativas em Mídias Sociais. E teremos que imprimir cartões diferentes em 2012.<br />
Agora, se as Novas Mídias forem utilizadas de uma forma realmente participativa, se conseguirmos estabelecer o novo tipo de relacionamento que os clientes estão esperando, se criarmos comunidades em torno de interesses comuns, então o termo &#8220;Mídias Sociais&#8221; entrará definitivamente na pauta, da mesma forma que termos como &#8220;Marketing&#8221;, &#8220;Design&#8221;, &#8220;Governança&#8221; e &#8220;Inovação&#8221; fizeram.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://lpalma.com/2011/01/14/depois-do-like/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>3</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">529</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
