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	<title>Midias Sociais &#8211; LPalma.com</title>
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	<title>Midias Sociais &#8211; LPalma.com</title>
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		<title>Socialmedia não é Broadcast!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[luciano]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 12:30:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[[tweetmeme source=”lucianopalma” only_single=false] A discussão envolvendo Socialcast e Broadcast não é uma coisa exatamente nova. Há quase 2 anos, o grande amigo Celso Pagotti apresentou este assunto em uma palestra no Web Expo Fórum. Só para resumir as principais diferenças entre os dois modelos: Broadcast: Características: Emissor único (anunciante); Grande número de receptores; Mensagem controlada pelo &#8230;<p class="read-more"> <a class="" href="https://lpalma.com/2012/02/06/socialmedia-nao-e-broadcast/"> <span class="screen-reader-text">Socialmedia não é Broadcast!</span> Leia mais &#187;</a></p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>[tweetmeme source=”lucianopalma” only_single=false]</p>
<div>
<p dir="ltr">A discussão envolvendo <em><strong>Socialcast</strong></em> e <em><strong>Broadcast</strong></em> não é uma coisa exatamente nova.<br />
Há quase 2 anos, o grande amigo <strong>Celso Pagotti</strong> apresentou este assunto em uma <a title="Palestra Socialcast - Web Expo Fórum" href="https://lpalma.com/2010/03/29/palestra-o-que-socialcast-no-web-expo-frum/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">palestra no <strong>Web Expo Fórum</strong></a>.</p>
<p>Só para resumir as principais diferenças entre os dois modelos:</p>
<h3>Broadcast:</h3>
<p><strong>Características:</strong></p>
<ul>
<li>Emissor único (anunciante);</li>
<li>Grande número de receptores;</li>
<li>Mensagem controlada pelo anunciante;</li>
<li>Mesma mensagem para todos os receptores;</li>
<li>Abrangência associada à mídia utilizada.</li>
</ul>
<p><strong>Fatores de sucesso:</strong></p>
<ul>
<li>Alcance da mensagem (volume);</li>
<li>Memorização.</li>
</ul>
<p><strong>Métricas mais comuns:</strong></p>
<p style="padding-left:30px;"><strong></strong>Associadas aos <em><strong>Eyeballs</strong></em>, ou seja, quantidade de pessoas que foram expostas à mensagem.<br />
Para precificar este tipo de mídia, costuma-se utilizar o <strong>CPM</strong> (<em>Custo Por Mil</em>), que como o nome diz, indica quanto custa para atingir 1.000 pessoas (telespectadores/ouvintes/leitores).</p>
<p><strong>Efeito:</strong></p>
<p style="padding-left:30px;"><strong></strong>Rápido, de curta duração.<strong><strong><br />
</strong></strong></p>
<h3>Socialcast:</h3>
<p><strong>Características:</strong></p>
<ul>
<li>O emissor <strong>NÃO É</strong> único, e pode não ser o próprio anunciante;</li>
<li>A mensagem pode ser introduzida pelo anunciante, mas também pode ser modificada pelos difusores (ou seja, a mensagem se “molda” conforme flui nas redes [sociais]);</li>
<li>Não há controle central;</li>
<li>Abrangência associada à relevância e à aceitação da mensagem [ou ao repúdio].</li>
</ul>
<p><strong>Fatores de sucesso:</strong></p>
<ul>
<li>Engajamento de difusores;</li>
<li>Alcance da mensagem (volume);</li>
<li>Recomendações.</li>
</ul>
<p><strong>Métricas mais comuns:</strong></p>
<p style="padding-left:30px;"><strong></strong>Associadas à difusão espontânea da mensagem: <strong><em>Likes</em></strong> e <em><strong>Shares</strong></em> no Facebook, <em><strong>RT’s</strong></em> no Twitter, <em><strong>+1’s</strong></em> no Google+, avaliações positivas (<em>ratings</em>), re-postagens em blogs e plataformas de mídias sociais.<br />
Além disso, métricas relacionadas a volume também são importantes (acessos a <em>landing pages</em>, vídeos no Youtube, <strong>CTR</strong> (<em>Click-Through Rate</em>), <strong>CPA</strong> (<em>Cost Per Action</em>), <strong>CR</strong> (<em>Conversion Rate</em>).</p>
<p><strong>Efeito:</strong></p>
<p style="padding-left:30px;"><strong></strong>Lento, de longa duração.</p>
<h3>Então não é tudo a mesma coisa&#8230;</h3>
<p>A atuação das empresas deve se adequar a cada modelo.<br />
Infelizmente, o mercado vem utilizando as plataformas de mídias sociais &#8211; que são totalmente compatíveis com o <em>Socialcast</em> &#8211; da mesma forma que estavam acostumadas a fazer com o <em>Broadcast</em>.<br />
Uma oportunidade desperdiçada, sem dúvida.<br />
Não é à toa que vemos tanta dificuldade em comprovar o <strong>ROI</strong> (<em>Retorno do Investimento</em>) de “ações em mídias sociais”.<br />
Se a cabeça é de <em>Broadcast</em>, esperando retorno da mesma forma que se fazia com mídias tradicionais, não é raro ver gente “maquiando relatórios” para justificar o investimento, porque a ferramenta não é a mais adequada para obter o resultado esperado.<br />
O erro mais comum é a <strong>expectativa de resultado rápido</strong>. A menos dos famigerados <em>virais</em>, Socialmedia não dá resultados de imediato. É um trabalho de <strong>médio e longo prazo</strong>, porque não estamos falando simplesmente de <em>Eyeballs</em>. Estamos falando de relacionamento, e bons relacionamentos não se constróem de uma hora para outra.<strong><strong><br />
</strong></strong></p>
<h3>Virais</h3>
<p>Ok, virais encaixam-se na categoria <em>Socialcast</em> e podem ter um poder de difusão alucinante, apresentando assim uma resposta extremamente rápida.<br />
O controle sobre virais, no entanto, é praticamente nulo. Por mais que seja possível produzir um conteúdo com um bom “poder de viralização” &#8211; seja por ser polêmico, engraçado ou ousado &#8211; é muito difícil prever a reação das pessoas na rede.<br />
Por que as pessoas saíram repetindo uma bobagem como a da Luiza no Canadá? Porque essa bobagem e não outra?<br />
Além disso, virais são como fósforos: uma vez utilizados, não funcionam de novo. Perdem seu brilho. Vide a tentativa frustrada de quem soltou a Luiza [sem querer] e tentou, em vão, usar a mesma receita para “viralizar” de novo&#8230;<br />
Não caia na ladainha dos “piratas das mídias sociais” que prometem “soltar um viralzinho”.<br />
Por fim, virais podem ter efeitos extremamente negativos. Mais do que fósforo, pode virar nitroglicerina!<strong><strong><br />
</strong></strong></p>
<h3>Relacionamentos</h3>
<p>Se estamos falando de mídias <strong>SOCIAIS</strong>, é claro o assunto é relacionamento. E relacionamentos exigem tempo para serem construídos&#8230; ou não!<br />
Alguns relacionamentos acontecem puramente por interesse. Estes podem ser estabelecidos de forma praticamente imediata.<br />
Na verdade, são relacionamentos <strong>transacionais</strong> muito mais do que sociais. As partes concordam na <strong>troca</strong> que existirá e a troca é realizada.<br />
O exemplo mais clássico é a troca de <em>RT&#8217;s</em> ou <em>Likes</em> por “pirulitos” (o preferido &#8211; e menos criativo &#8211; costuma ser o <strong>iPad</strong>).<br />
Alguns profissionais vendem a participação em sorteios (ou quando não dá tempo, “concursos culturais”) como <strong>engajamento</strong>, e os <em>Likes</em> “comprados” dessa forma como índice de relacionamento. Vou deixar que você tire suas próprias conclusões&#8230;<strong><strong><br />
</strong></strong></p>
<h3>Socialmedia sendo usada como ferramenta de Broadcast</h3>
<p>Sorteios são ações muito comuns no mundo <em>Broadcast</em>. É uma forma eficiente de atrair <em>Eyeballs</em>.<br />
Afinal, quem não quer levar alguma coisa <strong>de graça</strong>? Esse apelo permite que um número muito grande de pessoas seja exposta a uma mensagem, o que contribui para que se apresente um bom CPM.<br />
No mundo <em>Broadcast</em>, o profissional que atinge mais gente com sua mensagem, com os menores custos, é o melhor.<br />
O problema é quando plataformas de Socialmedia são usadas com essa mentalidade, ou seja, mais como “<strong>mídia</strong>” do que como “<strong>social</strong>”.<br />
A receita, numericamente (e para efeitos de relatório), pode até acabar funcionando, uma vez que mistura dois ingredientes eficientes: algo sendo distribuído gratuitamente e uma plataforma onde as pessoas podem avisar os amigos sobre a barbada.<br />
O efeito de difusão através dos laços sociais da rede até possui um componente associado a relacionamento. O ponto é que o relacionamento só existe na fase de <strong>difusão</strong>.<br />
Não existe relacionamento entre empresa e potenciais consumidores, porque o acordo é meramente transacional: “<em>você me dá um Like e eu te dou um pirulito</em>”.<br />
O “relacionamento” termina junto com a transação, no exato momento em que o vencedor do sorteio é anunciado: o vencedor fica feliz por ter ganhado seu pirulito (mas não se tornará, necessariamente, cliente da empresa) e a multidão dá as costas com aquela sensação de “Aaaahhhh”. E fim.<br />
Como os Likes continuam na fanpage da empresa, o relatório indica um tremendo sucesso. A questão é: “<a href="https://lpalma.com/2011/01/14/depois-do-like/">E depois do Like?</a>”.</p>
<h3>Como combinar Broadcast e Socialcast?</h3>
<p>Se você leu até aqui, deve estar achando que eu sou defensor do <em>Socialcast</em> e crítico do <em>Broadcast</em>. Acertou a primeira, mas errou a segunda parte.<br />
Apesar de fascinado por Socialmedia, acredito que o <em>Broadcast</em> continuará tendo seu papel. O sucesso estará exatamente na dosagem primorosa dos dois modelos.<br />
O fato de cada um ter características diferentes não quer dizer que um seja <strong>MELHOR</strong> do que o outro. O ideal é utilizá-los de forma <strong>complementar</strong>.<br />
Já vimos que o <em>Broadcast</em> é eficiente para resultados <strong>imediatos</strong>, mas que podem não ser duradouros. É normal ver vendas voltarem aos padrões “normais” após o encerramento de campanhas Broadcast.<br />
O <em>Socialcast</em>, por sua vez, possui uma ação mais duradoura, pois relacionamentos efetivos podem ser construídos (se as ferramentas forem usadas corretamente). Só que isso leva tempo&#8230;<br />
<strong>Por que não chegar ao melhor dos dois mundos?</strong><br />
<strong></strong>Se um modelo complementar o outro, a empresa pode colher os melhores frutos:</p>
<ol>
<li>Agilizar a difusão do <em>Socialcast</em> com auxílio do <em>Broadcast</em></li>
<li>Manter os efeitos do <em>Broadcast</em> com auxílio do <em>Socialcast</em></li>
</ol>
<p>Como engenheiro, não poderia deixar de publicar um gráfico para ilustrar a vantagem do uso <strong>conjunto</strong> <em>Broadcast</em>&#8211;<em>Socialcast</em>:<br />
<strong><img loading="lazy" src="https://lh3.googleusercontent.com/hpGN2zbQ11iz0RY0iaoNTWqL1n7DPX1XVYcE2An3-8VABngQqFGapn94gYWI-53MuNkxIcP519SWPX8U_YQAonpzQow5uGE7Kjux578uLAFVccYKvGo" alt="" width="565px;" height="442px;" /></strong>
</div>
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		<title>Quando Socialmedia mostra que é Social de verdade</title>
		<link>https://lpalma.com/2012/01/27/socialmediasocial/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[luciano]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Jan 2012 03:05:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[[tweetmeme source=”lucianopalma” only_single=false] Ontem o Brasil foi testemunha de uma tragédia incomum: o desabamento de 3 prédios no centro do Rio de Janeiro. O fato foi noticiado de uma forma que infelizmente já virou praxe na imprensa nacional, com desinformação, pouca pesquisa e pouca checagem dos fatos e das fontes. Eu, pessoalmente, tenho lá minhas desconfianças, uma &#8230;<p class="read-more"> <a class="" href="https://lpalma.com/2012/01/27/socialmediasocial/"> <span class="screen-reader-text">Quando Socialmedia mostra que é Social de verdade</span> Leia mais &#187;</a></p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>[tweetmeme source=”lucianopalma” only_single=false]<br />
<a href="http://lucianopalma.files.wordpress.com/2012/01/desabamentorio-placas.png"><img loading="lazy" class="alignleft" style="margin-right:12px;" title="Desabamento no Rio - Placas no Google Street View" src="http://lucianopalma.files.wordpress.com/2012/01/desabamentorio-placas.png?w=300" alt="" width="300" height="249" /></a><br />
Ontem o Brasil foi testemunha de uma tragédia incomum: o desabamento de 3 prédios no centro do Rio de Janeiro.<br />
O fato foi noticiado de uma forma que infelizmente já virou <em>praxe</em> na imprensa nacional, com desinformação, pouca pesquisa e pouca checagem dos fatos e das fontes. Eu, pessoalmente, tenho lá minhas desconfianças, uma vez que a foto que consta do local no <strong>Google StreetView</strong> mostra placas de obras que nenhum repórter se deu o trabalho de pesquisar&#8230; mas vamos deixar as investigação com as autoridades, até porque não temos outra opção&#8230;<br />
O que quero levantar aqui é outra questão. <strong>Um gesto bonito perante cenas tão horrorosas</strong>.</p>
<h3>NUVA Agência</h3>
<p>A agência onde trabalham <strong><a title="Twitter do José Telmo" href="http://twitter.com/josetelmo" target="_blank" rel="noopener noreferrer">@JoseTelmo</a></strong>, <strong><a title="Twitter do Guga Alves" href="http://twitter.com/gugaalves" target="_blank" rel="noopener noreferrer">@GugaAlves</a></strong> e <strong><a title="Twitter do Pablo Augusto" href="http://twitter.com/pabloaugusto" target="_blank" rel="noopener noreferrer">@PabloAugusto</a></strong> ficava num dos edifícios que desmoronou. Felizmente, eles estão todos bem, <strong>e isso é o que mais importa</strong>.<br />
Os profissionais que trabalham com mídias sociais, sensibilizados, tiveram uma atitude que dá sentido à escolha da área em que trabalham, especificamente à palavra &#8220;<strong>Social</strong>&#8221; em <em>Socialmedia</em>.<br />
<a href="http://lucianopalma.files.wordpress.com/2012/01/desabamentorio.jpg"><img loading="lazy" class="alignright" style="margin-left:12px;" title="Desabamento no Rio" src="http://lucianopalma.files.wordpress.com/2012/01/desabamentorio.jpg?w=300" alt="" width="300" height="168" /></a></p>
<h3>Vaquinha para NUVA</h3>
<p>Quase que imediatamente, o &#8220;pessoal da Socialmedia&#8221; usou as próprias mídias sociais para tentar minimizar o impacto sofrido pelos amigos da NUVA. <strong>Ricardo Martins</strong> (<a href="http://twitter.com/ricardopmartins">@ricardopmartins</a>) e mais 7 amigos (<a href="http://twitter.com/edstorini">@edstorini</a>, <a href="http://twitter.com/reifison">@reifison</a>, <a href="http://twitter.com/camilocoutinho">@camilocoutinho</a>, <a href="http://twitter.com/rafaelsalgado">@rafaelsalgado</a>, <a href="http://twitter.com/helemoura">@helemoura</a>, <a href="http://twitter.com/ocarti">@ocarti</a> e <a href="http://twitter.com/pabloalmeida">@pabloalmeida</a>) decidiram criar uma &#8220;vaquinha&#8221; para ajudar na reconstrução da agência que ficou reduzida, literalmente, a pó.<br />
Eles usaram <strong><a title="Vaquinha para NUVA" href="http://www.vakinha.com.br/VaquinhaP.aspx?e=120731" target="_blank" rel="noopener noreferrer">este site</a></strong> para coletar doações, independentemente de valor, para ajudar os amigos. Nesta hora, quem trabalha em outras agências deixou de ver uma &#8220;concorrente&#8221; e passou a ver companheiros, num gesto leal, nobre e bonito de doação para a reconstrução da NUVA. Cada um doou o que poderia doar, e mais do que o dinheiro, tenho certeza que o <strong>gesto</strong> e as <strong>palavras</strong> ali deixadas trarão muita energia para que a NUVA retorne o mais breve possível ao mercado, revigorada e orgulhosa pelas amizades que construiu ao longo do tempo.<br />
Até o momento (com somente 1 dia de vaquina) já foram arrecadados R$ 11.000,00. Pode não ser dinheiro suficiente para re-estabelecer a NUVA fisicamente, mas tenho certeza que será uma &#8220;pedra fundamental&#8221; muito sólida, que motivará cada um de seus integrantes a voltar à ativa com muito vigor. Porque nessa quantia, tem muito mais <strong>sentimento</strong> do que cifrões.</p>
<h3>Parabéns aos &#8220;socialmedias&#8221;</h3>
<p>Nem todo mundo que contribuiu era amigo pessoal da turma da NUVA. Muitos nem os conheciam pessoalmente. Porém, muita gente solidarizou, mostrou empatia e soube se colocar no lugar do outro. Achei isso um gesto bonito e contagiante. Tive orgulho da &#8220;categoria&#8221;, e fico muito feliz por saber que existem tantas pessoas assim.<br />
A <strong><a title="Vaquina para NUVA" href="http://www.vakinha.com.br/VaquinhaP.aspx?e=120731" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Vaquinha para NUVA</a></strong> é um gesto totalmente <strong>SOCIAL</strong>, digno de quem se propõe a usar essa palavra no seu dia-a-dia de trabalho.<br />
<strong>Parabéns</strong>, &#8220;socialmedias&#8221;. E muita força e muita energia para a reconstrução da NUVA.<br />
<strong>PS:</strong> E você, já ajudou os amigos da NUVA? <a title="Vaquinha para NUVA" href="http://www.vakinha.com.br/VaquinhaP.aspx?e=120731" target="_blank" rel="noopener noreferrer">O link é esse</a>.<br />
<strong>Editado em 31/01/2012</strong> (inclusão dos nomes dos criadores da vaquina. Obrigado pelas informações, Ricardo).</p>
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		<title>ReTweetspectiva 2011 &#8211; Parte 2 (Mídias Sociais)</title>
		<link>https://lpalma.com/2012/01/03/retweetspectiva-2011-parte-2/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[luciano]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Jan 2012 11:00:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[[tweetmeme source=”lucianopalma” only_single=false] Ontem publiquei os Tweets da ReTweetspectiva 2011, na categoria Sociedade &#38; Comportamento. Confira hoje os Tweets mais interessantes de 2011 na categoria Mídias Sociais. (Amanhã e depois de amanhã serão postados os Tweets das categorias Mundo Corporativo e Tecnologia &#38; Comunidade Técnica). Transparência em tempos de Mídias Sociais: &#8220;Minha vida é um &#8230;<p class="read-more"> <a class="" href="https://lpalma.com/2012/01/03/retweetspectiva-2011-parte-2/"> <span class="screen-reader-text">ReTweetspectiva 2011 &#8211; Parte 2 (Mídias Sociais)</span> Leia mais &#187;</a></p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>[tweetmeme source=”lucianopalma” only_single=false]<br />
Ontem publiquei os Tweets da <strong>ReTweetspectiva 2011</strong>, na categoria <strong><a title="ReTweetspectiva 2011 - Parte 1" href="https://lpalma.com/2012/01/02/retweetspectiva-2011-parte-1" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Sociedade &amp; Comportamento</a></strong>.<br />
Confira hoje os Tweets mais interessantes de 2011 na categoria <strong>Mídias Sociais</strong>.<br />
(Amanhã e depois de amanhã serão postados os Tweets das categorias <strong>Mundo Corporativo</strong> e <strong>Tecnologia &amp; Comunidade Técnica</strong>).</p>
<blockquote>
<ul>
<li>Transparência em tempos de Mídias Sociais: &#8220;Minha vida é um facebook aberto&#8221; (2/1)</li>
<li>ROI é uma relação matemática, um número. Se você ainda não sabe qual é o retorno desejado, defina isto antes de perguntar sobre esse número. (17/1)</li>
<li>@Jana_Bernardes &#8220;Quem deve assumir as Redes Sociais de uma empresa?&#8221; Se alguém tem q &#8220;assumir&#8221;, é pq a empresa não está em Rede, concorda? (22/1)</li>
<li>Empresa fala: &#8220;Compre!&#8221; &#8211; você dá de ombros. Consumidor fala: &#8220;Não compre!&#8221; &#8211; você corre prá ver. #midias #sociais #socialcast (29/1)</li>
<li>Mídias Sociais dão trabalho porque as mensagens são efêmeras. E às vezes explosivas. (17/2)</li>
<li>Se estas manifestações derrubarem as ditaduras políticas, será que surgirão novas, para derrubar as &#8220;ditaduras econômicas&#8221;? #RedesSociais (19/2)</li>
<li>É normal falarmos muito bem ou muito mal das coisas aqui no Twitter. Não tem muito sentido dizer &#8220;o sabonete que usei hoje é razoável&#8221;, tem? (19/2)</li>
<li>Tiro sai pela culatra, a campanha vira fiasco e zombaria e a desculpa é q &#8220;pelo menos estão falando da marca&#8221;. Poupe-me&#8230; (4/3)</li>
<li>Uma imagem vale por 1000 palavras porque as pessoas associam 1000 palavras que vc escreve à sua imagem no Twitter (10/3)</li>
<li>Os consumidores estão aprendendo a usar mídias sociais muito mais rápido (e melhor) do que as empresas. Vide os casos Brastemp e Renault. (13/3)</li>
<li>Parabéns pelo seu novo emprego!!! Agora vc é socialmedia manager de vc mesmo! #personalbranding (15/3)</li>
<li>Mentalidade d pagar por tweet é totalmente Broadcast. Mídias Sociais são + eficientes pelo engajamento do q pelo Broadcast (31/3)</li>
<li>Comemore a perda de seguidores no Twitter. Isso indica aumento da relevância de sua &#8220;real audiência&#8221;. (7/4)</li>
<li>Para cada campanha &#8220;Siga no Twitter e concorra a&#8230;&#8221; morre um Panda. Se o prêmio for iPad, morrem dois. (18/4)</li>
<li>Qdo 2/3 ds empresas no BR dizem estar presentes nas mídias sociais,pergunto-me o q a maioria entende por &#8220;estar presente nas mídias sociais&#8221; (24/4)</li>
<li>Se escola/professor bloqueiam acesso à Internet na sala é pq não conseguem ser mais interessantes do q a Rede (nem trazer mais valor). (27/4)</li>
<li>Ser popular não significa ser influente. O broadcast te torna popular; o socialcast, influente. (9/5)</li>
<li>O Facebook já proibiu sorteios por &#8220;Like&#8221;. Bem que o Twitter podia proibir &#8220;Dê RT e concorra&#8221; né? Multa dupla se for iPad. (30/5)</li>
<li>Não tuite demais, para não cair no filtro de indiferença. #PKM #saraudeideias (30/5)</li>
<li>Empresas que não acompanharem (mídias sociais) parecerão idosos jogando futebol com adolescentes. (2/6)</li>
<li>Fico um pouco offline, ligo o rádio e o que ouço? Twitter,Orkut, Facebook&#8230; (7/6)</li>
<li>Broadcast é bom pela abrangência. Socialcast é bom pela influência. Rafinha é broadcast, @briansolis é socialcast. (10/6)</li>
<li>Viral? Viral é broadcast disfarçado de socialcast&#8230; (10/6)</li>
<li>Cada vez que alguém sorteia alguma coisa no Twitter morre um Panda. De tédio. (12/6)</li>
<li>Quando vejo pesquisas dizendo que 70% das empresas usam mídias sociais no BR, pergunto-me quem eram os 100%&#8230; #prontofalei (17/6)</li>
<li>Quer ver pararem c/ essa história de calcular ROI de Socialmedia? Peça p/ a empresa mostrar como foi calculado o ROI de qquer outra coisa&#8230; (25/6)</li>
<li>Quem quer se vender como guru em Redes ainda não entendeu as Redes. (28/6)</li>
<li>Campanha online boa é aquela que não precisa de sorteio para atrair. (5/7)</li>
<li>Se mídias sociais são bloqueadas, maus funcionários voltam a enrolar como antes, ou criam novos meios. O pior cego é o que não quer ver&#8230; (5/7)</li>
<li>Quer resultado no online/socialmedia? Peça um planejamento sem sorteio/concurso. Filtra mais do que Melitta &#8211; não, esse tweet ñ foi pago <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/13.0.0/72x72/1f642.png" alt="🙂" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> (7/7)</li>
<li>Siga-nos no Twitter: uma nova maneira de dizer: &#8220;não entendemos nada, mas vamos fingir que está tudo OK&#8221; (11/7)</li>
<li>Curta a nossa fanpage é o novo &#8220;um trocado, por favor?&#8221; (13/7)</li>
<li>Nas mídias sociais, ao abordar assuntos relativos à empresa em que você trabalha, identifique-se como funcionário. É polido e transparente. (25/7)</li>
<li>As empresas precisam entender que responder mensagens no Twitter não é resolver o problema&#8230; (26/7)</li>
<li>Pelo contrário&#8230; mostrar que monitora redes sociais mas não tomar atitudes REAIS, só mostra modismo, descaso e desrespeito pelo consumidor. (26/7)</li>
<li>E esses virais hein? Beneficiam mais as agências que os fazem ou os clientes que pagam a conta? #prapensarE esses virais hein? Beneficiam mais as agências que os fazem ou os clientes que pagam a conta? #prapensar (2/8)</li>
<li>Se você não é social no off, não adianta tentar ser no on &#8211; @glebeduarte (12/8)</li>
<li>Esta é uma mensagem automática. Por favor, não responda. Parece piada, mas isso vem de um canal de &#8220;atendimento&#8221; de 1 empresa grande&#8230; (14/8)</li>
<li>Quando é que as empresas vão deixar de fazer broadcast em canais destinados ao socialcast? (14/8)</li>
<li>Tudo o que é demais incomoda. Personal Branding não é exceção. (20/8)</li>
<li>Não confundir &#8220;engajamento com a campanha&#8221; com &#8220;engajamento com a marca&#8221;. Se não tiver o segundo, não tem ROI. (22/8)</li>
<li>Nota mental: ROI é medido em DINHEIRO que entra no caixa, não em Pageviews, Retweets, Likes, Seguidores, bla, bla, bla&#8230; (22/8)</li>
<li>O Twitter é um Rádio por escrito. (30/8)</li>
<li>Auto-elogio: uma boa forma de perder a relevância. Vale para pessoas e para empresas. (9/9)</li>
<li>Laranja madura na beira da estrada / Tá bichada, Zé, ou tem marimbondo no pé Pense nisso antes d investir em socialmedia (24/9)</li>
<li>O &#8220;engajamento&#8221; por sorteio ou &#8220;concurso cultural&#8221; em mídias sociais acaba no instante em que o prêmio é entregue. (28/9)</li>
<li>Ah, se publicitários vendessem tão bem o produto de seus clientes quanto vendem as suas agências&#8230; (29/9)</li>
<li>E ainda tem empresa grande caindo na do &#8220;vamos soltar um viralzinho&#8221;&#8230; Até quando? (14/10)</li>
<li>Uma nova versão p/ &#8220;me dê um RT que eu te dou um pirulito&#8221; &#8211;&gt; &#8220;bata minha métrica q eu te dou um pirulito&#8221; SM d 3o. mundo (20/10)</li>
<li>Se vc compartilha mais conteúdo do que sua audiência consegue consumir, vc se torna irrelevante. Seja um bom filtro. (30/10)</li>
<li>Qdo a pessoa entra em contato pelo Twitter, não é hora da empresa querer ganhar métrica pedindo para ela seguir. Resolva antes o problema! (2/12)</li>
</ul>
</blockquote>
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		<title>O &#034;Community Manager&#034;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[luciano]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Jul 2011 16:24:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
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					<description><![CDATA[[tweetmeme source=”lucianopalma” only_single=false] Durante o Socialmedia Day 2011, a Scup distribuiu alguns adesivos que chamaram a atenção e divertiram os participantes. Um deles, polêmico e bastante questionado, dizia &#8220;Socialmedia guru&#8220;, mas o que mais chamou atenção &#8211; e que foi muito procurado, foi o de &#8220;Community Manager&#8220;. De fato, a função de Community Manager está &#8230;<p class="read-more"> <a class="" href="https://lpalma.com/2011/07/04/community-manager/"> <span class="screen-reader-text">O &#34;Community Manager&#34;</span> Leia mais &#187;</a></p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>[tweetmeme source=”lucianopalma” only_single=false]<br />
<a href="http://lucianopalma.files.wordpress.com/2011/07/smday2011.jpg"><img loading="lazy" class="size-thumbnail wp-image-704 alignright" style="margin-left:10px;" title="SMDAY2011" src="http://lucianopalma.files.wordpress.com/2011/07/smday2011.jpg?w=150" alt="" width="150" height="117" srcset="https://lpalma.com/wp-content/uploads/2011/07/smday2011.jpg 582w, https://lpalma.com/wp-content/uploads/2011/07/smday2011-300x236.jpg 300w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></a>Durante o <strong><a title="Social Media Day 2011 - São Paulo" href="http://www.meetup.com/Mashable/Sao-Paulo-BR/143061/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Socialmedia Day 2011</a></strong>, a <em>Scup</em> distribuiu alguns adesivos que chamaram a atenção e divertiram os participantes.<br />
Um deles, polêmico e bastante questionado, dizia &#8220;<em><strong>Socialmedia guru</strong></em>&#8220;, mas o que mais chamou atenção &#8211; e que foi muito procurado, foi o de &#8220;<em><strong>Community Manager</strong></em>&#8220;.<br />
De fato, a função de <em>Community Manager</em> está sendo bastante discutida ultimamente. Eu mesmo proponho um &#8220;<em>framework</em>&#8221; para criar estratégias de mídias sociais baseado em 3 pilares, onde &#8220;<strong>Comunidade</strong>&#8221; é um deles.<br />
Só para não deixar ninguém curioso, os 3 pilares são:</p>
<ul>
<li><strong>Comunicação Externa</strong></li>
<li><strong>Comunidades</strong></li>
<li><strong>Redes Sociais Internas</strong></li>
</ul>
<h4>E o que é um &#8220;Community Manager&#8221;?</h4>
<p>Há um grande <em>buzz</em> em torno deste cargo, mas afinal, o que é um <em>Community Manager</em>?<br />
Assim como os termos &#8220;<em>socialmedia</em>&#8221; e &#8220;<em>guru</em>&#8221; soam muito contraditórios, &#8220;<em>Community</em>&#8221; e &#8220;<em>Manager</em>&#8221; também não parece a melhor combinação.<br />
&#8220;<em><strong>Community Lead</strong></em>&#8221; me parece mais adequado. No Brasil, onde se fala português, &#8220;<strong>Líder de Comunidade</strong>&#8221; é ainda mais apropriado.<br />
E já que estamos falando em contradições, o líder de Comunidade obtém pleno sucesso quando seu cargo pode ser extinto.<br />
Sim, é isso mesmo. O melhor líder de Comunidade é aquele que &#8211; pasmem &#8211; torna-se <span style="text-decoration:underline;"><strong>desnecessário</strong></span>!<br />
Se uma comunidade atinge um grau de amadurecimento elevado, ela passa a atuar de forma tão integrada que já não faz mais sentido &#8220;seguir um líder&#8221;.<br />
O interesse, o conhecimento, as decisões fluem de forma transparente na comunidade e a própria comunidade se auto-gerencia. O líder passa a atrapalhar, pois transforma-se num elemento burocrático que impede o livre fluxo de processos, ações e decisões.<br />
Obviamente, pouquíssimas comunidades conseguem atingir este grau de maturidade, e alguns processos exigem referências. Vide o caso do Linux, por exemplo: a comunidade é extremamente madura e os fluxos ocorrem de forma bastante livre, mas é necessário que os mantenedores definam alguns pontos de referência para o código (para nomenclatura, versionamento, distribuição). É um ponto de equilíbrio que cada comunidade deve atingir de acordo com seu grau de maturidade.<br />
O líder de Comunidade é, portanto, um catalisador. Um elemento que atrai pessoas com interesses comuns e começa a estabelecer vínculos entre elas. Um conector de pessoas, que identifica quem tem genuíno interesse por um determinado assunto e as estimula a cooperar mutuamente. Ele é o início de uma bola de neve construtiva.<br />
Para este processo acontecer, o líder de Comunidade tem que ser <strong>apaixonado</strong> pelo tema em torno do qual a comunidade existe.<br />
Você consegue imaginar um líder para um fã-clube dos Beatles que não gosta, ou que nem conheça os quatro garotos de Liverpool?<br />
Imagine a cena:<br />
&#8211; &#8220;<em>Sou líder de um fã-clube dos Beatles, quer participar?</em>&#8221;<br />
&#8211; <em>&#8220;Legal, um fã-clube dos Beatles! Tenho fotos do George Harrison, você quer?&#8221;<br />
<span class="Apple-style-span" style="font-style:normal;">&#8211; <em>&#8220;Hmmm&#8230; não sei se vai ajudar&#8230; vou pedir prá secretária ver se esse cara está na nossa lista de fãs.&#8221;<br />
</em></span></em><strong>Fuóóóón!</strong></p>
<h4>Movido a paixão</h4>
<p>O líder só entenderá o entusiasmo da Comunidade que lidera se tiver a mesma paixão e o mesmo espírito de colaboração dos integrantes da Comunidade.<br />
Imagine um líder com formação em marketing, sem conhecimento algum de tecnologia, à frente de uma comunidade técnica. Não haverá sintonia.<br />
É como colocar alguém do financeiro como líder da cozinha. Ele irá reduzir os custos falando para o cozinheiro colocar menos daquele tempero caro. E apesar do &#8220;líder&#8221; atingir seus objetivos de redução de custos, os clientes migrarão, pouco a pouco, para outros restaurantes &#8211; porque o interesse daquela comunidade é o sabor da comida, e não o custo mais baixo possível.<br />
Empresas que estão analisando ter um &#8220;<em>Community Manager</em>&#8221; precisam entender essa dinâmica. As comunidades precisam, sim, de um líder para serem formadas, estabelecidas e começarem a se auto-gerenciar. Porém este líder não é um &#8220;<em>manager</em>&#8221; qualquer. Muito pelo contrário! As competências que ele deve apresentar são muito mais subjetivas.<br />
Considero algumas características muito importantes:</p>
<ul>
<li>paixão pelo <strong>tema de interesse</strong> comum da comunidade</li>
<li>paixão por <strong>compartilhar</strong> e <strong>estar junto</strong> dos integrantes da Comunidade</li>
<li><strong>conhecimento</strong> do tema de interesse da Comunidade</li>
<li><strong>carisma</strong> para atrair pessoas com o mesmo interesse</li>
</ul>
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		<title>Mídias Sociais: porque é sério e precisa ser profissional</title>
		<link>https://lpalma.com/2011/01/23/midias-sociais-coisa-seria/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[luciano]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 23 Jan 2011 20:44:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[Twitter]]></category>
		<category><![CDATA[ações nas mídias sociais]]></category>
		<category><![CDATA[apagão]]></category>
		<category><![CDATA[campus party]]></category>
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		<category><![CDATA[cpbr4]]></category>
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		<category><![CDATA[reputação]]></category>
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					<description><![CDATA[[tweetmeme source=”lucianopalma” only_single=false] Esta foi uma semana agitada, em grande parte por conta da Campus Party Brasil. De lá surgiram dois fatos que mostram porque você precisa ter profissionais sérios e competentes envolvidos em suas iniciativas de mídias sociais. O terceiro veio dos gramados. #fato 1 &#8211; Marcelos Tas se queimando à toa. O fato &#8230;<p class="read-more"> <a class="" href="https://lpalma.com/2011/01/23/midias-sociais-coisa-seria/"> <span class="screen-reader-text">Mídias Sociais: porque é sério e precisa ser profissional</span> Leia mais &#187;</a></p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
[tweetmeme source=”lucianopalma” only_single=false]<br />
Esta foi uma semana agitada, em grande parte por conta da <strong>Campus Party Brasil</strong>.<br />
De lá surgiram dois fatos que mostram porque você precisa ter profissionais sérios e competentes envolvidos em suas iniciativas de mídias sociais. O terceiro veio dos gramados.</p>
<h4>#fato 1 &#8211; Marcelos Tas se queimando à toa.</h4>
<p>O fato inédito da Campus Party deste ano conseguiu apagar até a imagem do <strong>Al Gore</strong> e a do <strong>Steve Wozniak</strong> &#8211; um <strong>apagão</strong> deixou 6.800 nerds sem os seus sinais vitais: eletricidade e conexão à Internet.<br />
Obviamente, os <em>campuseiros</em> se manifestaram, frisando a ausência de geradores e ironizando uma das principais patrocinadoras do evento, a Telefónica, porém tudo com muito bom humor e de forma civilizada (veja o <a title="Apagão na Campus Party" href="http://www.youtube.com/watch?v=7RmbP2mrQhA">momento do apagão</a>).<br />
Neste cenário que <strong>Marcelo Tas</strong>, ninguém sabe se com agenda oculta ou não, saiu em defesa da empresa para a qual foi <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u548888.shtml">garoto-propaganda</a> (Telefónica).<br />
Só que o público da <strong>#cpbr4</strong> é extremamente &#8220;pensante&#8221;, e detectou e comentou o possível conflito de interesses.<br />
A partir daí, Tas entrou em rota de colisão com os campuseiros, chegando a tuitar coisas como:</p>
<blockquote><p>&#8220;Campus Party está sem luz e internet. Alô nerds, que tal aprender beijar ou ler um bom livro? <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/13.0.0/72x72/1f642.png" alt="🙂" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> http://yfrog.com/h7fhoqj #cpbr4&#8221;</p></blockquote>
<p>e tomou uma invertida, retuitada por muita gente:</p>
<blockquote><p>&#8220;RT @mirandanilo <strong>que tal aprender a fazer humor</strong> RT @marcelotas Campus Party está sem luz e internet. Alô nerds, que tal aprender beijar ou ler um bom livro?&#8221;</p></blockquote>
<p>O embate se estendeu a um &#8220;bate-boca via Twitter&#8221; (se é que isso é possível) com um dos co-fundadores da Campus Party, <strong>@pacoragageles</strong>, a quem Tas chamou de &#8220;espanholzinho&#8221;.<br />
Desgaste desnecessário. Marcelo Tas poderia ter passado sem essa, e com certeza seu &#8220;Ibope&#8221; perante os &#8220;Nerds&#8221; está mais baixo.</p>
<h4>#fato 2 &#8211; Apagão no &#8220;flashmob&#8221; da AMD no #cpbr4</h4>
<p>A AMD até que tentou, mas o pessoal da #cpbr4 não aderiu ao seu &#8220;<em>flashmob</em>&#8220;.<br />
Ao invés de interagir, as pessoas ficaram somente filmando ou tirando fotos com seus celulares.<br />
Aparentemente, só dançou quem foi contratado.<br />
Isso não configura um <em>flashmob</em> e sim uma mera apresentação, um show ao vivo.<br />
Um <em>flashmob</em> requer mais atração, mais envolvimento, mais sinergia. Um flashmob é um &#8220;<strong>viral ao vivo</strong>&#8220;, e isso a AMD definitivamente não conseguiu realizar.<br />
Tanto que o <a title="Campus Party 2011" href="http://www.youtube.com/watch?v=g5Fs_EGN7Bw">vídeo do suposto <em>flashmob</em></a> ainda não atingiu a marca dos 10.000 views (muito pouco frente ao investimento realizado).<br />
Pior do que o não envolvimento do público, foi a escolha do rapper <strong>Dark Sorcerer</strong> (<em>Cauê Moura</em>) para liderar a ação.<br />
Cauê Moura publicou um vídeo falando <strong>horrores</strong> sobre os <em>flashmobs</em>. <a href="http://www.youtube.com/watch?v=sw3jrjAK9hM&amp;feature=player_embedded#!">O link está aqui</a>, mas não me responsabilizo pela linguagem nele utilizada. Assista por sua conta e risco de seus ouvidos&#8230;<br />
Não funcionou e ficou chato&#8230;</p>
<h4>#fato 3 &#8211; Fotógrafo &#8220;tuíta&#8221; coisa errada, no lugar errado, na hora errada</h4>
<p>Depois de <strong>Alex Glikas</strong> (<em><a href="http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/diretor-locaweb-insultou-sao-paulo-deixa-cargo-544792">ex-Locaweb</a></em>) e de <strong>Mayara Petruso</strong> (<a href="http://doisespressos.wordpress.com/2010/11/01/mayara-petruso-e-a-xenofobia-no-twitter/">&#8220;ex-tagiária&#8221; de Direito</a>), agora é a vez do [ex]fotógrafo do <strong><em>Agora</em></strong>, <strong>Thiago Vieira</strong> perder seu emprego e comprometer sua reputação.<br />
Flávio estava cobrindo as eleições da diretoria do <strong>Palmeiras</strong>, nas dependências do próprio clube, quando tuitou:</p>
<blockquote><p>“Enquanto os porcos não se decidem poderiam mandar mais lanchinhos e refrigerante pra imprensa q assiste ao jogo do timão na sala de imprensa.”</p></blockquote>
<p>Não satisfeito, ainda escreveu:</p>
<blockquote><p>&#8220;esperando os porcos decidirem se são porcos ou gente&#8221; e &#8220;E o corinthians não aprendeu nada com o segundo tempo contra a Lusa&#8230;enquanto isso nem porcos nem gente&#8221;</p></blockquote>
<p>Por pouco escapou de uma grande surra, pois os torcedores presentes no local não gostaram nem um pouco dos tweets do fotógrafo.<br />
A experiência não termina aí. Uma das coisas mais importantes nas Redes Sociais é ser <strong>transparente</strong>: assumir seus erros, tornar público seu aprendizado com eles e comprometer-se a não repeti-los. É a melhor atitude após uma eventual falha.<br />
No entanto, algumas vezes a soberba não permite às pessoas assumir seus erros. E parece que temos mais um caso aqui&#8230;<br />
Vejam aqui a &#8220;desculpa&#8221; que o fotógrafo inventou para tentar tapar um sol desértico com a peneira: <a href="http://www.facebook.com/note.php?note_id=171386729572423&amp;id=100000053828256">esconder-se atrás do clássico de George Orwell</a>.<br />
Pois é. Erro em cima de erro, né? Agora, quer a cerejinha no bolo?<br />
Repare nos comentário publicados na página. Só gente apoiando.<br />
Alguém realmente acredita que só houve comentários de apoio? Nenhuma crítica?</p>
<h4>Nas Redes Sociais, seja transparente!</h4>
<p>Essa falta de transparência não pega bem nas Redes Sociais.<br />
Foi-se o tempo que a opinião pública era formada pela &#8220;<em>mass media</em>&#8220;.<br />
Hoje o público tem acesso à informação e é capaz de formar a SUA opinião. Esse tipo de ação no estilo &#8220;dono da bola&#8221; não funciona mais.<br />
É preciso agir nas Redes Sociais com <strong>transparência</strong>, com <strong>profissionalismo</strong> e com <strong>criatividade</strong>.<br />
Sem esses requisitos, é melhor e mais seguro continuar distribuindo uns brindezinhos bacanas, bem à moda antiga&#8230;<br />
&nbsp;
</div>
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		<title>E depois do &#034;Like&#034;?</title>
		<link>https://lpalma.com/2011/01/14/depois-do-like/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[luciano]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Jan 2011 05:55:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[[tweetmeme source=”lucianopalma” only_single=false] Que em 2011 vamos ver, ler e ouvir muito sobre Mídias Sociais não é novidade prá ninguém. E em 2012, 2013, 2014? O tema ainda estará na pauta? Você acertou: depende! Pelas ações em Mídias Sociais que estamos presenciando no Brasil, há o risco do termo ser &#8220;queimado&#8221; no mercado em pouco &#8230;<p class="read-more"> <a class="" href="https://lpalma.com/2011/01/14/depois-do-like/"> <span class="screen-reader-text">E depois do &#34;Like&#34;?</span> Leia mais &#187;</a></p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>[tweetmeme source=”lucianopalma” only_single=false]<br />
Que em 2011 vamos ver, ler e ouvir muito sobre Mídias Sociais não é novidade prá ninguém.<br />
E em 2012, 2013, 2014? O tema ainda estará na pauta?<a href="http://lucianopalma.files.wordpress.com/2011/01/twitter-lollipop.png" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-535    alignright" style="margin-top:12px;" title="Me dê um RT que eu te dou um pirulito!" src="http://lucianopalma.files.wordpress.com/2011/01/twitter-lollipop.png" alt="Me dê um RT que eu te dou um pirulito!" width="110" height="110" srcset="https://lpalma.com/wp-content/uploads/2011/01/twitter-lollipop.png 256w, https://lpalma.com/wp-content/uploads/2011/01/twitter-lollipop-150x150.png 150w" sizes="(max-width: 110px) 100vw, 110px" /></a><br />
Você acertou: depende!<br />
Pelas ações em Mídias Sociais que estamos presenciando no Brasil, há o risco do termo ser &#8220;queimado&#8221; no mercado em pouco tempo.<br />
É triste ver o número de campanhas-clichê no estilo &#8220;<strong><em>me dê um RT que eu te dou um pirulito</em></strong>&#8220;.</p>
<h4>Em busca dos olhos perdidos&#8230;</h4>
<p><a href="http://lucianopalma.files.wordpress.com/2011/01/screen_eyeballs480.jpg" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" class="size-medium wp-image-536 alignleft" style="margin-right:15px;margin-top:12px;" title="Eyeballs" src="http://lucianopalma.files.wordpress.com/2011/01/screen_eyeballs480.jpg?w=300" alt="Eyeballs" width="193" height="149" /></a>Nas últimas décadas, empresas e agências se acostumaram a correr atrás de <em>eyeballs</em>, ou seja, fazer de tudo para que o maior número de pessoas visse (ou ouvisse, ou lesse) a sua mensagem. Foi a era do <em><strong>Broadcast</strong></em>.<br />
Quando pessoas condicionadas a esse raciocínio tiveram o primeiro contato com as Mídias Sociais, seus olhos brilharam.<br />
Não porque tenham enxergado o verdadeiro potencial das novas mídias&#8230; mas por terem visto a ponta do iceberg que poderia lhes dar uma sobrevida na busca por <em>eyeballs</em>.<br />
A primeira paixão foi a palavra &#8220;<strong>viral</strong>&#8221; &#8211; Uau! <strong>Redes Sociais</strong>, um passando a mensagem para o outro, propagando-a até o infinito, números estonteantes de <em>eyeballs</em>!!!<br />
É verdade que o efeito viral existe e pode acontecer em Redes Sociais através das Mídias Sociais. Porém, não canso de repetir que &#8220;<strong>viral só é viral depois que vira viral</strong>&#8220;.<br />
Fuja, e rápido, quando ouvir frases parecidas com &#8220;&#8230; <em>aí a gente solta um viralzinho</em>&#8230;&#8221;.<br />
Claro que vídeos muito inteligentes, criativos, divertidos ou importantes podem gerar o &#8220;boca-a-boca&#8221; e tornarem-se virais. Só que da mesma forma que não é a noiva que tem que dizer se ela está bonita (são os convidados), não é você (e muito menos a agência) quem decide se algo é viral. São as pessoas que assistem, ouvem, lêem e &#8211; se acharem interessante &#8211; passam adiante. Seu último vídeo pode ser ótimo, mas quem decide são eles, portanto não compre nem venda ilusões.</p>
<h4>Mas porque as empresas querem o RT ou o &#8220;Like&#8221;?</h4>
<p><a href="http://lucianopalma.files.wordpress.com/2011/01/facebooklike.jpg" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" class="size-medium wp-image-537 alignleft" style="margin-top:8px;margin-right:15px;" title="Facebook Like" src="http://lucianopalma.files.wordpress.com/2011/01/facebooklike.jpg?w=300" alt="Facebook Like" width="195" height="127" /></a>A empolgação continua quando os <em>Retweets</em> (RT&#8217;s) e &#8220;<em>Like</em>&#8220;s do Facebook entram em ação.<br />
A ideia de usar os RT&#8217;s é estimular o maior número de pessoas a retransmitir uma mensagem. Isso gera os desejados &#8220;<em>eyeballs</em>&#8220;.<br />
No caso do Facebook, a descoberta é coletar &#8220;<em>Like</em>&#8220;s. Porque assim, cada mensagem que a empresa colocar em sua <em>fan page</em> será <strong>exibida</strong> a todos esses&#8230; <em>eyeballs</em>!<br />
São técnicas interessantes, porém dependem de um estímulo para a ação. Exatamente nesse ponto que as ações estão se tornando medíocres. O estímulo é sempre o mesmo que agências e empresas estavam acostumadas a oferecer no passado: brindes, prêmios, ofertas, etc. É uma maneira de ter &#8220;reimpressões mecânicas&#8221; da sua mensagem, porém sem gerar nenhum vínculo, nenhuma <strong>CONEXÃO</strong> com o &#8220;<em>ReTweeter</em>&#8221; ou &#8220;<em>Liker</em>&#8220;. Se o seu concorrente oferecer um prêmio igual, o indivíduo <em>retuíta</em> os dois.<br />
<em>Eyeball</em> por <em>eyeball</em>, sai mais barato pagar uma máquina para imprimir sua mensagem.</p>
<h4>E o que tem de errado nisso?</h4>
<p>Nada.<br />
Só que é um pecado perder uma oportunidade dessas.<br />
As Mídias Sociais permitem criar uma <strong>conexão</strong> muito mais intensa com o cliente (ou potencial cliente), estabelecer um <strong>relacionamento</strong>, criar um <strong>vínculo</strong>, formar <strong>influenciadores</strong> e criar uma <strong>comunidade</strong> energizada em torno de sua marca.<br />
Explorá-las utilizando métodos da era Broadcast é um grande desperdício. E como tudo que é explorado sem cuidado, esgota-se.</p>
<blockquote><p>Quantas campanhas &#8220;<strong><em>me dê um RT que eu te dou um pirulito</em></strong>&#8221; ainda vão &#8220;funcionar&#8221;?<br />
Que tamanho terão que ficar esses pirulitos?<br />
Como fica o pessoal do ROI?</p></blockquote>
<p>Onde está, nessas campanhas, o relacionamento de longo prazo com o cliente? O que acontece depois que todo mundo &#8220;retuitou&#8221; ou deu <em>Like</em>?<br />
Para a agência que vendeu, ou para o gerente que a contratou, até entendo: eles &#8220;cumpriram a meta&#8221; de entregar um projeto usando Mídias Sociais&#8230; mas até onde isso é uma camadinha de tinta para iludir a empresa? Até onde isso tem valor efetivo e duradouro? Esse tipo de investimento&#8230; é a coisa certa a fazer? <strong>E depois do <em>Like</em>?</strong><br />
Se não mudarmos logo; se não deixarmos claro o que o termo <em><strong>Social</strong></em> quer dizer logo atrás de <em><strong>Mídias</strong></em>, corremos o risco de &#8220;queimar o filme&#8221; com as pessoas que assinarão cheques comprando iniciativas em Mídias Sociais. E teremos que imprimir cartões diferentes em 2012.<br />
Agora, se as Novas Mídias forem utilizadas de uma forma realmente participativa, se conseguirmos estabelecer o novo tipo de relacionamento que os clientes estão esperando, se criarmos comunidades em torno de interesses comuns, então o termo &#8220;Mídias Sociais&#8221; entrará definitivamente na pauta, da mesma forma que termos como &#8220;Marketing&#8221;, &#8220;Design&#8221;, &#8220;Governança&#8221; e &#8220;Inovação&#8221; fizeram.</p>
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		<title>Suas a&#231;&#245;es nas M&#237;dias Sociais refletem sua Estrat&#233;gia?</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Nov 2010 09:45:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[[tweetmeme source=”lucianopalma” only_single=false] A palavra “Estratégia” é muito mencionada dentro das empresas. O termo é elegante por si só, e muitos funcionários o invocam de forma pomposa, como que vestindo uma aura de poder ao fazê-lo. No entanto, muitas vezes o discurso acaba como o do Coronel Nascimento no vídeo: impressiona, mas não chega, efetivamente, &#8230;<p class="read-more"> <a class="" href="https://lpalma.com/2010/11/23/estrategia/"> <span class="screen-reader-text">Suas a&#231;&#245;es nas M&#237;dias Sociais refletem sua Estrat&#233;gia?</span> Leia mais &#187;</a></p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>[tweetmeme source=”lucianopalma” only_single=false]<br />
A palavra “<strong>Estratégia</strong>” é muito mencionada dentro das empresas. O termo é elegante por si só, e muitos funcionários o invocam de forma pomposa, como que vestindo uma aura de poder ao fazê-lo.<br />
No entanto, muitas vezes o discurso acaba como o do Coronel Nascimento no vídeo: impressiona, mas não chega, efetivamente, à profundidade, clareza e objetividade que uma definição de estratégia deve ter.</p>
<div id="scid:5737277B-5D6D-4f48-ABFC-DD9C333F4C5D:ab93ff15-d087-4939-8bcc-462b880841b0" class="wlWriterEditableSmartContent" style="display:inline;float:none;margin:0;padding:0;">
<div>[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=G0YCkDyBhdE&amp;w=448&amp;h=252&amp;hd=1]</div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<h4>Como definir uma Estratégia de Mídias Sociais?</h4>
<p>A bem da verdade, não se deve falar diretamente em “<strong>Estratégia de Mídias Sociais</strong>”.<br />
A <strong>Estratégia</strong> que se deve ter sempre em mente é a da empresa, aquela do negócio. A “<strong>Estratégia de Mídias Sociais</strong>” deve estar – sempre – em total sintonia com a Estratégia “mãe” (a da empresa).<br />
Resumindo, você tem que conhecer a primeira (Estratégia da Empresa), antes de definir sua Estratégia e suas Ações (Táticas) nas Mídias Sociais.<br />
Nos próximos sábados (<strong>27/11 e 04/12</strong>) ministrarei um <strong><a href="http://curso.midias-sociais.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Curso de Estratégias de Mídias Sociais para Empresas</a>.</strong><br />
A ideia deste curso é capacitar os participantes a fazer exatamente isso: “mapear” estes dois importantes componentes da empresa para tirar proveito – com sucesso e efetividade – das Mídias Sociais.<br />
Este tipo de mapeamento (como qualquer outro) só é possível quando você conhece os dois lados. É por isso que no pimeiro dia (<strong>27/11</strong>), discutiremos a dinâmica das Mídias Sociais – a “metodologia” dos 3 pilares para a utilização de Mídias Sociais, as plataformas e ferramentas disponíveis, assim como os conceitos de Redes Sociais que funcionam como base para que as pessoas interajam.<br />
Este primeiro módulo é mais focado na teoria. Para exercitar os conceitos absorvidos, no segundo sábado (<strong>04/12</strong>), realizaremos uma <strong>Oficina de Mídias Sociais, 100% prática</strong>.<br />
O objetivo do módulo prático é <strong>simular situações reais de mercado</strong>, partindo de estratégias de negócio definidas.<br />
Os participantes realizarão o mapeamento mencionado acima, dando os primeiros passos nesse tipo de atividade “com suas próprias pernas”. A intenção é justamente criar a confiança/segurança necessária para transferir a experiência para o mundo real ao término do curso.<br />
Se você tem interesse em interagir nessa grande discussão sobre “<strong>Estratégias de Mídias Sociais</strong>”, ainda dá tempo!<br />
Conheça os detalhes do curso em <a href="http://curso.midias-sociais.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer">http://curso.midias-sociais.com</a> e inscreva-se em <a href="http://curso.midias-sociais.com/inscricao" target="_blank" rel="noopener noreferrer">http://curso.midias-sociais.com/inscricao</a>.<br />
Até lá! <img class="wlEmoticon wlEmoticon-winkingsmile" style="border-style:none;" src="http://lucianopalma.files.wordpress.com/2010/11/wlemoticon-winkingsmile1.png" alt="Winking smile" /></p>
<div id="scid:0767317B-992E-4b12-91E0-4F059A8CECA8:3a1dfc81-66f4-48b3-a013-692da4ed8588" class="wlWriterEditableSmartContent" style="display:inline;float:none;margin:0;padding:0;">Technorati Tags: <a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/curso+midias+sociais">curso midias sociais</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/midias+sociais">midias sociais</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/estrategia+midias+sociais">estrategia midias sociais</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/estrategia">estrategia</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/marekting+digital">marekting digital</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/redes+sociais">redes sociais</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/treinamento+midias+sociais">treinamento midias sociais</a></div>
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		<title>Caf&#233; com Blogueiros: Irretoc&#225;vel!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[luciano]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Nov 2010 17:24:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[[tweetmeme source=”lucianopalma” only_single=false] Neste sábado (13/11) tive a honra de participar do Café com Blogueiros na ESPM. O #ccbsp, como foi “hashtagueado” [sic] no Twitter, foi um daqueles eventos que deixa saudades já no instante em que termina. Tenho participado de muitos eventos (e com grande satisfação), mas o #ccbsp teve um toque especial. Apesar &#8230;<p class="read-more"> <a class="" href="https://lpalma.com/2010/11/17/cafecomblogueiros/"> <span class="screen-reader-text">Caf&#233; com Blogueiros: Irretoc&#225;vel!</span> Leia mais &#187;</a></p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>[tweetmeme source=”lucianopalma” only_single=false]</p>
<p>Neste sábado (13/11) tive a honra de participar do <a href="http://www.cafecomblogueiros.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Café com Blogueiros</strong></a> na ESPM<strong>.</strong>    <br />O <strong><a href="http://twitter.com/search/ccbsp" target="_blank" rel="noopener noreferrer">#ccbsp</a></strong>, como foi “<em>hashtagueado</em>” [sic] no Twitter, foi um daqueles eventos que deixa saudades já no instante em que termina.</p>
<p><a href="http://lucianopalma.files.wordpress.com/2010/11/image.png"><img loading="lazy" title="image" style="display:inline;float:left;margin:0 16px 0 0;" height="200" alt="image" src="http://lucianopalma.files.wordpress.com/2010/11/image_thumb.png" width="200" align="left" /></a>Tenho participado de muitos eventos (e com grande satisfação), mas o <strong>#ccbsp</strong> teve um toque especial.    <br />Apesar de novo (1<sup>a</sup> edição), já é um evento maduro, e creio que o seu tempero e o seu sucesso se devem a uma coisa: <strong><span style="text-decoration:underline;">o brilho nos olhos dos organizadores</span></strong>.</p>
<p>Logo que cheguei fiquei impressionado com o pique do pessoal – que graças ao Twitter, pude notar que também não dormiu na noite anterior, acertando cada detalhe para que no sábado tudo estivesse perfeito (e esteve!).</p>
<p>Todos eram recebidos com um sorriso no rosto, como se uma festa estivesse para começar. A preocupação com a satisfação de todos estava presente em cada gesto, cada movimento. “Em rede” através de rádio, tudo funcionava como um relógio. Já fui a muitos eventos pagos (e bem pagos) onde não vi tamanho sincronismo, empenho e eficiência.</p>
<p>O comprometimento era tanto que os organizadores ficaram preocupados com o atraso do café para a recepção dos participantes. Hello-ooow! Um evento <strong>grátis</strong> e de altíssimo nível, e alguém vai reclamar que não tinha café de manhã? Poupe-me! (Obs: tinha lanche, refrigerante, e após o almoço o café estava lá, quentinho!).</p>
<p>Essa energia esteve presente durante todo o evento. Aliás, até depois do evento, no happy-hour. O grupo estava simplesmente… FELIZ!   <br />Era perceptível a satisfação e o orgulho de terem feito algo acontecer PARA OS OUTROS de forma irretocável.</p>
<p>Esse é o espírito da Rede, um espírito que precisa contaminar as empresas, que estão possuídas pelo individualismo e por números a combater. Espírito de união de verdade, onde ninguém é mais importante, porque importante é o resultado. Espírito de coesão, onde todos sabem onde querem chegar, e todos sabem que cada pequeno gesto contribuirá para chegar lá. Espírito de interação, porque todos sentem que tem algo para contribuir. Espírito de colaboração, sem preocupação de competir ou ganhar. E veja só que ironia – todos ganham muito mais dessa forma!</p>
<p>Durante o evento, participei de um debate muito interessante com <a href="http://twitter.com/kakamachine" target="_blank" rel="noopener noreferrer">@kakamachine</a>, <a href="http://twitter.com/inagaki" target="_blank" rel="noopener noreferrer">@inagaki</a> e <a href="http://twitter.com/pergunteaourso" target="_blank" rel="noopener noreferrer">@pergunteaourso</a>, onde fomos desafiados a criar uma estratégia de mídias sociais num esquema de <strong>improviso</strong>, com cliente, produto/objetivo, público-alvo e mídia social definidos pela platéia ali, na hora, sob a batuta da <a href="http://twitter.com/julima" target="_blank" rel="noopener noreferrer">@julima</a> &#8211; que se revelou uma excelente animadora nos 10 minutos que nos deram! <img class="wlEmoticon wlEmoticon-winkingsmile" style="border-style:none;" alt="Winking smile" src="http://lucianopalma.files.wordpress.com/2010/11/wlemoticon-winkingsmile.png" /></p>
<p>Fiz também uma palestra falando sobre o impacto que um blog teve em minha carreira.</p>
<p>Só que nesse post, quero manter o foco na maravilhosa interação que vi entre o pessoal que organizou o <strong><a href="http://www.cafecomblogueiros.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Café com Blogueiros</a></strong>. Vocês estão simplesmente de parabéns, e saibam que sempre terão em mim um fã incondicional.</p>
<p>Tomo até a liberdade de usar um termo descolado para demonstrar minha admiração pro vocês: “<strong><em>seus lindos</em></strong>”: <a href="http://twitter.com/betotercette">@betotercette</a>, <a href="http://twitter.com/krikang">@krikang</a>, <a href="http://twitter.com/jpbraconi">@jpbraconi</a>, <a href="http://twitter.com/jwertheimerc">@jwertheimerc</a>, <a href="http://twitter.com/MarcioGadoti">@MarcioGadoti</a>, <a href="http://twitter.com/diegorv">@diegorv</a>, <a href="http://twitter.com/savicentini">@savicentini</a>, <a href="http://twitter.com/wcabril">@wcabril</a>, <a href="http://twitter.com/linealves">@linealves</a>, <a href="http://twitter.com/ogabiru">@ogabiru</a>, <a href="http://www.twitter.com/belle_rp">@belle_rp</a>, <a href="http://www.twitter.com/roger_carv">@roger_carv</a>, <a href="http://www.twitter.com/ngsane">@ngsane</a>, <a href="http://www.twitter.com/gbvico">@gbvico</a>, <a href="http://www.twitter.com/thistorias">@thistorias</a>, <a href="http://www.twitter.com/marcel_st">@marcel_st</a> e <a href="http://www.twitter.com/BannokiJr">@BannokiJr</a>.</p>
<p><strong>Café com Blogueiros</strong>: aula de evento, feito não por dinheiro, mas com o coração. Parabéns! Irretocável!</p>
<div class="wlWriterEditableSmartContent" id="scid:0767317B-992E-4b12-91E0-4F059A8CECA8:b010c132-eb14-4a32-846b-9411fb084b5b" style="display:inline;float:none;margin:0;padding:0;">Technorati Tags: <a href="http://technorati.com/tags/blog" rel="tag">blog</a>,<a href="http://technorati.com/tags/redes+sociais" rel="tag">redes sociais</a>,<a href="http://technorati.com/tags/midias+sociais" rel="tag">midias sociais</a>,<a href="http://technorati.com/tags/estrat%c3%a9gia" rel="tag">estrat&#233;gia</a>,<a href="http://technorati.com/tags/evento" rel="tag">evento</a>,<a href="http://technorati.com/tags/p%c3%bablico" rel="tag">p&#250;blico</a>,<a href="http://technorati.com/tags/caf%c3%a9+com+blogueiros" rel="tag">caf&#233; com blogueiros</a>,<a href="http://technorati.com/tags/ccbsp" rel="tag">ccbsp</a>,<a href="http://technorati.com/tags/cafecomblogueiros" rel="tag">cafecomblogueiros</a>,<a href="http://technorati.com/tags/espm" rel="tag">espm</a>,<a href="http://technorati.com/tags/palestra" rel="tag">palestra</a>,<a href="http://technorati.com/tags/debate" rel="tag">debate</a>,<a href="http://technorati.com/tags/desconfer%c3%aancia" rel="tag">desconfer&#234;ncia</a>,<a href="http://technorati.com/tags/marketing+digital" rel="tag">marketing digital</a></div>
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		<title>O que a TI pode aprender com as M&#237;dias Sociais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[luciano]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Sep 2010 11:25:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[[tweetmeme source=”lucianopalma” only_single=false] Nos seus primórdios, a Tecnologia da Informação (TI) era trancada a 7 chaves. Somente os “Informati”, aqueles que aparentavam ser escolhidos pelas divindades digitais tinham acesso às salas onde ficavam as raras e poderosas “máquinas do futuro”. Só que… o futuro chegou! Essas fantásticas máquinas estão nas mesas e nos bolsos dos &#8230;<p class="read-more"> <a class="" href="https://lpalma.com/2010/09/29/ti-e-midias-sociais/"> <span class="screen-reader-text">O que a TI pode aprender com as M&#237;dias Sociais</span> Leia mais &#187;</a></p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>[tweetmeme source=”lucianopalma” only_single=false]<br />
<a href="http://lucianopalma.files.wordpress.com/2010/09/iphone4_frente.jpg"><img loading="lazy" style="display:inline;border:0;margin:0;" title="iPhone 4_frente" src="http://lucianopalma.files.wordpress.com/2010/09/iphone4_frente_thumb.jpg" border="0" alt="iPhone 4_frente" width="187" height="223" align="right" /></a><a href="http://lucianopalma.files.wordpress.com/2010/09/1960sphotocomputerroom.jpg"><img loading="lazy" style="display:inline;border:0;margin:0 10px 0 0;" title="1960s-photo-computer-room" src="http://lucianopalma.files.wordpress.com/2010/09/1960sphotocomputerroom_thumb.jpg" border="0" alt="1960s-photo-computer-room" width="189" height="223" align="left" /></a>Nos seus primórdios, a Tecnologia da Informação (TI) era trancada a 7 chaves.<br />
Somente os “<em>Informati</em>”, aqueles que aparentavam ser escolhidos pelas divindades digitais tinham acesso às salas onde ficavam as raras e poderosas “máquinas do futuro”.<br />
Só que…<strong> o futuro chegou</strong>!<br />
Essas fantásticas máquinas estão nas mesas e nos bolsos dos indivíduos “comuns”. E mais: conectadas em Rede!<br />
A mentalidade precisa se adaptar a essa democratização, porém o pessoal de TI &#8211; tão acostumado a absorver mudanças tecnológicas – parece que ainda não se adaptou a esta evolução.<br />
A palavra de ordem, no mundo da TI, continua sendo a mesma: <strong>CONTROLE</strong>.<br />
<em>Controle</em> do ambiente, <em>controle</em> da informação, <em>controle</em> das ações do usuário… qualquer solução que mencione esta palavra faz brilhar os olhos da turma de TI.<br />
Será que tem mesmo que ser assim?<br />
É claro que não vou incitar o abandono total do controle, desprezando casos de segredos industriais publicados em blogs ou filmagens de protótipos compartilhadas no Youtube. Como dizem as culturas mais antigas, “a virtude está no meio”.</p>
<h4>Soluções Integradas são interessantes. Mas quão integradas?</h4>
<p>Vejamos o exemplo das <strong>soluções integradas</strong>. Não é raro a TI “reinventar rodas” na tentativa de implementar soluções totalmente integradas. Quando uma nova capacidade precisa ser adicionada a um sistema, soluções simples podem ser descartadas por não utilizarem a mesma tecnologia, o que pode levar à invenção de uma “nova roda”, talvez menos eficiente do que aquela já disponível &#8211; testada e otimizada, mas não “integrada” à tecnologia existente.<br />
Será que não está na hora de revermos esta forma de integração e pensarmos em integrações mais “leves”?<br />
Porque não integrar componentes já disponíveis “da porta para fora” para melhorar os fluxos “da porta para dentro”?<br />
Por que criar toda uma infraestrutura de armazenamento, indexação e visualização de vídeos se o Youtube está disponível para o mundo e todos já estão familiarizados com ele?<br />
Por que criar mecanismos de microblogs se o Twitter já é mais do que um padrão – já passou a ser um hábito, para não dizer um vício…<br />
Por que criar mecanismos de conexão entre pessoas se elas já estão conectadas no Facebook?</p>
<h4>Os desafios</h4>
<p>Ok, nenhuma empresa vai querer que suas operações aconteçam em público.<br />
O cenário ideal consiste em utilizar ferramentas que são padrão “<em>de facto</em>”, porém mantendo o controle do acesso às informações, com mecanismos de <strong>autenticação</strong> e <strong>autorização</strong> integrados aos da sua empresa.<br />
(Sim, eu usei o termo <em>controle</em>, você reparou? Rs rs)<br />
As principais plataformas que sustentam as redes sociais através de mídias digitais já estão evoluindo bastante na questão da <strong>privacidade</strong>, ou seja, no controle do acesso à informação (<strong>autorização</strong>). Elas também oferecem mecanismos de <strong>autenticação</strong> abertos. Empresas que se empenharem para integrar seus mecanismos internos de autenticação e autorização com estes mecanismos “externos” (ex: <em>OpenID </em>e<em> OAuth</em>) dificilmente se arrependerão.<br />
Uma vez criada essa “ponte” entre a empresa e as plataformas sociais externas, acompanhar a evolução das novas aplicações que irão surgir será muito mais fácil do que tentar “internalizá-las” à moda antiga.<br />
Além disso, a curva de aprendizado dos funcionários será muito menor, porque eles já terão feito o “treinamento” relativo à nova ferramenta em suas casas!</p>
<div id="scid:0767317B-992E-4b12-91E0-4F059A8CECA8:b4d9b072-9323-4469-a837-1c898e0b62bf" class="wlWriterEditableSmartContent" style="display:inline;float:none;margin:0;padding:0;">Technorati Marcas: <a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/Midias+Sociais">Midias Sociais</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/Redes+Sociais">Redes Sociais</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/Ferramentas">Ferramentas</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/Empresas">Empresas</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/TI">TI</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/Gest%c3%a3o">Gestão</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/Facebook">Facebook</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/Twitter">Twitter</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/Youtube">Youtube</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/Integra%c3%a7%c3%a3o">Integração</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/Autentica%c3%a7%c3%a3o">Autenticação</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/Autoriza%c3%a7%c3%a3o">Autorização</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/OpenID">OpenID</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/OAuth">OAuth</a></div>
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		<title>As Redes j&#225; est&#227;o mudando o mundo</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Sep 2010 13:50:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Facebook]]></category>
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					<description><![CDATA[[tweetmeme source=”lucianopalma” only_single=false] Esta semana foi recheada de eventos: Simpósio do Gartner, Evento anual da Microsoft, Seminário sobre a Sociedade em Rede e a Educação na Vivo… O que não dá para não notar são as mudanças que vêm acontecendo por conta da potencialização das Redes Sociais através de Mídias Digitais. Acompanhe estes 2 casos: &#8230;<p class="read-more"> <a class="" href="https://lpalma.com/2010/09/16/as-redes-j-esto-mudando-o-mundo/"> <span class="screen-reader-text">As Redes j&#225; est&#227;o mudando o mundo</span> Leia mais &#187;</a></p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>[tweetmeme source=”lucianopalma” only_single=false]<br />
Esta semana foi recheada de eventos: Simpósio do Gartner, Evento anual da Microsoft, Seminário sobre a Sociedade em Rede e a Educação na Vivo…<br />
O que não dá para não notar são as mudanças que vêm acontecendo por conta da potencialização das Redes Sociais através de Mídias Digitais. Acompanhe estes 2 casos:</p>
<h4>1. Swarming</h4>
<p>No slide 49 de sua <a title="Netweaving, por Augusto de Franco" href="http://www.slideshare.net/augustodefranco/netweaving-1953733" target="_blank" rel="noopener noreferrer">apresentação sobre Netweaving</a>, Augusto de Franco coloca que o <em>Swarming</em> ocorre quando “<em>distintos grupos e tendências, não coordenados explicitamente entre si, vão aumentando o alcance e a virulência de suas ações…</em>”.<br />
Foi o que aconteceu neste domingo. Muitas pessoas vêm de diversos lugares do Brasil para eventos anuais de grandes empresas. Normalmente, estas pessoas chegam no dia anterior e hospedam-se em hotéis próximos ao local do evento. Essa dinâmica se repete há anos.<br />
No entanto, este ano foi diferente, e a mudança tem um nome: <strong>Twitter</strong>.<br />
As pessoas que participam de um evento já formam um “<em>Cluster</em>” (vide apresentação do Augusto), e com isso já estão, de certa forma, conectadas. Com o novo hábito de “tuitar”, conforme chegavam a São Paulo e ao hotel, as pessoas atualizavam seus seguidores via Twitter e faziam “<em>checkin</em>” no Foursquare (normalmente integrado ao Twitter).<br />
Começaram a surgir <em>tweets</em> perguntando quem estava no shopping da região, e pessoas que só se conheciam virtualmente (ou que nem se conheciam, mas tinham um interesse comum – o evento) começaram a se encontrar em uma chopperia. Isto gerava mais <em>tweets</em>, e os <em>tweets</em> atraíam mais pessoas para o grupo. É curioso notar que a palavra “tweet” (piado) refere-se a um som emitido por animais, com fins de localização…<br />
<strong>Conclusão</strong>: Nada menos do que uma mesa de <strong>27 pessoas</strong> se formou. Certamente o evento foi muito mais proveitoso para cada um deles!</p>
<h4>2. #PZGeeK</h4>
<p>O #PZGeeK foi um evento organizado pela Comunidade Técnica no formato “<em>Tweetup</em>” e aconteceu ao final do primeiro dia do evento anual da Microsoft, o TechEd.<br />
Não houve convite, não houve formalidade, não houve “<em>coordenação explícita</em>”. O encontro foi anunciado no Facebook e divulgado via Twitter. Em termos de “organização”, tudo o que foi feito foi ligar para uma pizzaria próxima o local do evento, reservar o espaço e negociar um preço fechado para facilitar a logística.<br />
Entre Twitter, Facebook e divulgação “boca-a-boca”, <strong>81 pessoas</strong> participaram do #PZGeeK, conhecendo-se, integrando-se e fortalecendo os laços de relacionamento.<br />
Houve até a apresentação de uma <a title="Hub da Comunidade" href="http://grou.ps/hubcommunity/talks/5023963" target="_blank" rel="noopener noreferrer">proposta de integração</a> das Comunidades Técnicas regionais, para formar um grande <em>Hub</em> para a Comunidade.<br />
Estes 2 fatos deixam bastante claro que a maneira de se relacionar está mudando (e para melhor) com a utilização das Mídias Digitais como facilitadoras da integração entre pessoas. A experiência de eventos está mudando.<br />
A maneira de fazer negócios deve acompanhar esta mudança.<br />
E você? Está participando disso tudo? <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/13.0.0/72x72/1f642.png" alt="🙂" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>
<div id="scid:0767317B-992E-4b12-91E0-4F059A8CECA8:e78b4dea-6be3-40a7-b37b-60a84a0eb576" class="wlWriterEditableSmartContent" style="display:inline;float:none;margin:0;padding:0;">Technorati Marcas: <a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/eventos">eventos</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/twitter">twitter</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/facebook">facebook</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/tweetup">tweetup</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/swarming">swarming</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/cluster">cluster</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/redes+sociais">redes sociais</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/midias+sociais">midias sociais</a></div>
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