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	<title>Marketing &#8211; LPalma.com</title>
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	<title>Marketing &#8211; LPalma.com</title>
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		<title>Socialmedia não é Broadcast!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[luciano]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 12:30:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[[tweetmeme source=”lucianopalma” only_single=false] A discussão envolvendo Socialcast e Broadcast não é uma coisa exatamente nova. Há quase 2 anos, o grande amigo Celso Pagotti apresentou este assunto em uma palestra no Web Expo Fórum. Só para resumir as principais diferenças entre os dois modelos: Broadcast: Características: Emissor único (anunciante); Grande número de receptores; Mensagem controlada pelo &#8230;<p class="read-more"> <a class="" href="https://lpalma.com/2012/02/06/socialmedia-nao-e-broadcast/"> <span class="screen-reader-text">Socialmedia não é Broadcast!</span> Leia mais &#187;</a></p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>[tweetmeme source=”lucianopalma” only_single=false]</p>
<div>
<p dir="ltr">A discussão envolvendo <em><strong>Socialcast</strong></em> e <em><strong>Broadcast</strong></em> não é uma coisa exatamente nova.<br />
Há quase 2 anos, o grande amigo <strong>Celso Pagotti</strong> apresentou este assunto em uma <a title="Palestra Socialcast - Web Expo Fórum" href="https://lpalma.com/2010/03/29/palestra-o-que-socialcast-no-web-expo-frum/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">palestra no <strong>Web Expo Fórum</strong></a>.</p>
<p>Só para resumir as principais diferenças entre os dois modelos:</p>
<h3>Broadcast:</h3>
<p><strong>Características:</strong></p>
<ul>
<li>Emissor único (anunciante);</li>
<li>Grande número de receptores;</li>
<li>Mensagem controlada pelo anunciante;</li>
<li>Mesma mensagem para todos os receptores;</li>
<li>Abrangência associada à mídia utilizada.</li>
</ul>
<p><strong>Fatores de sucesso:</strong></p>
<ul>
<li>Alcance da mensagem (volume);</li>
<li>Memorização.</li>
</ul>
<p><strong>Métricas mais comuns:</strong></p>
<p style="padding-left:30px;"><strong></strong>Associadas aos <em><strong>Eyeballs</strong></em>, ou seja, quantidade de pessoas que foram expostas à mensagem.<br />
Para precificar este tipo de mídia, costuma-se utilizar o <strong>CPM</strong> (<em>Custo Por Mil</em>), que como o nome diz, indica quanto custa para atingir 1.000 pessoas (telespectadores/ouvintes/leitores).</p>
<p><strong>Efeito:</strong></p>
<p style="padding-left:30px;"><strong></strong>Rápido, de curta duração.<strong><strong><br />
</strong></strong></p>
<h3>Socialcast:</h3>
<p><strong>Características:</strong></p>
<ul>
<li>O emissor <strong>NÃO É</strong> único, e pode não ser o próprio anunciante;</li>
<li>A mensagem pode ser introduzida pelo anunciante, mas também pode ser modificada pelos difusores (ou seja, a mensagem se “molda” conforme flui nas redes [sociais]);</li>
<li>Não há controle central;</li>
<li>Abrangência associada à relevância e à aceitação da mensagem [ou ao repúdio].</li>
</ul>
<p><strong>Fatores de sucesso:</strong></p>
<ul>
<li>Engajamento de difusores;</li>
<li>Alcance da mensagem (volume);</li>
<li>Recomendações.</li>
</ul>
<p><strong>Métricas mais comuns:</strong></p>
<p style="padding-left:30px;"><strong></strong>Associadas à difusão espontânea da mensagem: <strong><em>Likes</em></strong> e <em><strong>Shares</strong></em> no Facebook, <em><strong>RT’s</strong></em> no Twitter, <em><strong>+1’s</strong></em> no Google+, avaliações positivas (<em>ratings</em>), re-postagens em blogs e plataformas de mídias sociais.<br />
Além disso, métricas relacionadas a volume também são importantes (acessos a <em>landing pages</em>, vídeos no Youtube, <strong>CTR</strong> (<em>Click-Through Rate</em>), <strong>CPA</strong> (<em>Cost Per Action</em>), <strong>CR</strong> (<em>Conversion Rate</em>).</p>
<p><strong>Efeito:</strong></p>
<p style="padding-left:30px;"><strong></strong>Lento, de longa duração.</p>
<h3>Então não é tudo a mesma coisa&#8230;</h3>
<p>A atuação das empresas deve se adequar a cada modelo.<br />
Infelizmente, o mercado vem utilizando as plataformas de mídias sociais &#8211; que são totalmente compatíveis com o <em>Socialcast</em> &#8211; da mesma forma que estavam acostumadas a fazer com o <em>Broadcast</em>.<br />
Uma oportunidade desperdiçada, sem dúvida.<br />
Não é à toa que vemos tanta dificuldade em comprovar o <strong>ROI</strong> (<em>Retorno do Investimento</em>) de “ações em mídias sociais”.<br />
Se a cabeça é de <em>Broadcast</em>, esperando retorno da mesma forma que se fazia com mídias tradicionais, não é raro ver gente “maquiando relatórios” para justificar o investimento, porque a ferramenta não é a mais adequada para obter o resultado esperado.<br />
O erro mais comum é a <strong>expectativa de resultado rápido</strong>. A menos dos famigerados <em>virais</em>, Socialmedia não dá resultados de imediato. É um trabalho de <strong>médio e longo prazo</strong>, porque não estamos falando simplesmente de <em>Eyeballs</em>. Estamos falando de relacionamento, e bons relacionamentos não se constróem de uma hora para outra.<strong><strong><br />
</strong></strong></p>
<h3>Virais</h3>
<p>Ok, virais encaixam-se na categoria <em>Socialcast</em> e podem ter um poder de difusão alucinante, apresentando assim uma resposta extremamente rápida.<br />
O controle sobre virais, no entanto, é praticamente nulo. Por mais que seja possível produzir um conteúdo com um bom “poder de viralização” &#8211; seja por ser polêmico, engraçado ou ousado &#8211; é muito difícil prever a reação das pessoas na rede.<br />
Por que as pessoas saíram repetindo uma bobagem como a da Luiza no Canadá? Porque essa bobagem e não outra?<br />
Além disso, virais são como fósforos: uma vez utilizados, não funcionam de novo. Perdem seu brilho. Vide a tentativa frustrada de quem soltou a Luiza [sem querer] e tentou, em vão, usar a mesma receita para “viralizar” de novo&#8230;<br />
Não caia na ladainha dos “piratas das mídias sociais” que prometem “soltar um viralzinho”.<br />
Por fim, virais podem ter efeitos extremamente negativos. Mais do que fósforo, pode virar nitroglicerina!<strong><strong><br />
</strong></strong></p>
<h3>Relacionamentos</h3>
<p>Se estamos falando de mídias <strong>SOCIAIS</strong>, é claro o assunto é relacionamento. E relacionamentos exigem tempo para serem construídos&#8230; ou não!<br />
Alguns relacionamentos acontecem puramente por interesse. Estes podem ser estabelecidos de forma praticamente imediata.<br />
Na verdade, são relacionamentos <strong>transacionais</strong> muito mais do que sociais. As partes concordam na <strong>troca</strong> que existirá e a troca é realizada.<br />
O exemplo mais clássico é a troca de <em>RT&#8217;s</em> ou <em>Likes</em> por “pirulitos” (o preferido &#8211; e menos criativo &#8211; costuma ser o <strong>iPad</strong>).<br />
Alguns profissionais vendem a participação em sorteios (ou quando não dá tempo, “concursos culturais”) como <strong>engajamento</strong>, e os <em>Likes</em> “comprados” dessa forma como índice de relacionamento. Vou deixar que você tire suas próprias conclusões&#8230;<strong><strong><br />
</strong></strong></p>
<h3>Socialmedia sendo usada como ferramenta de Broadcast</h3>
<p>Sorteios são ações muito comuns no mundo <em>Broadcast</em>. É uma forma eficiente de atrair <em>Eyeballs</em>.<br />
Afinal, quem não quer levar alguma coisa <strong>de graça</strong>? Esse apelo permite que um número muito grande de pessoas seja exposta a uma mensagem, o que contribui para que se apresente um bom CPM.<br />
No mundo <em>Broadcast</em>, o profissional que atinge mais gente com sua mensagem, com os menores custos, é o melhor.<br />
O problema é quando plataformas de Socialmedia são usadas com essa mentalidade, ou seja, mais como “<strong>mídia</strong>” do que como “<strong>social</strong>”.<br />
A receita, numericamente (e para efeitos de relatório), pode até acabar funcionando, uma vez que mistura dois ingredientes eficientes: algo sendo distribuído gratuitamente e uma plataforma onde as pessoas podem avisar os amigos sobre a barbada.<br />
O efeito de difusão através dos laços sociais da rede até possui um componente associado a relacionamento. O ponto é que o relacionamento só existe na fase de <strong>difusão</strong>.<br />
Não existe relacionamento entre empresa e potenciais consumidores, porque o acordo é meramente transacional: “<em>você me dá um Like e eu te dou um pirulito</em>”.<br />
O “relacionamento” termina junto com a transação, no exato momento em que o vencedor do sorteio é anunciado: o vencedor fica feliz por ter ganhado seu pirulito (mas não se tornará, necessariamente, cliente da empresa) e a multidão dá as costas com aquela sensação de “Aaaahhhh”. E fim.<br />
Como os Likes continuam na fanpage da empresa, o relatório indica um tremendo sucesso. A questão é: “<a href="https://lpalma.com/2011/01/14/depois-do-like/">E depois do Like?</a>”.</p>
<h3>Como combinar Broadcast e Socialcast?</h3>
<p>Se você leu até aqui, deve estar achando que eu sou defensor do <em>Socialcast</em> e crítico do <em>Broadcast</em>. Acertou a primeira, mas errou a segunda parte.<br />
Apesar de fascinado por Socialmedia, acredito que o <em>Broadcast</em> continuará tendo seu papel. O sucesso estará exatamente na dosagem primorosa dos dois modelos.<br />
O fato de cada um ter características diferentes não quer dizer que um seja <strong>MELHOR</strong> do que o outro. O ideal é utilizá-los de forma <strong>complementar</strong>.<br />
Já vimos que o <em>Broadcast</em> é eficiente para resultados <strong>imediatos</strong>, mas que podem não ser duradouros. É normal ver vendas voltarem aos padrões “normais” após o encerramento de campanhas Broadcast.<br />
O <em>Socialcast</em>, por sua vez, possui uma ação mais duradoura, pois relacionamentos efetivos podem ser construídos (se as ferramentas forem usadas corretamente). Só que isso leva tempo&#8230;<br />
<strong>Por que não chegar ao melhor dos dois mundos?</strong><br />
<strong></strong>Se um modelo complementar o outro, a empresa pode colher os melhores frutos:</p>
<ol>
<li>Agilizar a difusão do <em>Socialcast</em> com auxílio do <em>Broadcast</em></li>
<li>Manter os efeitos do <em>Broadcast</em> com auxílio do <em>Socialcast</em></li>
</ol>
<p>Como engenheiro, não poderia deixar de publicar um gráfico para ilustrar a vantagem do uso <strong>conjunto</strong> <em>Broadcast</em>&#8211;<em>Socialcast</em>:<br />
<strong><img loading="lazy" src="https://lh3.googleusercontent.com/hpGN2zbQ11iz0RY0iaoNTWqL1n7DPX1XVYcE2An3-8VABngQqFGapn94gYWI-53MuNkxIcP519SWPX8U_YQAonpzQow5uGE7Kjux578uLAFVccYKvGo" alt="" width="565px;" height="442px;" /></strong>
</div>
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		<title>ReTweetspectiva 2011 &#8211; Parte 2 (Mídias Sociais)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[luciano]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Jan 2012 11:00:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[[tweetmeme source=”lucianopalma” only_single=false] Ontem publiquei os Tweets da ReTweetspectiva 2011, na categoria Sociedade &#38; Comportamento. Confira hoje os Tweets mais interessantes de 2011 na categoria Mídias Sociais. (Amanhã e depois de amanhã serão postados os Tweets das categorias Mundo Corporativo e Tecnologia &#38; Comunidade Técnica). Transparência em tempos de Mídias Sociais: &#8220;Minha vida é um &#8230;<p class="read-more"> <a class="" href="https://lpalma.com/2012/01/03/retweetspectiva-2011-parte-2/"> <span class="screen-reader-text">ReTweetspectiva 2011 &#8211; Parte 2 (Mídias Sociais)</span> Leia mais &#187;</a></p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>[tweetmeme source=”lucianopalma” only_single=false]<br />
Ontem publiquei os Tweets da <strong>ReTweetspectiva 2011</strong>, na categoria <strong><a title="ReTweetspectiva 2011 - Parte 1" href="https://lpalma.com/2012/01/02/retweetspectiva-2011-parte-1" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Sociedade &amp; Comportamento</a></strong>.<br />
Confira hoje os Tweets mais interessantes de 2011 na categoria <strong>Mídias Sociais</strong>.<br />
(Amanhã e depois de amanhã serão postados os Tweets das categorias <strong>Mundo Corporativo</strong> e <strong>Tecnologia &amp; Comunidade Técnica</strong>).</p>
<blockquote>
<ul>
<li>Transparência em tempos de Mídias Sociais: &#8220;Minha vida é um facebook aberto&#8221; (2/1)</li>
<li>ROI é uma relação matemática, um número. Se você ainda não sabe qual é o retorno desejado, defina isto antes de perguntar sobre esse número. (17/1)</li>
<li>@Jana_Bernardes &#8220;Quem deve assumir as Redes Sociais de uma empresa?&#8221; Se alguém tem q &#8220;assumir&#8221;, é pq a empresa não está em Rede, concorda? (22/1)</li>
<li>Empresa fala: &#8220;Compre!&#8221; &#8211; você dá de ombros. Consumidor fala: &#8220;Não compre!&#8221; &#8211; você corre prá ver. #midias #sociais #socialcast (29/1)</li>
<li>Mídias Sociais dão trabalho porque as mensagens são efêmeras. E às vezes explosivas. (17/2)</li>
<li>Se estas manifestações derrubarem as ditaduras políticas, será que surgirão novas, para derrubar as &#8220;ditaduras econômicas&#8221;? #RedesSociais (19/2)</li>
<li>É normal falarmos muito bem ou muito mal das coisas aqui no Twitter. Não tem muito sentido dizer &#8220;o sabonete que usei hoje é razoável&#8221;, tem? (19/2)</li>
<li>Tiro sai pela culatra, a campanha vira fiasco e zombaria e a desculpa é q &#8220;pelo menos estão falando da marca&#8221;. Poupe-me&#8230; (4/3)</li>
<li>Uma imagem vale por 1000 palavras porque as pessoas associam 1000 palavras que vc escreve à sua imagem no Twitter (10/3)</li>
<li>Os consumidores estão aprendendo a usar mídias sociais muito mais rápido (e melhor) do que as empresas. Vide os casos Brastemp e Renault. (13/3)</li>
<li>Parabéns pelo seu novo emprego!!! Agora vc é socialmedia manager de vc mesmo! #personalbranding (15/3)</li>
<li>Mentalidade d pagar por tweet é totalmente Broadcast. Mídias Sociais são + eficientes pelo engajamento do q pelo Broadcast (31/3)</li>
<li>Comemore a perda de seguidores no Twitter. Isso indica aumento da relevância de sua &#8220;real audiência&#8221;. (7/4)</li>
<li>Para cada campanha &#8220;Siga no Twitter e concorra a&#8230;&#8221; morre um Panda. Se o prêmio for iPad, morrem dois. (18/4)</li>
<li>Qdo 2/3 ds empresas no BR dizem estar presentes nas mídias sociais,pergunto-me o q a maioria entende por &#8220;estar presente nas mídias sociais&#8221; (24/4)</li>
<li>Se escola/professor bloqueiam acesso à Internet na sala é pq não conseguem ser mais interessantes do q a Rede (nem trazer mais valor). (27/4)</li>
<li>Ser popular não significa ser influente. O broadcast te torna popular; o socialcast, influente. (9/5)</li>
<li>O Facebook já proibiu sorteios por &#8220;Like&#8221;. Bem que o Twitter podia proibir &#8220;Dê RT e concorra&#8221; né? Multa dupla se for iPad. (30/5)</li>
<li>Não tuite demais, para não cair no filtro de indiferença. #PKM #saraudeideias (30/5)</li>
<li>Empresas que não acompanharem (mídias sociais) parecerão idosos jogando futebol com adolescentes. (2/6)</li>
<li>Fico um pouco offline, ligo o rádio e o que ouço? Twitter,Orkut, Facebook&#8230; (7/6)</li>
<li>Broadcast é bom pela abrangência. Socialcast é bom pela influência. Rafinha é broadcast, @briansolis é socialcast. (10/6)</li>
<li>Viral? Viral é broadcast disfarçado de socialcast&#8230; (10/6)</li>
<li>Cada vez que alguém sorteia alguma coisa no Twitter morre um Panda. De tédio. (12/6)</li>
<li>Quando vejo pesquisas dizendo que 70% das empresas usam mídias sociais no BR, pergunto-me quem eram os 100%&#8230; #prontofalei (17/6)</li>
<li>Quer ver pararem c/ essa história de calcular ROI de Socialmedia? Peça p/ a empresa mostrar como foi calculado o ROI de qquer outra coisa&#8230; (25/6)</li>
<li>Quem quer se vender como guru em Redes ainda não entendeu as Redes. (28/6)</li>
<li>Campanha online boa é aquela que não precisa de sorteio para atrair. (5/7)</li>
<li>Se mídias sociais são bloqueadas, maus funcionários voltam a enrolar como antes, ou criam novos meios. O pior cego é o que não quer ver&#8230; (5/7)</li>
<li>Quer resultado no online/socialmedia? Peça um planejamento sem sorteio/concurso. Filtra mais do que Melitta &#8211; não, esse tweet ñ foi pago <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/13.0.0/72x72/1f642.png" alt="🙂" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> (7/7)</li>
<li>Siga-nos no Twitter: uma nova maneira de dizer: &#8220;não entendemos nada, mas vamos fingir que está tudo OK&#8221; (11/7)</li>
<li>Curta a nossa fanpage é o novo &#8220;um trocado, por favor?&#8221; (13/7)</li>
<li>Nas mídias sociais, ao abordar assuntos relativos à empresa em que você trabalha, identifique-se como funcionário. É polido e transparente. (25/7)</li>
<li>As empresas precisam entender que responder mensagens no Twitter não é resolver o problema&#8230; (26/7)</li>
<li>Pelo contrário&#8230; mostrar que monitora redes sociais mas não tomar atitudes REAIS, só mostra modismo, descaso e desrespeito pelo consumidor. (26/7)</li>
<li>E esses virais hein? Beneficiam mais as agências que os fazem ou os clientes que pagam a conta? #prapensarE esses virais hein? Beneficiam mais as agências que os fazem ou os clientes que pagam a conta? #prapensar (2/8)</li>
<li>Se você não é social no off, não adianta tentar ser no on &#8211; @glebeduarte (12/8)</li>
<li>Esta é uma mensagem automática. Por favor, não responda. Parece piada, mas isso vem de um canal de &#8220;atendimento&#8221; de 1 empresa grande&#8230; (14/8)</li>
<li>Quando é que as empresas vão deixar de fazer broadcast em canais destinados ao socialcast? (14/8)</li>
<li>Tudo o que é demais incomoda. Personal Branding não é exceção. (20/8)</li>
<li>Não confundir &#8220;engajamento com a campanha&#8221; com &#8220;engajamento com a marca&#8221;. Se não tiver o segundo, não tem ROI. (22/8)</li>
<li>Nota mental: ROI é medido em DINHEIRO que entra no caixa, não em Pageviews, Retweets, Likes, Seguidores, bla, bla, bla&#8230; (22/8)</li>
<li>O Twitter é um Rádio por escrito. (30/8)</li>
<li>Auto-elogio: uma boa forma de perder a relevância. Vale para pessoas e para empresas. (9/9)</li>
<li>Laranja madura na beira da estrada / Tá bichada, Zé, ou tem marimbondo no pé Pense nisso antes d investir em socialmedia (24/9)</li>
<li>O &#8220;engajamento&#8221; por sorteio ou &#8220;concurso cultural&#8221; em mídias sociais acaba no instante em que o prêmio é entregue. (28/9)</li>
<li>Ah, se publicitários vendessem tão bem o produto de seus clientes quanto vendem as suas agências&#8230; (29/9)</li>
<li>E ainda tem empresa grande caindo na do &#8220;vamos soltar um viralzinho&#8221;&#8230; Até quando? (14/10)</li>
<li>Uma nova versão p/ &#8220;me dê um RT que eu te dou um pirulito&#8221; &#8211;&gt; &#8220;bata minha métrica q eu te dou um pirulito&#8221; SM d 3o. mundo (20/10)</li>
<li>Se vc compartilha mais conteúdo do que sua audiência consegue consumir, vc se torna irrelevante. Seja um bom filtro. (30/10)</li>
<li>Qdo a pessoa entra em contato pelo Twitter, não é hora da empresa querer ganhar métrica pedindo para ela seguir. Resolva antes o problema! (2/12)</li>
</ul>
</blockquote>
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		<title>As métricas-chuchu e a proposta de &#034;valor das referências do cliente&#034;</title>
		<link>https://lpalma.com/2011/06/29/metricas-chuchu/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[luciano]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jun 2011 03:47:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[[tweetmeme source=”lucianopalma” only_single=false] Você já deve ter ouvido a expressão &#8220;comer chuchu e arrotar peru&#8220;. Quando o assunto é métrica, essa expressão popular pode ser aplicada em muitas empresas &#8211; e o que não falta no Brasil é gente que fantasia métricas-chuchu como pomposos perus&#8230; Métricas não passam de ferramentas de medição, e como todas &#8230;<p class="read-more"> <a class="" href="https://lpalma.com/2011/06/29/metricas-chuchu/"> <span class="screen-reader-text">As métricas-chuchu e a proposta de &#34;valor das referências do cliente&#34;</span> Leia mais &#187;</a></p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>[tweetmeme source=”lucianopalma” only_single=false]<br />
Você já deve ter ouvido a expressão &#8220;<em>comer chuchu e arrotar peru</em>&#8220;.<br />
Quando o assunto é métrica, essa expressão popular pode ser aplicada em muitas empresas &#8211; e o que não falta no Brasil é gente que fantasia métricas-chuchu como pomposos perus&#8230;<br />
<a href="http://lucianopalma.files.wordpress.com/2011/06/communitymetrics.png"><img loading="lazy" class="size-medium wp-image-690 alignleft" style="margin-bottom:10px;margin-right:10px;" title="CommunityMetrics" src="http://lucianopalma.files.wordpress.com/2011/06/communitymetrics.png?w=214" alt="" width="214" height="300" /></a>Métricas não passam de ferramentas de medição, e como todas as ferramentas, podem ser bem ou mal utilizadas. E podem fazer muito bem&#8230; ou muito mal para a empresa.<br />
Utilizar métricas na definição dos processos e monitorá-las de forma profissional é uma ótima forma de buscar o sucesso de um projeto, realizando eventuais ajustes durante o percurso.<br />
Este é o bom uso das métricas. Mas e aquelas pessoas menos comprometidas; mais interessadas em benefícios próprios do que no bem da empresa? Elas também podem usar as métricas a seu favor. Com amostragens controladas, métricas podem ser manipuladas. Em casos mais extremos, métricas são maquiadas contando que não haverá uma auditoria em como foram &#8220;atingidas&#8221;.<br />
Esta última técnica, apesar de deplorável, infelizmente é bastante utilizada quando mais de um nível da hierarquia está envolvido: o &#8220;líder&#8221; e o &#8220;liderado&#8221; acordam as métricas e benefícios, e o &#8220;líder&#8221; endossa o número pré-fabricado, contando que ninguém num nível superior a ele irá descer até o nível do liderado para descobrir que aqueles números não existem.<br />
Desta forma, ferramentas interessantes como o <em><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Net_Promoter" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Net Promoter Score</a></em> (<strong>NPS</strong>) &#8211; que indica a propensão dos clientes a recomendar seu produto/serviço/empresa &#8211; podem ser manipuladas simplesmente pela forma de fazer a pergunta ao pesquisado.<br />
Quando o objetivo é obter um bom resultado para garantir uma promoção (ao invés de pesquisar a real situação do mercado), a metodologia vai por água abaixo.<br />
O brilhante <a href="http://twitter.com/briansolis" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Brian Solis</a> cita em seu livro &#8220;<em><strong><a href="http://www.amazon.com/Engage-Revised-Updated-Businesses-Cultivate/dp/1118003764/ref=sr_1_1?ie=UTF8&amp;qid=1309318627&amp;sr=8-1" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Engage</a></strong></em>&#8221; métricas mais palpáveis, propostas por Dr. Kumar sob o acrônimo <strong>CRV</strong> &#8211; <em>Customer Referral Value</em>, ou &#8220;valor das referências do cliente&#8221;.<br />
Novas métricas tornam-se necessárias porque o NPS é uma forma relativamente subjetiva de medir resultados, pois pergunta: &#8220;<em>Você proporia esta solução a outras pessoas?</em>&#8220;. O pesquisado pode responder afirmativamente (ainda mais se a pergunta for direcionada ou estimulada) e não recomendar, efetivamente o produto/serviço/empresa.<br />
Dr. Kumar sugere que a métrica esteja associada a ações reais e palpáveis; coisas que efetivamente aconteceram, e portanto altera a pergunta para <em>&#8220;Você de fato recomendou o produto/serviço/empresa?</em>&#8220;. E vai além: &#8220;<em>Essa pessoa [que recebeu a recomendação] tornou-se um cliente?</em>&#8220;.<br />
Claro que sem comprometimento (e sem auditoria), este processo também pode ser fraudado. Porém é uma forma de chegar mais perto do conceito de CRV, gerenciando cada cliente com base na sua capacidade de gerar lucro indireto para a empresa.</p>
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		<title>O segundo pilar: Comunidades</title>
		<link>https://lpalma.com/2010/08/16/o-segundo-pilar-comunidades/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[luciano]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Aug 2010 20:58:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos e Palestras]]></category>
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					<description><![CDATA[[tweetmeme source=”lucianopalma” only_single=false] Ultimamente tenho dito que o uso de Mídias Sociais em empresas deve se basear em 3 pilares: Comunicação Social Externa, Comunidades e Redes Sociais Internas. Neste final de semana aconteceu um evento que foi completamente baseado no segundo pilar (Comunidades):  o Prudente Tech Day 2010, realizado na Faculdade de Informática da UNOESTE. &#8230;<p class="read-more"> <a class="" href="https://lpalma.com/2010/08/16/o-segundo-pilar-comunidades/"> <span class="screen-reader-text">O segundo pilar: Comunidades</span> Leia mais &#187;</a></p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>[tweetmeme source=”lucianopalma” only_single=false]<br />
Ultimamente tenho dito que o uso de Mídias Sociais em empresas deve se basear em 3 pilares: <strong>Comunicação Social Externa</strong>,<strong> Comunidades </strong>e<strong> Redes Sociais Internas</strong>.<br />
<a href="http://lucianopalma.files.wordpress.com/2010/08/smbr3pilares.jpg"><img loading="lazy" style="display:inline;border-width:0;" title="3 pilares das mídias sociais" src="http://lucianopalma.files.wordpress.com/2010/08/smbr3pilares_thumb.jpg" border="0" alt="3 pilares das mídias sociais" width="320" height="225" /></a><br />
Neste final de semana aconteceu um evento que foi completamente baseado no segundo pilar (Comunidades):  o<strong> </strong><a title="Prudente Tech Day 2010" href="http://prudente.techday.net.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Prudente Tech Day 2010</strong></a>, realizado na Faculdade de Informática da <a title="Faculdade de Informática de Presidente Prudente" href="http://www.unoeste.br/fipp/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">UNOESTE</a>.<br />
Apresentei um <a title="Zen Talk sobre Redes Sociais" href="http://prezi.com/ubd6rb2uik9z/zen-talk-redes-sociais/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">“Zen Talk” sobre Redes Sociais</a><strong> </strong>com um enfoque um pouco mais “teórico”, tentando mostrar como usufruir dos benefícios das Redes &#8211; seja em seu favor (pessoal) ou em favor de sua empresa. Este post, porém, não é sobre este tema, mas sim sobre a mágica que acontece quando uma Comunidade se mobiliza.<br />
Os números do <strong>Prudente Tech Day 2010</strong> (a.k.a. <a title="Prudente Tech Day 2010 no Twitter" href="http://search.twitter.com/search?q=%23PTD2010+" target="_blank" rel="noopener noreferrer">#PTD2010</a> no Twitter) impressionam:</p>
<ul>
<li><strong>843</strong> participantes</li>
<li><strong>650 Kg</strong> de alimentos arrecadados*</li>
<li><strong>16</strong> palestras em <strong>3</strong> auditórios simultâneos, totalizando <strong>20</strong> horas de palestras em 1 dia</li>
<li>Cobertura dos <strong>2</strong> jornais locais: <em><a title="Prudente Tech Day 2010 na mídia" href="http://oimparcial.uol.com.br/site/conteudo-ver.php?categoria=23&amp;codigo=27879" target="_blank" rel="noopener noreferrer">O Imparcial</a></em> e <em><a title="Prudente Tech Day 2010 na mídia" href="http://www.oestenoticias.com.br/1caderno.php?data_capa=2010-08-15&amp;id=103416" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Oeste Notícias</a></em></li>
</ul>
<p>O evento foi transmitido <strong>ao vivo</strong> pela Internet através do <a title="Transmissão ao vivo do Prudente Tech Day 2010" href="http://twitcam.livestream.com/1nham" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Twitcam</a>.<br />
Tudo isso realizado por integrantes da <strong>Comunidade Técnica</strong>, ou seja, profissionais apaixonados por tecnologia e pelo que fazem, que querem compartilhar seu conhecimento e ainda contribuir para a comunidade local (sugerindo aos participantes a doação de 1 Kg de alimento).<br />
Toda esta paixão e capacidade podem ser canalizadas por empresas inteligentes, como foi o caso da <a title="SolidQ Mentors" href="http://www.solidq.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong><em>SolidQ</em></strong></a>, que além de patrocinar os custos de transporte e acomodação de 15 palestrantes, esteve presente através de seu CEO Global, <em>Fernando Guerrero</em>, e seu CEO para América Latina, <em>Eládio Rincón</em>.<br />
Tive o prazer de conversar bastante com os dois, que mostraram que a <strong><em>SolidQ</em></strong> é definitivamente uma empresa em Rede e com uma filosofia moderna, ao contrário do tradicional modelo hierárquico de poder e controle.<br />
O retorno em termos de imagem é incomparavelmente maior do que o investimento realizado. A conexão estabelecida entre a <strong><em>SolidQ</em></strong> e a comunidade é definitivamente algo genuíno e duradouro.<br />
Parabéns à <strong><em>SolidQ</em></strong> por proporcionar, mais do que simplesmente o evento e a doação de alimentos, o exemplo de como uma organização antenada pode utilizar as <strong>Redes Sociais</strong>, as <strong>Mídias Sociais</strong> e a <strong>Comunidade</strong> para trazer benefícios a todos.<br />
<span style="font-size:xx-small;">* O valor divulgado no </span><a title="Prudente Tech Day na mídia" href="http://www.oestenoticias.com.br/1caderno.php?data_capa=2010-08-15&amp;id=103416" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="font-size:xx-small;">jornal</span></a><span style="font-size:xx-small;"> era parcial e não contabilizou as últimas contribuições, que incluíram doações pessoais do CEO Global  e CEO para América Latina da empresa <strong><em><a title="SolidQ Mentors" href="http://www.solidq.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer">SolidQ</a></em></strong>.</span></p>
<div id="scid:0767317B-992E-4b12-91E0-4F059A8CECA8:b72b1415-d658-4f0d-a270-d1913cfe3252" class="wlWriterEditableSmartContent" style="display:inline;float:none;margin:0;padding:0;">Technorati Marcas: <a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/Redes+Sociais">Redes Sociais</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/M%c3%addias+Sociais">Mídias Sociais</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/Comunidade">Comunidade</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/SolidQ">SolidQ</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/Empresas">Empresas</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/Administra%c3%a7%c3%a3o">Administração</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/Marketing">Marketing</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/Eventos">Eventos</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/Palestras">Palestras</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/Prudente">Prudente</a></div>
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		<title>O Brasil vai pular a onda das M&#237;dias Sociais?</title>
		<link>https://lpalma.com/2010/07/23/brasil-vai-pular-a-onda-das-midias-sociais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[luciano]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Jul 2010 23:36:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[[tweetmeme source=”lucianopalma” only_single=false] Falar sobre Midias Sociais é cool. Mesmo quem não está muito por dentro faz uma tremenda cara de conteúdo quando o assunto vem à tona. Pergunte a qualquer gerente de marketing se ele já incluiu Mídias Sociais em sua estratégia e você receberá um retumbante “SIM!”. Mas será que a realidade é &#8230;<p class="read-more"> <a class="" href="https://lpalma.com/2010/07/23/brasil-vai-pular-a-onda-das-midias-sociais/"> <span class="screen-reader-text">O Brasil vai pular a onda das M&#237;dias Sociais?</span> Leia mais &#187;</a></p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>[tweetmeme source=”lucianopalma” only_single=false]</p>
<p>Falar sobre Midias Sociais é <em>cool</em>.    <br />Mesmo quem não está muito por dentro faz uma tremenda cara de conteúdo quando o assunto vem à tona.    <br />Pergunte a qualquer gerente de marketing se ele já incluiu Mídias Sociais em sua estratégia e você receberá um retumbante “SIM!”.</p>
<p>Mas será que a realidade é mesmo essa?</p>
<p>Recentemente recebi uma pergunta via Twitter: “<em>Quais empresas brasileiras utilizam bem as mídias sociais?</em>”    <br />Alguns casos me vieram à mente… mas infelizmente não eram empresas brasileiras!    <br />Procurei uma resposta; eu realmente queria um bom exemplo nacional.    <br /><em>Tecnisa</em>? <em>Fiat Mio</em>? Não eram exatamente o que buscava. <em>Twix</em>? Ups, pula, pula… outra… <em>Dell</em>? Não, não; na minha opinião aquilo é <em>Social Spam</em>…</p>
<p>Não consegui achar exemplos de empresas que estejam REALMENTE se conectando a seus clientes através de Mídias Sociais no Brasil. “Conectar”, no caso, não é simplesmente USAR mídias sociais no antigo esquema <em>broadcast</em> – a empresa falando e o consumidor ouvindo, passivamente.    <br />Conectar é <span style="text-decoration:underline;">ouvir de verdade</span> (e não dizer isso da boca prá fora e provar com relatórios que só convencem o próprio departamento de marketing).    <br />Conectar é <span style="text-decoration:underline;">responder</span> quando solicitado, é disponibilizar a informação desejada, é entender o que o cliente quer e oferecer exatamente aquilo.    <br /><strong>Conectar é tratar o consumidor com o respeito que ele merece</strong>.</p>
<p>Mídias Sociais só fazem sentido quando o ponto de partida é esse: <strong>respeito pelo consumidor</strong>.</p>
<h4>E o consumidor brasileiro merece respeito?</h4>
<p>Esse é um assunto polêmico. Talvez algumas pessoas mais ufanistas se incomodem com a análise que farei, mas alguém tem que se arriscar! Então aí vou eu…</p>
<p>A falta de respeito pelo consumidor que reina no Brasil não é <strong><span style="text-decoration:underline;">só</span></strong> culpa das empresas. O consumidor brasileiro, por si só, respeita-se pouco. Não é exigente. Não briga por seus direitos. Deixa passar.</p>
<p>Você conhece alguém que devolve produtos com defeito? Que reclama de prazos não atendidos? Que abre reclamações na Anatel e na Aneel? Talvez sim. Sabe como ele é conhecido? “<strong>O chato</strong>”!</p>
<p>Pois é! O cara que cobra seus direitos, no Brasil, é chato! É bem mais razoável aquele que <em>deixa prá lá</em>.    <br />Esquentar prá que? “<em>É só um defeitinho</em>”,&#160; “<em>Reclamar não adianta</em>”, “<em>Não vale o stress</em>”, “<em>Aqui é assim mesmo</em>”.    <br />São expressões comuns de desencorajamento, que colocam o conformismo (e o comodismo) acima do respeito próprio.</p>
<p>Percebi isso numa situação real: a compra de um carro. Com defeito. Simplesmente <em>TODAS</em> as pessoas com quem comentei o fato aconselharam a <em>deixar prá lá</em>.    <br />“<em>No Brasil, não se troca carro</em>”, ouvi de muitos. De fato, a montadora (<em>Ford</em>) afirmou a mesma coisa.</p>
<p>Pois então eu sou Chato. E fui atrás dos meus direitos. Consegui trocar o carro por outro novo.   <br />E o outro também veio com defeito. “<em>Desencana, você não vai conseguir nada</em>”, eu continuava ouvindo.    <br />Continuei sendo Chato! E consegui ter meu dinheiro de volta!</p>
<p>Sim &#8211; no Brasil -&#160; eu consegui trocar um carro zero com defeito por outro, e consegui devolver o segundo carro e ter meu dinheiro de volta!   <br />Neste país, as leis existem e funcionam. O que parece não funcionar é o consumidor!</p>
<h4>O que isso tem a ver com Mídias Sociais?</h4>
<p>Tudo!</p>
<p>Se “<em>Mídias Sociais só fazem sentido quando o ponto de partida o respeito pelo consumidor</em>”, o uso REAL de Mídias Sociais pode vir a ser desconsiderado por empresas que não tenham este respeito.</p>
<p>Empresas pensam em números. E muitas, infelizmente, seguem a linha: “<em>Se só tem um chato que exige a troca de um carro com defeito, prá que se preocupar com ele? Ele é só um. Enquanto ele reclama, tem outros milhares comprando e não ligando pro defeito. Corrigir prá que? Atender esse chato prá que? Deixa ele reclamar sozinho!</em>”.</p>
<p>Você acha que estou exagerando? Então procure exigir seus direitos e veja a canseira que as empresas brasileiras lhe darão. Normalmente, elas procuram vencer pelo cansaço, medo ou desinformação. Tem que ser um chato muito persistente para ser respeitado.</p>
<p>Num ambiente onde se pensa assim, é muito mais fácil alguém na empresa criar uma <em>iniciativa de Redes Sociais</em> só para <em>sair bem na foto</em> e convencer os dirigentes que a empresa já está <em>na crista da onda</em>. Claro que esta iniciativa será uma casquinha de maquiagem – uma conta no Twitter, uma Página de Fãs no Facebook, ou o infame <em>viralzinho</em> – que só tem efeito de vírus no bolso da empresa.</p>
<p>Uns fingem que fazem, outros fingem que acreditam, e assim o hype das “Mídias Sociais” vai sendo desfrutado pelos espertinhos de plantão…</p>
<h4>E você? Acredita?</h4>
<p>Talvez você não ache que a oportunidade esteja perdida e ainda acredite muito na idéia das Mídias Sociais.   <br /><strong>Eu também!</strong></p>
<p>Acredito que há muito espaço para atuar neste setor com satisfação e orgulho. Acredito nas Mídias Sociais não somente pelas suas características, mas como meio para que empresas que realmente respeitam o consumidor se destaquem no mercado e obtenham o merecido sucesso.   <br />Declarei isso recentemente como <a title="Declaração de Missão de Luciano Palma" href="https://lpalma.com/2010/07/16/voc-sabe-qual-a-sua-misso/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">minha missão</a>.</p>
<p>Se você também acredita, temos um grande desafio pela frente: servir de exemplo para que cada vez mais pessoas que ficam na dúvida entre o conformismo e o respeito por si próprios, tendam para o lado do respeito.</p>
<p>Fazendo isso, conseguiremos demonstrar o verdadeiro valor (e poder) das Mídias Sociais, inserindo o Brasil no contexto de países que de fato aprenderam a usufruir as Redes Sociais, ao invés de desperdiçar esta oportunidade e <em>deixar a onda passar</em> (favorecendo somente o pessoal “<em>da maquiagem e da máscara</em>”).    <br />A oportunidade para gerar muitos exemplos para responder à pergunta do Twitter está ao nosso alcance.</p>
<p>Topa?</p>
<div style="display:inline;float:none;margin:0;padding:0;" id="scid:0767317B-992E-4b12-91E0-4F059A8CECA8:c74f70ca-d8d8-4287-8df0-ac8a59ca9661" class="wlWriterEditableSmartContent">Technorati Marcas: <a href="http://technorati.com/tags/Redes+Sociais" rel="tag">Redes Sociais</a>,<a href="http://technorati.com/tags/M%c3%addias+Sociais" rel="tag">M&#237;dias Sociais</a>,<a href="http://technorati.com/tags/Socialmedia" rel="tag">Socialmedia</a>,<a href="http://technorati.com/tags/Miss%c3%a3o" rel="tag">Miss&#227;o</a>,<a href="http://technorati.com/tags/Marketing" rel="tag">Marketing</a>,<a href="http://technorati.com/tags/Marketing+Digital" rel="tag">Marketing Digital</a>,<a href="http://technorati.com/tags/Redes" rel="tag">Redes</a>,<a href="http://technorati.com/tags/Empresas" rel="tag">Empresas</a>,<a href="http://technorati.com/tags/Sucesso" rel="tag">Sucesso</a>,<a href="http://technorati.com/tags/Consultoria" rel="tag">Consultoria</a>,<a href="http://technorati.com/tags/Estrategia" rel="tag">Estrategia</a></div>
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		<title>Interrup&#231;&#227;o ou Significado? Alguma d&#250;vida sobre o lado a escolher?</title>
		<link>https://lpalma.com/2010/07/02/interrupo-ou-significado-alguma-dvida-sobre-o-lado-a-escolher/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[luciano]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Jul 2010 03:48:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[[tweetmeme source=”lucianopalma” only_single=false] A maior parte dos livros sobre Mídias Sociais aborda a questão da “inversão do vetor do Marketing”, ou a mudança do Broadcast para o Socialcast. De fato, hoje o valor das recomendações é mais forte do que nunca, e a comunicação “horizontal” (entre pessoas comuns) é tão relevante quanto a comunicação “vertical” &#8230;<p class="read-more"> <a class="" href="https://lpalma.com/2010/07/02/interrupo-ou-significado-alguma-dvida-sobre-o-lado-a-escolher/"> <span class="screen-reader-text">Interrup&#231;&#227;o ou Significado? Alguma d&#250;vida sobre o lado a escolher?</span> Leia mais &#187;</a></p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>[tweetmeme source=”lucianopalma” only_single=false]<br />
A maior parte dos livros sobre Mídias Sociais aborda a questão da “inversão do vetor do Marketing”, ou a mudança do <a title="Do Broadcast para o Socialcast" href="https://lpalma.com/2010/03/29/palestra-o-que-socialcast-no-web-expo-frum/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Broadcast para o Socialcast</a>.<br />
De fato, hoje o valor das recomendações é mais forte do que nunca, e a comunicação “horizontal” (entre pessoas comuns) é tão relevante quanto a comunicação “vertical” (empresa-consumidor). Ou até mais!<br />
Há, porém, outra mudança em andamento na forma de comunicação entre empresas e consumidores.<br />
A transição que está acontecendo em paralelo é a adoção de mensagens com <strong>significado</strong> ao invés de mensagens de <strong>interrupção</strong>.</p>
<h4>Mensagens de Interrupção</h4>
<p>São as mensagens que estamos acostumados a receber, normalmente através do principal meio de comunicação de massa (broadcast) – a televisão. Os comerciais de TV são tão interruptivos que sua veiculação ocorre no “<strong>intervalo</strong>” da programação. O filme é dolorosamente esfaqueado, normalmente nos momentos de maior suspense, para que o espectador seja <strong><span style="text-decoration:underline;">obrigado</span></strong> a assistir os comerciais.<br />
Essa propaganda “goela abaixo”, tão utilizada durante tanto tempo, pode ter efeitos até mesmo contrários aos planejados.<br />
Traduzi livremente um trecho do livro “The next evolution of Marketing”, de <em>Bob Gilbreath</em>, que ilustra isso:</p>
<blockquote><p>“A interrupção, por si só, é irrelevante.<br />
Quando há uma interrupção abruta de uma dada atividade, nós estamos treinados a olhar através da interrupção e continuar aquilo que estávamos fazendo, pensando ou assistindo antes. Um estudo realizado por Moshe Bar, diretor do Laboratório de Neurocognição Visual da Escola de Medicina de Harvard, mostra que quando forçamos espectadores a assistir anúncios, na realidade estamos comprometendo nossas vendas. De acordo com Bar:<br />
‘<em>Experimentos em psicologia cognitiva demonstraram que quando as pessoas precisam ignorar um estímulo de forma a atingir outro objetivo, além de ficarem incomodadas, elas acabam realmente detestando a distração. E este aborrecimento é muito específico ao estímulo. Portanto, se estou interessado no placar de um jogo, mas sou forçado a assistir um comercial de um novo vinho merlot antes, é provável que criarei uma aversão àquela marca de merlot, o que proporcionará ao anunciante um efeito oposto ao pretendido</em>.’”<br />
<em>Bob Gilbreath</em>, em “The next evolution of Marketing”, com citação de <em>Moshe Bar</em>.</p></blockquote>
<p>Isso ficou muito evidente no domingo passado, quando a Rede Globo interrompeu a transmissão do GP da Europa de Fórmula 1 e deixou de transmitir as imagens do pódio – diga-se de passagem, imagens das quais a Globo detém a exclusividade – para veicular comerciais dos patrocinadores da Copa do Mundo.<br />
As pesquisas de Bar (confira <a title="Moshe Bar, Marketing, Neurociencia" href="http://adage.com/cmostrategy/article?article_id=122148" target="_blank" rel="noopener noreferrer">este artigo</a>) dizem que aqueles anunciantes estão criando uma imagem <strong>negativa</strong> na mente dos consumidores. De fato, o que você pensa na hora é: “Eu queria estar vendo a ‘festa do champagne’ ao invés dos comerciais da Coca-cola, Itaú, Brahma, Oi, Fiat e Olimpikus”.<br />
Possivelmente, estas marcas estão gravadas na mente dos fãs da F1 como “aquelas que interromperam o evento que eu queria ver”. Nada bom…</p>
<h4>Mensagens de Significado</h4>
<p>Se interromper é inadequado, como uma empresa pode prender a tão disputada atenção do consumidor?<br />
Simples: elabore uma mensagem que tenha algum <strong>significado</strong> para seu receptor. Seu cliente não quer saber de você. Ele quer saber DELE. Ele não compra de você para lhe ajudar. Ele compra porque ele quer satisfazer A SI PRÓPRIO. Ele não vai (e nem deve) trocar o dinheiro dele por algo que é bom para você, mas por algo no qual ELE vê valor.<br />
Acho que isso deixa bem claro que para convencer um consumidor a escolher seu produto, você não deve falar do SEU ponto de vista, ou seja, enobrecendo O SEU produto, mas sim do ponto de vista DELE, das necessidades que ELE tem, dos desejos que ELE tem, das expectativas que ELE tem.<br />
O segredo é falar COM seu cliente, SOBRE seu cliente. Uma mensagem com a qual ELE se identifique. Uma mensagem que ELE peça para continuar. Desperte nele a sensação de ter sido entendido e amparado para suprir suas necessidades. Uma conversa com SIGNIFICADO para ELE.<br />
E adivinhe! Ao final desta conversa, seu cliente vai perceber que ele poderá alcançar algo significativo ATRAVÉS dos seus produtos ou serviços. Ele não comprará SEU produto, mas satisfará uma necessidade DELE <strong><span style="text-decoration:underline;">através</span></strong> do seu produto.<br />
Imagine como a “programação” que você fará na mente deste consumidor será diferente daquela das empesas que – DAMN IT!!! – me impediram de ver o pódio da F1!</p>
<div id="scid:0767317B-992E-4b12-91E0-4F059A8CECA8:5ddb94aa-ab6e-430b-a902-96b483fbd889" class="wlWriterEditableSmartContent" style="display:inline;float:none;margin:0;padding:0;">Technorati Tags: <a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/Marketing">Marketing</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/Redes+Sociais">Redes Sociais</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/M%c3%addias+Sociais">Mídias Sociais</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/socialmedia">socialmedia</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/Empresas">Empresas</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/Comunica%c3%a7%c3%a3o">Comunicação</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/Propaganda">Propaganda</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/Publicidade">Publicidade</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/Comercial">Comercial</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/Socialcast">Socialcast</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/Broadcast">Broadcast</a></div>
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		<title>Resultados da &#8220;Pesquisa&#8221; sobre o impacto das Redes Sociais</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 16:43:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Readme.1st: “Pesquisa” está entre aspas porque tenho consciência que para divulgar uma Pesquisa sobre o tema seria necessário um estudo bem mais aprofundado, com uma metodologia mais formal e uma análise estatística mais rigorosa. O que apresento aqui são os resultados de uma Pesquisa informal. Histórico Recentemente, tive que elaborar um questionário para uma pesquisa &#8230;<p class="read-more"> <a class="" href="https://lpalma.com/2010/03/12/resultados-da-pesquisa-sobre-o-impacto-das-redes-sociais/"> <span class="screen-reader-text">Resultados da &#8220;Pesquisa&#8221; sobre o impacto das Redes Sociais</span> Leia mais &#187;</a></p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Readme.1st:</strong> “<em>Pesquisa</em>” está entre aspas porque tenho consciência que para divulgar uma Pesquisa sobre o tema seria necessário um estudo bem mais aprofundado, com uma metodologia mais formal e uma análise estatística mais rigorosa. O que apresento aqui são os resultados de uma <em>Pesquisa informal</em>.</p>
<h4>Histórico</h4>
<p>Recentemente, tive que elaborar um questionário para uma pesquisa de mercado. Foi o trabalho final de um dos módulos do MBA que estou cursando. Como o nome já diz, trabalho é coisa chata de fazer, então procurei unir o útil ao agradável: aproveitei para experimentar o <a title="Polldaddy" href="http://polldaddy.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Polldaddy</a>, um site que permite que você crie e realize pesquisas de forma rápida e simples, e que se mostrou também muito eficiente!</p>
<h4>Objetivo</h4>
<p>O tema “<strong>Redes Sociais</strong>” está em grande evidência, o que faz com que Pesquisas sobre o assunto sejam frequentes. Só que muitas delas têm sua origem nos EUA (aliás, como a maioria das pesquisas). Acredito que o padrão de <em>consumo</em> de Redes Sociais no Brasil e nos EUA seja MUITO diferente, então porque não soltar um “balão de ensaio” e analisar como algumas pessoas no Brasil estão usando as Redes Sociais?</p>
<h4>Universo da Pesquisa</h4>
<p>Este é o ponto mais questionável da pesquisa &#8211; <strong>75 pessoas</strong> completaram o questionário.     <br />O número é baixo, pois ele representa as pessoas que consegui abranger com alguns anúncios no <strong>Twitter</strong> e no <strong>Facebook</strong>. O lado interessante é que estes foram os <u>únicos mecanismos de divulgação</u>, portanto os resultados possivelmente representam um grupo com um certo perfil: usuários ativos de Internet, interessados em Redes Sociais (senão não responderiam a pesquisa) e provavelmente ligados ao mundo da Tecnologia (setor aonde tenho mais contatos).</p>
<p>Aliás, aproveito a oportunidade para agradecer a <strong>você</strong> que participou da pesquisa! <strong>OBRIGADO</strong>! <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/13.0.0/72x72/1f609.png" alt="😉" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>
<h4>Resultados</h4>
<p>Vamos ao que interessa! Confira os números da pesquisa:</p>
<h4><em><font color="#c44040">PERGUNTA: Quais ferramentas você já utiliza?</font></em></h4>
<p><a href="http://lucianopalma.files.wordpress.com/2010/03/image.png"><img loading="lazy" style="border-bottom:0;border-left:0;display:inline;border-top:0;border-right:0;margin:0 20px 0 0;" title="Uso de Ferramentas de Redes Sociais" border="0" alt="Uso de Ferramentas de Redes Sociais" align="left" src="http://lucianopalma.files.wordpress.com/2010/03/image_thumb.png" width="502" height="310" /></a>Aqui vale uma observação: a pesquisa foi divulgada via <strong>Twitter</strong> e <strong>Facebook</strong>, o que provavelmente introduz um vício na amostra.</p>
<p>Nota-se a enorme penetração do <strong>Messenger</strong> e uma presença não tão massiva do <strong>Orkut</strong> (apesar de significativa).</p>
<p>O alto índice do <strong>Linkedin</strong> me impressionou. Parece que o grupo está mesmo “antenado” em relação à carreira <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/13.0.0/72x72/1f609.png" alt="😉" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>
<p>O <strong>Google Buzz</strong> aparece tímido, mas pela sua “idade”, vale a pena ficar de olho nessa ferramenta que muita gente ainda não absorveu completamente.</p>
<p>Parece que o <strong>Myspace</strong> não vingou no Brasil (apesar de sermos um país musical), e o <strong>Hi5</strong>, que fala mais espanhol, não teve grande adoção.</p>
<p>As ferramentas mencionadas como “Outras” foram: <strong>Ning</strong> (2), <strong>Youtube</strong> (1), <strong>GTalk</strong> (1), <strong>Formspring.me</strong> (1), <strong>Last.FM</strong> (1), <strong>Spaces</strong> (1), <strong>MeAdiciona</strong> (1) e <strong>GoodReads</strong> (1).</p>
<p>&#160;</p>
<h4><em><font color="#c44040">PERGUNTA: Quanto tempo você dedica a Redes Sociais? (POR DIA)</font></em></h4>
<h5><a href="http://lucianopalma.files.wordpress.com/2010/03/image1.png"><img loading="lazy" style="border-bottom:0;border-left:0;display:inline;border-top:0;border-right:0;margin:0 20px 0 0;" title="Tempo em Redes Sociais" border="0" alt="Tempo em Redes Sociais" align="left" src="http://lucianopalma.files.wordpress.com/2010/03/image_thumb1.png" width="502" height="310" /></a> </h5>
</p>
</p>
<p>Estes números mostram que as pessoas estão de fato utilizando Redes Sociais. Será que é só moda? Eu acho que não! (Já abordei essa questão <a title="Redes Sociais: Só moda? Só Onda?" href="https://lpalma.com/2009/12/20/redes-sociais-s-moda-s-onda/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">aqui</a>). </p>
<p>Num cálculo aproximado, o tempo médio que o grupo passa em ferramentas de Redes Sociais é de <strong>164 minutos por dia!</strong> </p>
<p>O que pode estar levando as pessoas a dedicarem <strong>2 horas e meia por dia</strong> a Redes Sociais?    <br />Eu acredito num movimento de conexão entre as pessoas, de humanização dos relacionamentos, inclusive os profissionais.     <br />Mas isso é assunto para o livro que escreverei com o <a title="Twitter do Celso Pagotti" href="http://twitter.com/celsopagotti" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Celso Pagotti</strong></a>…</p>
<p>E não duvido nada que a última barra (“mais de 3 h”) pode ter sido influenciada pelo pessoal do <a title="MVP&#39;s não dormem..." href="http://search.twitter.com/search?q=mvpsnaodormem" target="_blank" rel="noopener noreferrer">#MVPSNãoDormem</a>… Rs rs rs…</p>
<h4><em><font color="#c44040"></font></em></h4>
<p>&#160;</p>
<h4><em><font color="#c44040">PERGUNTA: Quantos contatos você tem em cada Rede?</font></em></h4>
<h5><a href="http://lucianopalma.files.wordpress.com/2010/03/image2.png"><img loading="lazy" style="border-bottom:0;border-left:0;display:inline;border-top:0;border-right:0;margin:0 20px 0 0;" title="Média de Contatos em Redes Sociais" border="0" alt="Média de Contatos em Redes Sociais" align="left" src="http://lucianopalma.files.wordpress.com/2010/03/image_thumb2.png" width="502" height="310" /></a> </h5>
</p>
</p>
<p>Compilando os valores médios, o fato curioso neste item refere-se ao <strong>Facebook</strong>. Enquanto <strong>Twitter</strong> (187), <strong>Orkut</strong> (168) e <strong>Messenger</strong> (214) apresentam médias um pouco superiores ao <a title="Matéria sobre o número de Dunbar na Veja" href="http://veja.abril.com.br/blog/vida-em-rede/tag/numero-de-dunbar/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">número de Dunbar</a> (150), o <strong>Facebook</strong>, uma das redes com maior potencial, apresenta uma média de “somente” 80 contatos.</p>
<p>Até o <strong>Linkedin</strong> apresentou uma média superior (87), mesmo sendo uma rede normalmente utilizada para fins mais específicos (e profissionais).</p>
<p><strong>Google Buzz</strong>, <strong>Myspace</strong> e <strong>Hi5</strong> ainda não se estabeleceram.</p>
</p>
<p>É bem verdade que o mecanismo para seguir alguém no <strong>Twitter</strong> é unidirecional (portanto mais simples), e que <strong>Messenger</strong> e <strong>Orkut</strong> vêm sendo utilizados há mais tempo no Brasil… mas como será que estes números vão evoluir em um ou dois anos?</p>
<p>&#160;</p>
<p><em><font color="#c44040"></font></em></p>
<p><em><font color="#c44040"></font></em></p>
<p><em><font color="#c44040"><a href="http://lucianopalma.files.wordpress.com/2010/03/image10.png"><img loading="lazy" style="border-bottom:0;border-left:0;display:inline;border-top:0;border-right:0;margin:0 0 10px;" title="Contatos em Redes Sociais" border="0" alt="Contatos em Redes Sociais" src="http://lucianopalma.files.wordpress.com/2010/03/image_thumb10.png" width="660" height="292" /></a></font></em></p>
<h4><em><font color="#c44040">PERGUNTA: O que você busca nas Redes Sociais?</font></em></h4>
<p>O maior interesse nas Redes Sociais foi fazer <strong>Contatos para evolução na carreira</strong>, mostrando mais uma vez que elas não estão aí para brincadeira!</p>
<p>Em seguida, apareceram (nesta ordem): <strong>Reunir pessoas com interesse comum</strong>, <strong>Contatos com amigos (já existentes)</strong>, <strong>Contato com Clientes</
strong>, <strong>Divulgação Pessoal</strong> e <strong>Fazer novos amigos</strong>. </p>
<p><strong>Re-encontrar antigos amigos</strong> despertou “médio interesse”.</p>
<p>O que me surpreendeu foi <strong>Divulgação da Marca (Comercial)</strong> não ter sido considerado foco, além de <strong>Relacionamentos amorosos</strong> terem ficado em último lugar, com 72% afirmando taxativamente que não estão nas Redes para isso. (Será que o pessoal está sendo tímido?) <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/13.0.0/72x72/1f642.png" alt="🙂" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>
<h5><a href="http://lucianopalma.files.wordpress.com/2010/03/image4.png"><img loading="lazy" style="border-bottom:0;border-left:0;display:inline;border-top:0;border-right:0;margin:0 0 10px;" title="Interesses nas Redes Sociais" border="0" alt="Interesses nas Redes Sociais" src="http://lucianopalma.files.wordpress.com/2010/03/image_thumb4.png" width="660" height="321" /></a>&#160;</h5>
</p>
</p>
<h4><em><font color="#c44040">PERGUNTA: Em que área você acredita que as Redes Sociais terão maior impacto?</font></em></h4>
<p>Os <strong>relacionamentos pessoas</strong> foram indicados como área de maior impacto, seguidos pelo <strong>comportamento do consumidor</strong> e pelas <strong>Empresas</strong>.</p>
<p>Esta sequência faz sentido para mim, e reforça o que o <a title="Twitter do Celso Pagotti" href="http://twitter.com/celsopagotti" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Celso Pagotti</strong></a> vai expor no <a title="Web Expo Fórum" href="http://webexpoforum.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Web Expo Fórum</strong></a> em sua palestra “<strong><em><a title="O que é SocialCast? - por Celso Pagotti" href="http://www.webexpoforum.com.br/2010/workshop_business.asp" target="_blank" rel="noopener noreferrer">O que é Socialcast?</a></em></strong>”.     <br />Acredito que a mudança acontece no âmbito pessoal, modificando os hábitos como consumidor, ao que as empresas devem estar atentas para acompanhar.</p>
<p>Achei ruim ver que há pouca visibilidade de impacto das Redes na <strong>educação</strong> (gostaria de ver um número maior).</p>
<p>Em relação a Governo, o cenário é ainda mais pessimista: <strong>Ninguém</strong> mencionou as Redes Sociais como ferramenta de impacto no Governo!</p>
<p><a href="http://lucianopalma.files.wordpress.com/2010/03/image5.png"><img loading="lazy" style="border-bottom:0;border-left:0;display:inline;border-top:0;border-right:0;margin:0 0 10px;" title="Impacto das Redes Sociais" border="0" alt="Impacto das Redes Sociais" src="http://lucianopalma.files.wordpress.com/2010/03/image_thumb5.png" width="660" height="175" /></a> </p>
<h4><em><font color="#c44040">PERGUNTA: Qual o fator MAIS NEGATIVO que você vê nas Redes Sociais?</font></em></h4>
<p>A <strong>dispersão</strong> foi indicada como o fator mais negativo das Redes Sociais. Com a quantidade de informações que circulam nestas Redes e com o dinamismo com que isto acontece, esta “vitória” é bastante compreensível.</p>
<p>Em segundo lugar ficou o <strong>impacto negativo de uma frase ou foto inadequada</strong>, um tipo de preocupação recente e que pode ser determinante, por exemplo, num processo de seleção para um emprego. Num ambiente onde a reputação é uma nova moeda, o ponto é absolutamente válido.</p>
<p>Depois, praticamente empatados, o <strong>tempo dedicado às Redes Sociais</strong>, <strong>Riscos de Segurança</strong> e a <strong>Perda de Privacidade</strong>.</p>
<p><a href="http://lucianopalma.files.wordpress.com/2010/03/image6.png"><img loading="lazy" style="border-bottom:0;border-left:0;display:inline;border-top:0;border-right:0;margin:0 0 10px;" title="Fatores Negativos das Redes Sociais" border="0" alt="Fatores Negativos das Redes Sociais" src="http://lucianopalma.files.wordpress.com/2010/03/image_thumb6.png" width="660" height="220" /></a> </p>
</p>
</p>
<h4><em><font color="#c44040">PERGUNTA: Qual o fator MAIS POSITIVO que você vê nas Redes Sociais?</font></em></h4>
<p>A maior unanimidade da pesquisa foi em relação ao que as Redes trazem de bom: <strong>o compartilhamento de informações</strong>. Sem dúvida, este é o fator que move as Redes e que alavanca o item que ficou em segundo lugar: a <strong>conexão entre as pessoas</strong>.</p>
<p><a href="http://lucianopalma.files.wordpress.com/2010/03/image7.png"><img loading="lazy" style="border-bottom:0;border-left:0;display:inline;border-top:0;border-right:0;margin:0 0 10px;" title="Fatores Positivos das Redes Sociais" border="0" alt="Fatores Positivos das Redes Sociais" src="http://lucianopalma.files.wordpress.com/2010/03/image_thumb7.png" width="660" height="222" /></a> </p>
<h4><em><font color="#c44040">PERGUNTA: Que tipo de resultado você já obteve através de Redes Sociais?</font></em></h4>
<p>Agradável surpresa: 49 entre 75 pessoas (ou seja, <strong>65%</strong>) já criaram <strong>novas amizades pessoais (offline)</strong> através das Redes Sociais.</p>
<p>Pessoalmente, venho afirmando que após adotar as Redes Sociais, ao contrário do que poderia parecer intuitivo, tenho tido <u><strong>mais contato offline com as pessoas</strong></u>.    <br />Repare que isso não significa <u>mais contato offline do que online</u>, mas sim <u>mais contato offline do que tinha antes</u> de utilizar Redes Sociais de forma mais estruturada.</p>
<p><strong>Conclusão</strong>: As Redes parecem estar nos <strong>aproximando</strong>, virtual ou pessoalmente, quando comparamos nosso ambiente ao antigo modelo onde as pessoas trabalhavam mais desconectadas e – consequentemente &#8211; de forma mais individual, mais solitária. E essa aproximação se reflete no cotidiano, ou seja, em nosso mundo offline.</p>
<p>Os dados interessantes não param por aí. 56% já alcançaram algum tipo de <strong>Reconhecimento ou Fama</strong> e 45% criaram novas <strong>Comunidades</strong>, o que demonstra um alto grau de atividade (e resultados) nas Redes Sociais.</p>
<p>Um em cada 4 participantes mencionou que através das Redes obteve <strong>aumento de auto-estima</strong>, mesma taxa que conseguiu uma <strong>maior Divulgação de Marca (Comercial)</strong> e até mesmo um <strong>novo emprego</strong> pelas novas mídias!</p>
<p>Não podemos deixar de notar que 8 novos casais se formaram através das Redes… lembra aquela parte da timidez? Parece que era blefe mesmo! Rs rs rs <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/13.0.0/72x72/1f642.png" alt="🙂" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>
<p><a href="http://lucianopalma.files.wordpress.com/2010/03/image8.png"><img loading="lazy" style="border-bottom:0;border-left:0;display:inline;border-top:0;border-right:0;margin:0 0 10px;" title="Resultados nas Redes Sociais" border="0" alt="Resultados nas Redes Sociais" src="http://lucianopalma.files.wordpress.com/2010/03/image_thumb8.png" width="660" height="262" /></a> </p>
<h4><em><font color="#c44040">PERGUNTA: Em relação às mídias tradicionais, você acredita que as mídias sociais&#8230;</font></em></h4>
<p>Ufa! Praticamente ninguém fez prognóstico de extermínio de mídias tradicionais e nem de novas mídias.</p>
<p>Embora tenha ficado claro que a maioria esmagadora acredita que <strong>mídias sociais e mídias tradicionais irão conviver pacificamente</strong>, há um viés para que as novas mídias tenham um pouco mais de importância do que as tradicionais. Agora é esperar para conferir <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/13.0.0/72x72/1f609.png" alt="😉" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>
<p><a href="http://lucianopalma.files.wordpress.com/2010/03/image9.png"><img loading="lazy" style="border-bottom:0;border-left:0;display:inline;border-top:0;border-right:0;margin:0 0 10px;" title="Futuro das Mídias..." border="0" alt="Futuro das Mídias..." src="http://lucianopalma.files.wordpress.com/2010/03/image_thumb9.png" width="660" height="180" /></a> </p>
<h4></h4>
</p>
<h4>E você, o que achou?</h4>
<p>Gostaria de saber sua opinião sobre esta “<em>Pesquisa</em>” &#8211; se achou válida a iniciativa, a análise, o formato. Quais são suas idéias, críticas ou sugestões para continuar a “Conversa”? <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/13.0.0/72x72/1f609.png" alt="😉" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>
<p><a href="http://www.twitter.com/lucianopalma"><img loading="lazy" title="Twitter do &#13;&#10;&#13;&#13;&#13;&#10;  Palma" border="0" alt="Twitter do Palma" src="http://lucianopalma.files.wordpress.com/2010/01/clip_image001.jpg?w=22&amp;h=22&amp;h=22" width="22" height="22" /></a> <a href="http://www.facebook.com/lucianopalma"><img loading="lazy" title="Facebook do
&#13;&#13;&#13;&#10;Palma" border="0" alt="Facebook do Palma" src="http://lucianopalma.files.wordpress.com/2010/01/clip_image002.jpg?w=22&amp;h=22&amp;h=22" width="22" height="22" /></a> <a href="http://www.linkedin.com/in/lucianopalma"><img loading="lazy" title="Linkedin do  &#13;&#10;&#13;&#13;&#13;&#10; Palma" border="0" alt="Linkedin do Palma" src="http://lucianopalma.files.wordpress.com/2010/01/clip_image003.jpg?w=22&amp;h=22&amp;h=22" width="22" height="22" /></a></p>
</p>
<div style="display:inline;float:none;margin:0;padding:0;" id="scid:0767317B-992E-4b12-91E0-4F059A8CECA8:1cc10bb9-86ff-411c-9088-f4550603e4ce" class="wlWriterEditableSmartContent">Technorati Marcas: <a href="http://technorati.com/tags/Redes+Sociais" rel="tag">Redes Sociais</a>,<a href="http://technorati.com/tags/Pesquisa" rel="tag">Pesquisa</a>,<a href="http://technorati.com/tags/Resultados" rel="tag">Resultados</a>,<a href="http://technorati.com/tags/Resultado" rel="tag">Resultado</a>,<a href="http://technorati.com/tags/M%c3%addias+Sociais" rel="tag">M&#237;dias Sociais</a>,<a href="http://technorati.com/tags/M%c3%addia" rel="tag">M&#237;dia</a>,<a href="http://technorati.com/tags/Pergunta" rel="tag">Pergunta</a>,<a href="http://technorati.com/tags/Perguntas" rel="tag">Perguntas</a>,<a href="http://technorati.com/tags/Marketing+Digital" rel="tag">Marketing Digital</a>,<a href="http://technorati.com/tags/Marketing" rel="tag">Marketing</a>,<a href="http://technorati.com/tags/Pesquisa+de+Mercado" rel="tag">Pesquisa de Mercado</a></div>
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		<title>N&#227;o entre nessa de Redes Sociais&#8230;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[luciano]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Mar 2010 22:13:39 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Cliente]]></category>
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					<description><![CDATA[… a menos que você saiba muito bem o que está fazendo 😉 Já comentei no post anterior sobre um pré-requisito para dar este passo: Pessoas. Aliás, mais do que isso: Pessoas motivadas. Esse é o ingrediente principal, mas como em toda receita, existe todo um processo antes de chegar ao resultado. Embora algumas pessoas &#8230;<p class="read-more"> <a class="" href="https://lpalma.com/2010/03/03/no-entre-nessa-de-redes-sociais/"> <span class="screen-reader-text">N&#227;o entre nessa de Redes Sociais&#8230;</span> Leia mais &#187;</a></p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>… a menos que você saiba muito bem o que está fazendo <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/13.0.0/72x72/1f609.png" alt="😉" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>
<p>Já comentei no <a href="https://lpalma.com/2010/02/26/sua-empresa-tem-os-pr-requisitos-para-participar-das-redes-sociais" target="_blank" rel="noopener noreferrer">post anterior</a> sobre um pré-requisito para dar este passo: <strong><u>Pessoas</u></strong>. Aliás, mais do que isso: Pessoas <u>motivadas</u>.</p>
<p>Esse é o ingrediente principal, mas como em toda receita, existe todo um processo antes de chegar ao resultado.    <br />Embora algumas pessoas acreditem em mágica (um exemplo: “a gente chama a agência e solta um viralzinho”), Redes Sociais podem (e devem) ser tratadas como ciência, e isso exige estudo, preparo, planejamento, processos e aprendizado contínuo. Absolutamente contínuo, porque o dinamismo nas mídias sociais é enorme!</p>
<p>Na fase inicial de análise, é importante determinar se uma empresa deve ou não entrar nas Redes Sociais. Talvez seus clientes simplesmente não estejam lá. Mas e se estiverem? Aí o próximo passo é definir se você está realmente preparado para isso.</p>
<h4>A quantas anda o seu SAC?</h4>
<p>Um ótimo termômetro é o seu SAC. E se você optou por atuar em Redes Sociais, com certeza você já descobriu, há alguns anos, que precisa de um SAC eficiente, certo? Afinal, como você vai ter um bom relacionamento com seu cliente se não estiver <u><strong>atendendo</strong></u> bem este mesmo cliente?</p>
<blockquote>
<p><strong>Observação</strong>: Não duvido que em breve inventem uma sigla, algo como “<em>SRC</em>”, para englobar as ações em Redes Sociais. Estaria para “<em>Serviço de Relacionamento com o Cliente</em>”. É que a sigla “CRM” já foi utilizada e não seria mais adequada. Primeiro porque todo projeto novo precisa de uma sigla nova (triste realidade). Depois porque CRM está em inglês (“<em>Customer Relationship Management</em>”), o que já é um começo inadequado no Brasil. E por fim, porque tem a palavra “<em>Management</em>” no final. Não combina com Redes Sociais, onde uma das virtudes é justamente a coragem de abrir mão do “Gerenciamento/Controle” de sua marca. Dá medo, não?</p>
</blockquote>
<p>Pois é. O jogo é transparente e o trabalho não começa aqui. Tem que ter começado lá atrás, com a formação de uma marca que possa ser “entregue aos clientes”, como fez a Coca-Cola – que hoje pode implementar&#160; sua estratégia “<a href="http://www.slideshare.net/iStrategy/coca-colas-social-media-strategy" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Fans First</a>”.</p>
<p>Como seus clientes estarão falando sobre você, é preciso lembrar que eles são os mesmos que são “atendidos” pelo seu SAC. Ou seja… mais um pré-requisito! Não só um SAC. Mas um SAC <u>eficiente</u>!</p>
<p>Se o seu SAC é simplesmente um processo para “se livrar de reclamações”, ou para “fechar chamados”, procure reformulá-lo antes de aderir às Redes Sociais. Elas só deixarão mais transparente (e bem mais visível) este comportamento com “foco em processos”.</p>
<p>Presenciei um caso interessante recentemente: o cliente liga para o SAC de uma grande empresa, com suas expectativas totalmente frustradas. Aí ele ouve que “o processo é esse mesmo”. Como se os direitos obtidos através de letras miúdas de algum contrato deixassem o cliente magicamente “satisfeito”. O engraçado é que a música de espera falava em <em>satisfação</em>, <em>superação de expectativas</em>, e todos esses termos que treinamentos baratos mencionam mas não ensinam. Já são três tiros pela culatra até aqui (O SAC em si, o treinamento e o custo da gravação de espera). Investir em Redes Sociais nesse estágio seria somente mais um.</p>
<p>Não faça este post acabar aqui. Deixe seu comentário!</p>
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</p>
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