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	<title>Digital &#8211; LPalma.com</title>
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		<title>Socialmedia não é Broadcast!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[luciano]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 12:30:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[[tweetmeme source=”lucianopalma” only_single=false] A discussão envolvendo Socialcast e Broadcast não é uma coisa exatamente nova. Há quase 2 anos, o grande amigo Celso Pagotti apresentou este assunto em uma palestra no Web Expo Fórum. Só para resumir as principais diferenças entre os dois modelos: Broadcast: Características: Emissor único (anunciante); Grande número de receptores; Mensagem controlada pelo &#8230;<p class="read-more"> <a class="" href="https://lpalma.com/2012/02/06/socialmedia-nao-e-broadcast/"> <span class="screen-reader-text">Socialmedia não é Broadcast!</span> Leia mais &#187;</a></p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>[tweetmeme source=”lucianopalma” only_single=false]</p>
<div>
<p dir="ltr">A discussão envolvendo <em><strong>Socialcast</strong></em> e <em><strong>Broadcast</strong></em> não é uma coisa exatamente nova.<br />
Há quase 2 anos, o grande amigo <strong>Celso Pagotti</strong> apresentou este assunto em uma <a title="Palestra Socialcast - Web Expo Fórum" href="https://lpalma.com/2010/03/29/palestra-o-que-socialcast-no-web-expo-frum/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">palestra no <strong>Web Expo Fórum</strong></a>.</p>
<p>Só para resumir as principais diferenças entre os dois modelos:</p>
<h3>Broadcast:</h3>
<p><strong>Características:</strong></p>
<ul>
<li>Emissor único (anunciante);</li>
<li>Grande número de receptores;</li>
<li>Mensagem controlada pelo anunciante;</li>
<li>Mesma mensagem para todos os receptores;</li>
<li>Abrangência associada à mídia utilizada.</li>
</ul>
<p><strong>Fatores de sucesso:</strong></p>
<ul>
<li>Alcance da mensagem (volume);</li>
<li>Memorização.</li>
</ul>
<p><strong>Métricas mais comuns:</strong></p>
<p style="padding-left:30px;"><strong></strong>Associadas aos <em><strong>Eyeballs</strong></em>, ou seja, quantidade de pessoas que foram expostas à mensagem.<br />
Para precificar este tipo de mídia, costuma-se utilizar o <strong>CPM</strong> (<em>Custo Por Mil</em>), que como o nome diz, indica quanto custa para atingir 1.000 pessoas (telespectadores/ouvintes/leitores).</p>
<p><strong>Efeito:</strong></p>
<p style="padding-left:30px;"><strong></strong>Rápido, de curta duração.<strong><strong><br />
</strong></strong></p>
<h3>Socialcast:</h3>
<p><strong>Características:</strong></p>
<ul>
<li>O emissor <strong>NÃO É</strong> único, e pode não ser o próprio anunciante;</li>
<li>A mensagem pode ser introduzida pelo anunciante, mas também pode ser modificada pelos difusores (ou seja, a mensagem se “molda” conforme flui nas redes [sociais]);</li>
<li>Não há controle central;</li>
<li>Abrangência associada à relevância e à aceitação da mensagem [ou ao repúdio].</li>
</ul>
<p><strong>Fatores de sucesso:</strong></p>
<ul>
<li>Engajamento de difusores;</li>
<li>Alcance da mensagem (volume);</li>
<li>Recomendações.</li>
</ul>
<p><strong>Métricas mais comuns:</strong></p>
<p style="padding-left:30px;"><strong></strong>Associadas à difusão espontânea da mensagem: <strong><em>Likes</em></strong> e <em><strong>Shares</strong></em> no Facebook, <em><strong>RT’s</strong></em> no Twitter, <em><strong>+1’s</strong></em> no Google+, avaliações positivas (<em>ratings</em>), re-postagens em blogs e plataformas de mídias sociais.<br />
Além disso, métricas relacionadas a volume também são importantes (acessos a <em>landing pages</em>, vídeos no Youtube, <strong>CTR</strong> (<em>Click-Through Rate</em>), <strong>CPA</strong> (<em>Cost Per Action</em>), <strong>CR</strong> (<em>Conversion Rate</em>).</p>
<p><strong>Efeito:</strong></p>
<p style="padding-left:30px;"><strong></strong>Lento, de longa duração.</p>
<h3>Então não é tudo a mesma coisa&#8230;</h3>
<p>A atuação das empresas deve se adequar a cada modelo.<br />
Infelizmente, o mercado vem utilizando as plataformas de mídias sociais &#8211; que são totalmente compatíveis com o <em>Socialcast</em> &#8211; da mesma forma que estavam acostumadas a fazer com o <em>Broadcast</em>.<br />
Uma oportunidade desperdiçada, sem dúvida.<br />
Não é à toa que vemos tanta dificuldade em comprovar o <strong>ROI</strong> (<em>Retorno do Investimento</em>) de “ações em mídias sociais”.<br />
Se a cabeça é de <em>Broadcast</em>, esperando retorno da mesma forma que se fazia com mídias tradicionais, não é raro ver gente “maquiando relatórios” para justificar o investimento, porque a ferramenta não é a mais adequada para obter o resultado esperado.<br />
O erro mais comum é a <strong>expectativa de resultado rápido</strong>. A menos dos famigerados <em>virais</em>, Socialmedia não dá resultados de imediato. É um trabalho de <strong>médio e longo prazo</strong>, porque não estamos falando simplesmente de <em>Eyeballs</em>. Estamos falando de relacionamento, e bons relacionamentos não se constróem de uma hora para outra.<strong><strong><br />
</strong></strong></p>
<h3>Virais</h3>
<p>Ok, virais encaixam-se na categoria <em>Socialcast</em> e podem ter um poder de difusão alucinante, apresentando assim uma resposta extremamente rápida.<br />
O controle sobre virais, no entanto, é praticamente nulo. Por mais que seja possível produzir um conteúdo com um bom “poder de viralização” &#8211; seja por ser polêmico, engraçado ou ousado &#8211; é muito difícil prever a reação das pessoas na rede.<br />
Por que as pessoas saíram repetindo uma bobagem como a da Luiza no Canadá? Porque essa bobagem e não outra?<br />
Além disso, virais são como fósforos: uma vez utilizados, não funcionam de novo. Perdem seu brilho. Vide a tentativa frustrada de quem soltou a Luiza [sem querer] e tentou, em vão, usar a mesma receita para “viralizar” de novo&#8230;<br />
Não caia na ladainha dos “piratas das mídias sociais” que prometem “soltar um viralzinho”.<br />
Por fim, virais podem ter efeitos extremamente negativos. Mais do que fósforo, pode virar nitroglicerina!<strong><strong><br />
</strong></strong></p>
<h3>Relacionamentos</h3>
<p>Se estamos falando de mídias <strong>SOCIAIS</strong>, é claro o assunto é relacionamento. E relacionamentos exigem tempo para serem construídos&#8230; ou não!<br />
Alguns relacionamentos acontecem puramente por interesse. Estes podem ser estabelecidos de forma praticamente imediata.<br />
Na verdade, são relacionamentos <strong>transacionais</strong> muito mais do que sociais. As partes concordam na <strong>troca</strong> que existirá e a troca é realizada.<br />
O exemplo mais clássico é a troca de <em>RT&#8217;s</em> ou <em>Likes</em> por “pirulitos” (o preferido &#8211; e menos criativo &#8211; costuma ser o <strong>iPad</strong>).<br />
Alguns profissionais vendem a participação em sorteios (ou quando não dá tempo, “concursos culturais”) como <strong>engajamento</strong>, e os <em>Likes</em> “comprados” dessa forma como índice de relacionamento. Vou deixar que você tire suas próprias conclusões&#8230;<strong><strong><br />
</strong></strong></p>
<h3>Socialmedia sendo usada como ferramenta de Broadcast</h3>
<p>Sorteios são ações muito comuns no mundo <em>Broadcast</em>. É uma forma eficiente de atrair <em>Eyeballs</em>.<br />
Afinal, quem não quer levar alguma coisa <strong>de graça</strong>? Esse apelo permite que um número muito grande de pessoas seja exposta a uma mensagem, o que contribui para que se apresente um bom CPM.<br />
No mundo <em>Broadcast</em>, o profissional que atinge mais gente com sua mensagem, com os menores custos, é o melhor.<br />
O problema é quando plataformas de Socialmedia são usadas com essa mentalidade, ou seja, mais como “<strong>mídia</strong>” do que como “<strong>social</strong>”.<br />
A receita, numericamente (e para efeitos de relatório), pode até acabar funcionando, uma vez que mistura dois ingredientes eficientes: algo sendo distribuído gratuitamente e uma plataforma onde as pessoas podem avisar os amigos sobre a barbada.<br />
O efeito de difusão através dos laços sociais da rede até possui um componente associado a relacionamento. O ponto é que o relacionamento só existe na fase de <strong>difusão</strong>.<br />
Não existe relacionamento entre empresa e potenciais consumidores, porque o acordo é meramente transacional: “<em>você me dá um Like e eu te dou um pirulito</em>”.<br />
O “relacionamento” termina junto com a transação, no exato momento em que o vencedor do sorteio é anunciado: o vencedor fica feliz por ter ganhado seu pirulito (mas não se tornará, necessariamente, cliente da empresa) e a multidão dá as costas com aquela sensação de “Aaaahhhh”. E fim.<br />
Como os Likes continuam na fanpage da empresa, o relatório indica um tremendo sucesso. A questão é: “<a href="https://lpalma.com/2011/01/14/depois-do-like/">E depois do Like?</a>”.</p>
<h3>Como combinar Broadcast e Socialcast?</h3>
<p>Se você leu até aqui, deve estar achando que eu sou defensor do <em>Socialcast</em> e crítico do <em>Broadcast</em>. Acertou a primeira, mas errou a segunda parte.<br />
Apesar de fascinado por Socialmedia, acredito que o <em>Broadcast</em> continuará tendo seu papel. O sucesso estará exatamente na dosagem primorosa dos dois modelos.<br />
O fato de cada um ter características diferentes não quer dizer que um seja <strong>MELHOR</strong> do que o outro. O ideal é utilizá-los de forma <strong>complementar</strong>.<br />
Já vimos que o <em>Broadcast</em> é eficiente para resultados <strong>imediatos</strong>, mas que podem não ser duradouros. É normal ver vendas voltarem aos padrões “normais” após o encerramento de campanhas Broadcast.<br />
O <em>Socialcast</em>, por sua vez, possui uma ação mais duradoura, pois relacionamentos efetivos podem ser construídos (se as ferramentas forem usadas corretamente). Só que isso leva tempo&#8230;<br />
<strong>Por que não chegar ao melhor dos dois mundos?</strong><br />
<strong></strong>Se um modelo complementar o outro, a empresa pode colher os melhores frutos:</p>
<ol>
<li>Agilizar a difusão do <em>Socialcast</em> com auxílio do <em>Broadcast</em></li>
<li>Manter os efeitos do <em>Broadcast</em> com auxílio do <em>Socialcast</em></li>
</ol>
<p>Como engenheiro, não poderia deixar de publicar um gráfico para ilustrar a vantagem do uso <strong>conjunto</strong> <em>Broadcast</em>&#8211;<em>Socialcast</em>:<br />
<strong><img loading="lazy" src="https://lh3.googleusercontent.com/hpGN2zbQ11iz0RY0iaoNTWqL1n7DPX1XVYcE2An3-8VABngQqFGapn94gYWI-53MuNkxIcP519SWPX8U_YQAonpzQow5uGE7Kjux578uLAFVccYKvGo" alt="" width="565px;" height="442px;" /></strong>
</div>
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		<title>ReTweetspectiva 2011 &#8211; Parte 2 (Mídias Sociais)</title>
		<link>https://lpalma.com/2012/01/03/retweetspectiva-2011-parte-2/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[luciano]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Jan 2012 11:00:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[[tweetmeme source=”lucianopalma” only_single=false] Ontem publiquei os Tweets da ReTweetspectiva 2011, na categoria Sociedade &#38; Comportamento. Confira hoje os Tweets mais interessantes de 2011 na categoria Mídias Sociais. (Amanhã e depois de amanhã serão postados os Tweets das categorias Mundo Corporativo e Tecnologia &#38; Comunidade Técnica). Transparência em tempos de Mídias Sociais: &#8220;Minha vida é um &#8230;<p class="read-more"> <a class="" href="https://lpalma.com/2012/01/03/retweetspectiva-2011-parte-2/"> <span class="screen-reader-text">ReTweetspectiva 2011 &#8211; Parte 2 (Mídias Sociais)</span> Leia mais &#187;</a></p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>[tweetmeme source=”lucianopalma” only_single=false]<br />
Ontem publiquei os Tweets da <strong>ReTweetspectiva 2011</strong>, na categoria <strong><a title="ReTweetspectiva 2011 - Parte 1" href="https://lpalma.com/2012/01/02/retweetspectiva-2011-parte-1" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Sociedade &amp; Comportamento</a></strong>.<br />
Confira hoje os Tweets mais interessantes de 2011 na categoria <strong>Mídias Sociais</strong>.<br />
(Amanhã e depois de amanhã serão postados os Tweets das categorias <strong>Mundo Corporativo</strong> e <strong>Tecnologia &amp; Comunidade Técnica</strong>).</p>
<blockquote>
<ul>
<li>Transparência em tempos de Mídias Sociais: &#8220;Minha vida é um facebook aberto&#8221; (2/1)</li>
<li>ROI é uma relação matemática, um número. Se você ainda não sabe qual é o retorno desejado, defina isto antes de perguntar sobre esse número. (17/1)</li>
<li>@Jana_Bernardes &#8220;Quem deve assumir as Redes Sociais de uma empresa?&#8221; Se alguém tem q &#8220;assumir&#8221;, é pq a empresa não está em Rede, concorda? (22/1)</li>
<li>Empresa fala: &#8220;Compre!&#8221; &#8211; você dá de ombros. Consumidor fala: &#8220;Não compre!&#8221; &#8211; você corre prá ver. #midias #sociais #socialcast (29/1)</li>
<li>Mídias Sociais dão trabalho porque as mensagens são efêmeras. E às vezes explosivas. (17/2)</li>
<li>Se estas manifestações derrubarem as ditaduras políticas, será que surgirão novas, para derrubar as &#8220;ditaduras econômicas&#8221;? #RedesSociais (19/2)</li>
<li>É normal falarmos muito bem ou muito mal das coisas aqui no Twitter. Não tem muito sentido dizer &#8220;o sabonete que usei hoje é razoável&#8221;, tem? (19/2)</li>
<li>Tiro sai pela culatra, a campanha vira fiasco e zombaria e a desculpa é q &#8220;pelo menos estão falando da marca&#8221;. Poupe-me&#8230; (4/3)</li>
<li>Uma imagem vale por 1000 palavras porque as pessoas associam 1000 palavras que vc escreve à sua imagem no Twitter (10/3)</li>
<li>Os consumidores estão aprendendo a usar mídias sociais muito mais rápido (e melhor) do que as empresas. Vide os casos Brastemp e Renault. (13/3)</li>
<li>Parabéns pelo seu novo emprego!!! Agora vc é socialmedia manager de vc mesmo! #personalbranding (15/3)</li>
<li>Mentalidade d pagar por tweet é totalmente Broadcast. Mídias Sociais são + eficientes pelo engajamento do q pelo Broadcast (31/3)</li>
<li>Comemore a perda de seguidores no Twitter. Isso indica aumento da relevância de sua &#8220;real audiência&#8221;. (7/4)</li>
<li>Para cada campanha &#8220;Siga no Twitter e concorra a&#8230;&#8221; morre um Panda. Se o prêmio for iPad, morrem dois. (18/4)</li>
<li>Qdo 2/3 ds empresas no BR dizem estar presentes nas mídias sociais,pergunto-me o q a maioria entende por &#8220;estar presente nas mídias sociais&#8221; (24/4)</li>
<li>Se escola/professor bloqueiam acesso à Internet na sala é pq não conseguem ser mais interessantes do q a Rede (nem trazer mais valor). (27/4)</li>
<li>Ser popular não significa ser influente. O broadcast te torna popular; o socialcast, influente. (9/5)</li>
<li>O Facebook já proibiu sorteios por &#8220;Like&#8221;. Bem que o Twitter podia proibir &#8220;Dê RT e concorra&#8221; né? Multa dupla se for iPad. (30/5)</li>
<li>Não tuite demais, para não cair no filtro de indiferença. #PKM #saraudeideias (30/5)</li>
<li>Empresas que não acompanharem (mídias sociais) parecerão idosos jogando futebol com adolescentes. (2/6)</li>
<li>Fico um pouco offline, ligo o rádio e o que ouço? Twitter,Orkut, Facebook&#8230; (7/6)</li>
<li>Broadcast é bom pela abrangência. Socialcast é bom pela influência. Rafinha é broadcast, @briansolis é socialcast. (10/6)</li>
<li>Viral? Viral é broadcast disfarçado de socialcast&#8230; (10/6)</li>
<li>Cada vez que alguém sorteia alguma coisa no Twitter morre um Panda. De tédio. (12/6)</li>
<li>Quando vejo pesquisas dizendo que 70% das empresas usam mídias sociais no BR, pergunto-me quem eram os 100%&#8230; #prontofalei (17/6)</li>
<li>Quer ver pararem c/ essa história de calcular ROI de Socialmedia? Peça p/ a empresa mostrar como foi calculado o ROI de qquer outra coisa&#8230; (25/6)</li>
<li>Quem quer se vender como guru em Redes ainda não entendeu as Redes. (28/6)</li>
<li>Campanha online boa é aquela que não precisa de sorteio para atrair. (5/7)</li>
<li>Se mídias sociais são bloqueadas, maus funcionários voltam a enrolar como antes, ou criam novos meios. O pior cego é o que não quer ver&#8230; (5/7)</li>
<li>Quer resultado no online/socialmedia? Peça um planejamento sem sorteio/concurso. Filtra mais do que Melitta &#8211; não, esse tweet ñ foi pago <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/13.0.0/72x72/1f642.png" alt="🙂" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> (7/7)</li>
<li>Siga-nos no Twitter: uma nova maneira de dizer: &#8220;não entendemos nada, mas vamos fingir que está tudo OK&#8221; (11/7)</li>
<li>Curta a nossa fanpage é o novo &#8220;um trocado, por favor?&#8221; (13/7)</li>
<li>Nas mídias sociais, ao abordar assuntos relativos à empresa em que você trabalha, identifique-se como funcionário. É polido e transparente. (25/7)</li>
<li>As empresas precisam entender que responder mensagens no Twitter não é resolver o problema&#8230; (26/7)</li>
<li>Pelo contrário&#8230; mostrar que monitora redes sociais mas não tomar atitudes REAIS, só mostra modismo, descaso e desrespeito pelo consumidor. (26/7)</li>
<li>E esses virais hein? Beneficiam mais as agências que os fazem ou os clientes que pagam a conta? #prapensarE esses virais hein? Beneficiam mais as agências que os fazem ou os clientes que pagam a conta? #prapensar (2/8)</li>
<li>Se você não é social no off, não adianta tentar ser no on &#8211; @glebeduarte (12/8)</li>
<li>Esta é uma mensagem automática. Por favor, não responda. Parece piada, mas isso vem de um canal de &#8220;atendimento&#8221; de 1 empresa grande&#8230; (14/8)</li>
<li>Quando é que as empresas vão deixar de fazer broadcast em canais destinados ao socialcast? (14/8)</li>
<li>Tudo o que é demais incomoda. Personal Branding não é exceção. (20/8)</li>
<li>Não confundir &#8220;engajamento com a campanha&#8221; com &#8220;engajamento com a marca&#8221;. Se não tiver o segundo, não tem ROI. (22/8)</li>
<li>Nota mental: ROI é medido em DINHEIRO que entra no caixa, não em Pageviews, Retweets, Likes, Seguidores, bla, bla, bla&#8230; (22/8)</li>
<li>O Twitter é um Rádio por escrito. (30/8)</li>
<li>Auto-elogio: uma boa forma de perder a relevância. Vale para pessoas e para empresas. (9/9)</li>
<li>Laranja madura na beira da estrada / Tá bichada, Zé, ou tem marimbondo no pé Pense nisso antes d investir em socialmedia (24/9)</li>
<li>O &#8220;engajamento&#8221; por sorteio ou &#8220;concurso cultural&#8221; em mídias sociais acaba no instante em que o prêmio é entregue. (28/9)</li>
<li>Ah, se publicitários vendessem tão bem o produto de seus clientes quanto vendem as suas agências&#8230; (29/9)</li>
<li>E ainda tem empresa grande caindo na do &#8220;vamos soltar um viralzinho&#8221;&#8230; Até quando? (14/10)</li>
<li>Uma nova versão p/ &#8220;me dê um RT que eu te dou um pirulito&#8221; &#8211;&gt; &#8220;bata minha métrica q eu te dou um pirulito&#8221; SM d 3o. mundo (20/10)</li>
<li>Se vc compartilha mais conteúdo do que sua audiência consegue consumir, vc se torna irrelevante. Seja um bom filtro. (30/10)</li>
<li>Qdo a pessoa entra em contato pelo Twitter, não é hora da empresa querer ganhar métrica pedindo para ela seguir. Resolva antes o problema! (2/12)</li>
</ul>
</blockquote>
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		<title>Elei&#231;&#245;es, preconceito e direito nas m&#237;dias sociais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[luciano]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Nov 2010 07:22:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[[tweetmeme source=”lucianopalma” only_single=false] Quem ficou conectado até tarde no dia da eleição presenciou momentos de extremismo e tensão na rede. Enquanto deveríamos estar orgulhos por nosso país ter dado um banho de tecnologia no quesito eleições (mais de 135 milhões de votos apurados em tempo recorde), o que foi parar nos Trending Topics do Twitter &#8230;<p class="read-more"> <a class="" href="https://lpalma.com/2010/11/06/eleies-preconceito-e-direito-nas-mdias-sociais/"> <span class="screen-reader-text">Elei&#231;&#245;es, preconceito e direito nas m&#237;dias sociais</span> Leia mais &#187;</a></p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>[tweetmeme source=”lucianopalma” only_single=false]</p>
<p>Quem ficou conectado até tarde no dia da eleição presenciou momentos de <strong>extremismo e tensão na rede</strong>.    <br />Enquanto deveríamos estar orgulhos por nosso país ter dado um banho de tecnologia no quesito eleições (mais de 135 milhões de votos apurados em tempo recorde), o que foi parar nos <em>Trending Topics</em> do Twitter foi nome da estagiária Mayara, por conta de um <em>tweet</em> extremamente infeliz.</p>
<p>Durante o desenrolar da manifestação digital de indignação dos “tuiteiros”, recebi uma sugestão (via <a href="http://twitter.com/lumanfredinni" target="_blank" rel="noopener noreferrer">@lumanfredinni</a>) para fazer um post sobre o ocorrido. Respondi que iria aguardar um pouco, até porque imaginava que muita gente escreveria a respeito &#8211; o que de fato ocorreu (veja exemplos <a href="http://info.abril.com.br/noticias/internet/oab-processa-jovem-por-racismo-no-twitter-03112010-11.shl" target="_blank" rel="noopener noreferrer">aqui</a> e <a href="http://br.noticias.yahoo.com/s/03112010/48/manchetes-justica-apurar-ofensas-nordestinos-na.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">aqui</a>).</p>
<p>Foi produtivo adiar este post, porque ontem participei do <strong><a href="http://www.kmbrasil.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer">9o Congresso Brasileiro de Gestão do Conhecimento</a></strong>, em Gramado-RS, e no painel sobre “<strong><a href="http://prezi.com/4rzuouydshvc/km-brasil-2010-gc-e-midias-sociais/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Gestão do Conhecimento e Mídias Sociais</a></strong>” foram levantadas questões sobre privacidade, segurança na rede e legislação envolvendo canais digitais. Os recentes casos da Xuxa e da Mayara foram abordados na discussão.</p>
<p><a href="http://lucianopalma.files.wordpress.com/2010/11/justica-ipad.png"><img loading="lazy" title="Justica-IPad" style="border-right:0;padding-right:0;border-top:0;display:inline;padding-left:0;float:left;background-image:none;border-left:0;padding-top:0;border-bottom:0;margin:0 10px 0 0;" height="232" alt="Justica-IPad" src="http://lucianopalma.files.wordpress.com/2010/11/justica-ipad_thumb.png" width="257" align="left" border="0" /></a>O que me levou a escrever, porém, foi uma conversa que tive depois do painel, que continuou de onde tínhamos parado na apresentação: <strong>as tecnologias e as mídias digitais mudam muito mais rápido do que a legislação</strong>, e isto conduz a cenários que não estão previstos nas leis atuais. Para ilustrar, tire suas conclusões sobre a decisão do TSE em conceder um <a href="http://info.abril.com.br/noticias/internet/tse-concede-direito-de-resposta-no-twitter-30102010-0.shl" target="_blank" rel="noopener noreferrer">direito de resposta</a> via Twitter (!).</p>
<p>A ex-estagiária Mayara está sendo processada por por crime de racismo e incitação pública de prática de crime (coisas bem mais antigas do que as mídias sociais digitais), mas na realidade, ela <strong>já foi condenada</strong>.</p>
<p>E quem condenou Mayara não foi um juiz, mas sim <strong>a Rede</strong>. Provavelmente um juiz irá ratificar esta decisão, mas independente da formalização de sua condenação, de certa forma o veredito já foi dado.     <br />E a punição também, pois Mayara já deve ter sofrido consequências que provavelmente fizeram com que ela se corrigisse. Não creio que ela cometerá o mesmo erro novamente.     <br />(Nota: não estou, de forma alguma, sugerindo que o processo formal não deva ocorrer. Muito pelo contrário: a impunidade neste caso desmoralizaria o sistema).</p>
<h3>Uma proposta de solução</h3>
<p>A conversa prosseguiu com uma especulação: e se a justiça fosse realizada desta forma?    <br /><strong>E se as “decisões populares” através das mídias sociais fossem reconhecidas pelas autoridades? </strong></p>
<p>Veja só as vantagens que o mecanismo traria:</p>
<ul>
<li>Muito mais <strong>democrático</strong> (qualquer um poderia participar)</li>
<li>Muito mais <strong>ágil</strong> (as pessoas absorvem a tecnologia muito mais rápido do que os criadores/aprovadores das leis)</li>
<li>Muito mais <strong>especializado</strong> (ao invés de buscar peritos, o processo estaria aberto a todos os conhecedores do assunto)</li>
<li>Muito mais <strong>barato</strong> (funcionaria com participação da comunidade, em troca de uma sociedade justa)</li>
<li>Muito mais <strong>representativo</strong> (as próprias pessoas que os governantes representam iriam se manifestar, sem o viés da cabeça do representante)</li>
<li><strong>Isento à corrupção</strong> (como alguém corromperia todos os usuários da Internet?)</li>
</ul>
<p>Afinal de contas, o que é uma lei? Não é a formalização de uma conduta que <strong>a sociedade que estará sujeita àquela lei</strong> concorda em seguir? Isso não tem que <strong>representar o que as pessoas pensam</strong>?</p>
<p>Se aplicarmos o “<em>crowdsourcing</em>” neste processo, talvez possamos mudar totalmente os papéis dos poderes Legislativo e Judiciário. O primeiro não precisaria mais criar leis que representem a visão da população, porque a cada “julgamento online”, esta conduta seria revista e redefinida por cada um dos “julgadores”. Mesmo que existam radicais ou pessoas tentando controlar o sistema, eles sempre serão derrotados pelo volume da maioria. </p>
<p>Tenho consciência que esta é uma proposta um tanto quanto revolucionária, mas gostaria de ouvir mais opiniões.</p>
<p> Você concorda? Acha realizável? Deixe seu comentário para que a discussão continue!</p>
<div class="wlWriterEditableSmartContent" id="scid:0767317B-992E-4b12-91E0-4F059A8CECA8:90cc5d3b-ab4d-4043-ad5c-648312e3d383" style="display:inline;float:none;margin:0;padding:0;">Technorati Tags: <a href="http://technorati.com/tags/Internet" rel="tag">Internet</a>,<a href="http://technorati.com/tags/Justi%c3%a7a" rel="tag">Justi&#231;a</a>,<a href="http://technorati.com/tags/Digital" rel="tag">Digital</a>,<a href="http://technorati.com/tags/Leis" rel="tag">Leis</a>,<a href="http://technorati.com/tags/Legisla%c3%a7%c3%a3o" rel="tag">Legisla&#231;&#227;o</a>,<a href="http://technorati.com/tags/Mayara" rel="tag">Mayara</a>,<a href="http://technorati.com/tags/Elei%c3%a7%c3%b5es" rel="tag">Elei&#231;&#245;es</a>,<a href="http://technorati.com/tags/Preconceito" rel="tag">Preconceito</a>,<a href="http://technorati.com/tags/Racismo" rel="tag">Racismo</a>,<a href="http://technorati.com/tags/KMBrasil" rel="tag">KMBrasil</a>,<a href="http://technorati.com/tags/Redes" rel="tag">Redes</a>,<a href="http://technorati.com/tags/Redes+Sociais" rel="tag">Redes Sociais</a>,<a href="http://technorati.com/tags/Twitter" rel="tag">Twitter</a></div>
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